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Sobre o gênero discursivo - resenha crítica

 

03/08/2010

Autor e Coautor(es)
Lazuita Goretti de Oliveira
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UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA

Eliana Dias

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Análise linguística: organização estrutural dos enunciados
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo Língua Portuguesa Linguagem escrita: leitura e produção de textos
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • identificar as características estruturais e funcionais do gênero resenha;
  • reconhecer a impessoalidade como recurso de persuasão;
  • identificar a resenha crítica como gênero textual da esfera jornalística cuja finalidade é orientar o leitor de uma revista, jornal ou internet sobre o lançamento de um objeto cultural: um livro, um filme, um espetáculo teatral ou musical, uma exposição de artes plásticas, etc;
  • ler resenhas de filmes, livros e  programas televisivos;
  • produzir uma resenha sobre um programa de televisão ou sobre um filme.  
Duração das atividades
04 aulas de 50 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • Estrutura básica do texto dissertativo-argumentativo.

Estratégias e recursos da aula
  • utilização do laboratório de informática e sala de vídeo;
  • atividades realizadas em grupo ou duplas de alunos;
  • utilização de resenhas de filmes e vídeos veiculados na internet.

Aula 01 (50 minutos) 

Resenhas são textos que geralmente resumem e avaliam o conteúdo de um livro, de um capítulo, de um filme, de uma peça de teatro ou de um espetáculo. Geralmente combinam duas finalidades: informar e persuadir. É um gênero muito comum nos meios impressos de comunicação como jornais e revistas. Trata-se, portanto, de um texto de informação e de opinião que serve como guia para o público: a partir da leitura de resenhas, ele poderá escolher o que gostaria de ver, ouvir ou ler.

Atividade 

1. Para motivar os alunos a respeito do tema, o professor poderá perguntar a eles:

a. Qual foi o ultimo espetáculo ou filme  a que você assistiu?

b. O que você achou?

c. Você  o recomendaria? Por quê?

d. Qual foi o último livro que você leu? Como você o avalia? Por quê?

Observação: Possivelmente, aparecerão opiniões contrárias, por exemplo, a respeito do mesmo livro, do mesmo filme. Nesse caso, o professor deve aproveitar para mostrar aos alunos que criticar não é apenas condenar, é emitir uma opinião sobre alguma coisa, destacando os aspectos positivos e negativos e explicando as razões que justificam tal opinião.

2. O professor deverá levar os alunos ao laboratório de informática/sala de vídeo para assistirem ao vídeo sobre como fazer uma resenha.Os alunos deverão fazer anotações sobre os seguintes aspectos:

a. O que é uma resenha e qual a sua função social?

b. O que  significa fazer uma crítica?

c. Quais são tipos de resenhas?

d. Quais são os passos para  se fazer uma resenha?

e. Defina: resumo, sinopse, resenha.

3. Em sala de aula, os alunos, em grupo de quatro elementos, deverão fazer um painel sobre como fazer uma resenha. Os painéis serão apresentados à turma e expostos na sala de aula.

Aula 02 e 03 (100 minutos)

Atividade 

1.O professor deverá  levar os alunos à sala de vídeo para assistirem ao trailer do filme “ Marley e eu”.

Disponível em

http://www.cranik.com/marleyeeu_critica.html

http://www.ilusioxfilmes.com/2009/07/marley-e-eu-dublado.html

Observação: O professor pode optar por passar o filme para os alunos. Optamos por passar apenas o trailer, porque a maioria dos alunos já assistiu ao filme e, nesse caso, o trailer e suficiente para fazer a retomada da história.

2. O professor deverá reproduzir as resenhas do filme “Marley e eu” para os alunos. Após a leitura oral dos textos, feita pelo professor, os alunos deverão realizar, em dupla, as atividