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Métrica, ritmo e rima do repente

 

29/06/2010

Autor e Coautor(es)
wendell de freitas amaral
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JUIZ DE FORA - MG COL DE APLICACAO JOAO XXIII

Maria Cristina Weitzel Tavela

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Médio Literatura Estudos literários: análise e reflexão
Ensino Médio Literatura Outras expressões: letras de música, hip hop, quadrinhos, cordel
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

Reconhecer efeitos musicais da métrica e da rima no texto do repente;

reconhecer o uso de estratégias do discurso poético e seus efeitos de sentido, nas canções repentistas;

usar, em um texto ou sequência textual, estratégias musicais do discurso poético em função dos efeitos de sentido pretendidos.

Duração das atividades
4 horas/aula
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Habilidades básicas de leitura e escrita.

Estratégias e recursos da aula

1ª aula

Professor, ao iniciar a aula é necessário esclarecer aos alunos que os objetivos das atividades são baseados no estudo básico de métrica, ritmo e rima (adquiridos ou não até o momento) e que este estudo será feito a partir do Repente, gênero musical e poético de uso muito comum no nordeste brasileiro.

Para esse início, pretende-se averiguar o conhecimento que os alunos têm desses temas, tanto dos recursos rítmicos quanto do próprio Repente.

Inicie um debate e instigue os a expor o que entendem sobre os pontos-chave da aula, provavelmente alguns já ouviram repentistas na tv ou nas ruas e saberão informar algumas características do gênero. A rima pode surgir como sendo um elemento sonoro do conhecimento deles, sem maiores dificuldades de conceituação, mas é bom informá-los que ela é apenas mais um recurso em que se apóia o ritmo, e que a métrica, sobretudo para o gênero Repente, é também importantíssima. Abaixo alguns conceitos básicos sobre métrica, ritmo e rima:

MÉTRICA: refere-se à estrutura rítmica e à técnica de composição dos versos. Um verso consiste num conjunto de palavras, as quais comportam um número específico de acentos tônicos a partir de um número determinado de sílabas métricas. As palavras que formam um verso – elemento fundamental da poesia – cumprem um determinado critério rítmico. Esse ritmo é fortemente influenciado pelo tipo de métrica usado.

RITMO: refere-se à sucessão de sílabas fortes e fracas, com intervalos regulares, ou não muito espaçados. O ritmo acentua a musicalidade e é fonte de prazer para a poesia.

RIMA: identidade ou semelhança de sons em lugares determinados dos versos.                                                                                                                                                                                                     

Veja como exemplo a sextilha de Fenelon Dantas, que será apreciada em outra aula.

"Sou/ po/e/ta/ can/ta/dor

   1    2   3  4    5   6   7

des/de o/ tem/po/ de/ me/ni/no - rima (ino)

sa/í/ de/ lá/ pra/ São/ Pau/lo

pra/ cum/prir/ com/ meu/ des/ti/no - rima (ino)

o/ Bra/sil/ co/nhe/ce em/ pe/so

o/ can/ta/dor/ nor/des/ti/no". - rima (ino)

                                                                                                                                                                                        

Os versos são heptassílabos (sete sílabas) ou redondilhas maiores, como também são chamados. A contagem é demonstrada no primeiro verso.

O ritmo é marcado pelas tônicas na 3ª e na 7ª sílabas. Há uma variação no terceiro verso marcada pelas tônicas na 2ª e na 4ª sílabas, e no sexto verso onde o ritmo é marcado na 4ª e na 7ª sílabas.

Professor, explicar a ocorrência das sílabas tônicas na última e penúltima sílabas, pode haver dúvida quanto à contagem, as sílabas métricas são contadas até a última tônica de cada verso. Além disso, há as elisões (junção de vogais) entre as sílabas, marcadas pelo sublinhado.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              

Para contextualizar um pouco o Repente, sua origem e sua popularidade na cultura nordestina, e complementar o que os alunos já disseram, a sugestão é pensar em algumas de suas características mais marcantes:

ORIGEM: herdeiro da tradição medieval ibérica dos trovadores, que deu origem aos cantadores – poetas populares, que viajam com a viola nas costas para cantar os seus versos. Eles podem aparecer em diversos gêneros pelo Brasil: Trova gaúcha; Calango (Minas Gerais); Cururu (São Paulo); Samba de roda (Rio de Janeiro); e Repente nordestino.

IMPROVISO: o Repente se diferencia dos outros pelo improviso – os cantadores fazem os versos "de repente", em um desafio com outro cantador.

Muitas vezes sem muito conhecimento musical e desafinados, o que vale para os repentistas é o ritmo e a agilidade mental que permitem, no caso do desafio, vencer o oponente apenas pela força do discurso.

O instrumental desses improvisos cantados é variado: o gênero pode ser subdividido em embolada (na qual o cantador toca pandeiro ou ganzá), aboio (apenas com a voz) e cantoria de viola.

MÉTRICA E VERSIFICAÇÃO: variada: temos a sextilha (estrofes de seis versos), a septilha (de sete versos), a décima (de dez versos) e variações da métrica como o martelo agalopado (décima composta por versos decassílabos com as tônicas na 3ª, 6ª e 10ª sílabas), o martelo alagoano (semelhante ao agalopado, porém com um estribilho no final da estrofe que o denomina) , o galope à beira-mar (décima com versos de onze sílabas, com estribilho cuja palavra final é mar), e tantas outras.

                                                                                                                                                                                                                                                              

2ª aula

Atividade:

Na segunda aula, peça aos alunos que pesquisem mais sobre o Repente, utilizando a sala de informática como recurso. Uma sugestão é que eles procurem em algum site de buscas por uma lei sancionada recentemente e que regulamenta a profissão dos cantadores. Nela, há alguns pontos importantes para se entender melhor o perfil do repentista.

Abaixo a Lei 12.198, de 14 de janeiro de 2010, que reconhece a profissão dos repentistas em todo o Brasil e que fez valer as mesmas regras e direitos dos músicos profissionais aos cantadores e violeiros improvisadores; emboladores e cantadores de Coco; poetas repentistas; escritores da literatura de cordel e contadores e declamadores de causos da cultura popular. É interessante observar com os alunos a definição de Repentista (Art. 2º), e que a profissão agora reconhecida engloba outras categorias do gênero (Art. 3º) como contadores de causos, e até mesmo aqueles que produzem a literatura escrita, como o cordel.

“Art. 1º - Fica reconhecida a atividade de Repentista como profissão artística.

 Art. 2º - Repentista é o profissional que utiliza o improviso rimado como meio de expressão artística cantada, falada ou escrita, compondo de imediato ou recolhendo composições de origem anônima ou da tradição popular.

Art. 3º - Consideram-se repentistas, além de outros que as entidades de classe possam reconhecer, os seguintes profissionais: I – cantadores e violeiros improvisadores; II – os emboladores e cantadores de Coco; III – poetas repentistas e os contadores e declamadores de causos da cultura popular; IV – escritores da literatura de cordel.

Art. 4º - Aos repentistas são aplicadas, conforme as especificidades da atividade, as disposições previstas nos arts. 41 a 48 da Lei no 3.857, de 22 de dezembro de 1960, que dispõem sobre a duração do trabalho dos músicos.

Art. 5º - A profissão de Repentista passa a integrar o quadro de atividades a que se refere o art. 577 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943.

Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 14 de janeiro de 2010; 189º da Independência e 122º da República.”  

http://andredepaula.wordpress.com/2010/01/20/sancionada-lei-dos-repentistas/ 

                                                                                                                                                                                                                                                           

Além da Lei 12198, indique aos alunos a entrevista feita por Miguel de Almeida com o repentista Ivanildo Vilanova intitulada "O nordeste dos violeiros repentistas", publicada na Folha de S. Paulo, domingo, 30 de maio de 1982.

É interessante observar o ponto de vista de Vilanova sobre a influência externa na cultura popular e no repente, considerada por ele negativa, pois tende muitas vezes a apresentar essa cultura como exótica fora do nordeste e com intenção exclusivamente comercial. Disponível em: http://almanaque.folha.uol.com.br/musicapop1.htm    

Após a leitura da lei e da entrevista peça aos alunos que avaliem os argumentos do cantador e discutam sobre a denúncia de exploração comercial da cultura do Repente.

                                                                                                                                               

3ª aula

Como material didático para as próximas aulas, a sugestão é a utilização da série de vídeos produzidos pela TV Escola sobre o gênero, intitulada "Poetas do Repente".

Os 19 vídeos (aproxim. 6 min. cada), que serão citados nas próximas atividades, estão disponíveis em: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/handle/mec/752 

A série trata da música nordestina e dos repentistas e discorre sobre as origens do gênero poético, que provém de uma literatura oral, portanto, não escrita. Descreve a influência africana no repentismo brasileiro do nordeste, principalmente Pernambuco e Paraíba. Além de fazer a comparação do repentismo com o rap e o hip hop, e sugere algumas aplicações pedagógicas.

                                                                                                                                                                                                                                                  

Atividade:

Para a 3ª e 4ª aulas é necessário utilizar a sala de informática para que os alunos assistam aos vídeos propostos ou o professor pode gravá-los e apresentá-los em sala de aula em dvd.

Peça aos alunos que pesquisem os vídeos no link citado acima (objetos educacionais).

O primeiro vídeo sugerido é o vídeo nº 3, no qual há um exemplo de cantoria com os repentistas Edmilson Pereira e Antônio Lisboa. Aqui transcrevemos as quatro sextilhas cantadas por eles, com a métrica marcada na primeira estrofe de versos em redondilhas maiores: 

                                                                                                                                                                     

"Nem/ tu/do é/ o/ que/ pa/re/ce,

a/ gen/te/ po/de/ pro/var

às/ ve/zes/ um/ lu/gar/ ver/de

tem/ po/lu/i/ção/ no/ ar

e o/ mar/ pa/re/ce o/ce/a/no

mas/ nun/ca/ pas/sa/ de/ mar".                       

                                                                                                                                                                                              

"Residência não é lar

quando o dono dela é rude

lagoa não é barragem

barragem não é açude

e nem toda pessoa gorda

pode ter muita saúde"           

                                                                                                                                                                                                                      

"Nem toda grande atitude

elimina precedente,

nem todo riso é sincero,

nem toda voz é de gente

nem todo livro é bem feito

e nem toda rima é repente".

                                                                                                                                                                                                               

"É bastante diferente

de uma ONG uma escola

um sapato de borracha

para um chinelo de sola

de um cantador de embolada

p'ra um cantador de viola".

                                                                                                                                                                                                                                                                 

Professor: após a exibição do vídeo peça aos alunos que transcrevam os versos acima e que façam a contagem das sílabas métricas, e marcação das rimas (sempre na 2ª, 4ª e 6ª sílabas).

Além disso, inicie um debate a fim de que os alunos avaliem a riqueza temática presente nas sextilhas: poluição do ar, mar, saúde, comparações entre ONG e escola, sapato e chinelo, e entre rima e repente, cantador de embolada e cantador de viola.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               

Atividade:

O próximo vídeo sugerido é o nº 5, onde há um embate entre Lourival Batista e Pinto do Monteiro. O exemplo a ser observado é a resposta do segundo ao primeiro, que é feita em martelo agalopado, transcrita abaixo:                                                                                                                                                                          

                                                                                                                                                                                                                                  

"Quan/do eu/ can/to/ ga/lo/pe em/ u/ma/ sa/la A

     1       2      3    4   5   6      7      8  9    10

des/ce o/ céu/, so/be a/ ter/ra/, se/ca o/ mar, B

  1     2     3      4     5     6    7    8    9      10

pá/ra a/ bri/sa/, mu/da o/ ven/to/, fin/da o ar B

 1   2       3   4     5     6      7     8     9     10

ce/go/ /, mu/do/ fa/la e/ mun/do/ fa/la A

 1  2   3       4    5    6   7     8     9   10

ge/la o/ sol/, quei/ma a/ lu/a, o/ ei/xo es/ta/la A

  1  2     3       4      5      6    7     8   9     10

tem/pes/ta/de/ trans/for/ma/-se em/ se/re/no C

  1    2    3   4     5      6    7      8       9   10

cas/ca/vel/ per/de a/ ba/se e/ o/ ve/ne/no C

 1   2    3     4     5      6     7    8   9  10

a/ men/ti/ra/ se/ vi/ra/ na/ ver/da/de D

1    2    3  4    5    6  7   8     9   10

vi/ra/-la/ta/ da/ su/a/ qua/li/da/de D

 1  2   3  4    5    6   7    8  9  10

não/ a/cu/a/ ta/tu/ no/ meu/ ter/re/no". C

 1    2   3  4   5  6   7      8      9  10

                                                                                                                                                                                                                                                          

Professor, após o segundo exemplo, pedir aos alunos que transcrevam a décima de Pinto do Monteiro para que percebam a ocorrência do martelo agalopado (tônicas na 3ª, 6ª e 10ª sílabas) - ocorre uma descontinuidade no 3º verso, porém é previsível já que o repente é feito "de repente" - de improviso. As rimas marcadas na ordem (ABBAACCDDC).

Aqui o repente ocorre em embate, desafio entre dois cantadores.

Instigue-os à análise do tema da resposta de Pinto do Monteiro, que é criticado, e responde a Lourival Batista com imagens de um apocalipse que ocorre quando o cantador principia em seu "galope" (referência metalinguística do tipo de verso usado). Além disso, peça-os para que procurem no texto marcas da linguagem figurada (metáforas) e da linguagem satírica dirigida ao outro no embate.

                                                                                                                                                                                                                                                       

O professor pode também indicar para os alunos a pesquisa da letra de Alceu Valença "Martelo Alagoano" que comenta o uso deste tipo de verso pelos cantadores nordestinos, alguns citados na letra. Após a escuta e leitura da letra, peça-os para comparar as características rítmicas do verso martelo agalopado com o martelo alagoano.

A música está disponível para download em: http://www.4shared.com/get/100111620/bba53713/Alceu_Valena_-_Martelo_Alagoan.html   

Letra disponível em: http://letras.terra.com.br/alceu-valenca/188447/

       

4ª aula

Atividade:

Na última aula, indicar aos alunos o acesso aos vídeos nº 7 e nº 13 da série da TV Escola citada acima.

No vídeo nº 7, há 4 sextilhas de Ivanildo Vilanova, transcritas abaixo, em que o cantador tematiza a própria maneira de cantar.

                                                                                                                                                                                                           

"Pois/ a/ pa/la/vra/ da/ gen/te

a/lém/ de/ me/tri/fi/ca/da

u/sa/ a/ o/ra/li/da/de

mu/si/ca/da e/ ri/t/ma/da

no/ ser/tão/ ou/ ca/pi/tal

sem/pre é/ mui/to a/pre/ci/a/da".

                                                                                                                                                                                                                                                      

"Essa linguagem falada

traz cultura por tabela

o cantador é repórter

sem mostrar nada na tela

mensagem que o sertão

aprendeu muito com ela".

                                                                                                                                                                                                                                                     

"Seja em sextilha ou parcela

o cantador se desprende

seu repente o povo escuta

seu folheto a turma vende

quem não aprender na escola

mas sendo rimando aprende".

                                                                                                                                                                                                                                                     

"A cantoria transcende

um panorama mais lindo

poeta é a voz do povo

que está lhe assistindo

que quer dizer mas não pode

tudo quanto está sentindo".

                                                                                                                                                                                                                                                                 

No vídeo nº 13, há uma décima, dos Irmãos Nonato, na qual cantam a manutenção da tradição do repente, porém seus temas tratam das novidades tecnológicas.

                                                                                                                                                                                               

"A minha arte reflete A

para mostrá-la eu não tardo B

e os meus arquivos eu guardo B

em cd-rom ou disquete A

uso livro e internet A

pra buscar informação C

mudei na afinação C

mas no resto eu não mudei D

para ser novo, eu peguei D

carona na tradição" C                                                                  

                                                                                                                                                                                                 

Como já visto, as sextilhas são rimadas nos versos pares (2º, 4º, 6º) e compostas em redondilhas maiores. A décima, também em redondilhas, tem o esquema de rimas (ABBAACCDDC). Porém, o que mais interessa nos exemplos de Vilanova e dos Irmãos Nonato é o tema das sextilhas.

Peça aos alunos para que transcrevam os textos.

No primeiro deles, sugerir aos alunos que recolham as características da cantoria expostas por Ivanildo. Pedir para que discutam em grupo e depois apresentem ao restante da turma, como são tratados no texto determinados aspectos:

Como é a palavra/ linguagem do cantador?

Como o cantador leva a informação ao povo?

E o que ele costuma informar?

No segundo texto, pedir para que leiam e apontem as características da linguagem nova. Após isso, peça que comparem com o primeiro exemplo e mostrem as diferenças entre essa linguagem nova e a linguagem da tradição exposta no exemplo do vídeo nº 7.

Recursos Complementares

http://www.revista.agulha.nom.br/rmarcelo13.html    

http://academia.reflorescimento.org/poematica/1/intro.php    

http://www.ceara.com/repentistas.htm 

CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo.  Rio de Janeiro: Lexicon, 2008.

PROENÇA, M. Cavalcanti. Ritmo e poesia. Rio de Janeiro: Simões Editora e Livraria, s.d.

Avaliação

Professor, para a avaliação a sugestão é dividir a turma em grupos e pedir para que cada grupo escolha um dos vídeos da série da TV Escola.

Após assistirem, peça-os que transcrevam um dos repentes cantados e demonstrem para a turma qual é a estrutura rítmica do texto e apresentem suas características: rima, métrica e acentos tônicos; além do estudo do tema para perceberem o quanto o repente trabalha tanto os temas mais tradicionais e rurais, quanto os temas urbanos e os assuntos atuais como as novidades da tecnologia. 

Opinião de quem acessou

Quatro estrelas 2 classificações

  • Cinco estrelas 1/2 - 50%
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Opiniões

  • silvio da cruz, posse de hihp lelo melodia , Rio Grande do Norte - disse:
    mcsilveiraroots@hotmail.com

    28/11/2013

    Cinco estrelas

    muito bom principalmente para quem esta entrando nesse campo de dar ofinas de rimas


  • Adriana, Escola Britânica de São Paulo , São Paulo - disse:
    drisanti@hotmail.com

    17/09/2013

    Quatro estrelas

    Ótima proposta de trabalho para despertar nos alunos o interesse pela cultura popular e mostrar-lhes novos caminhos para apreciar a gênero poesia.


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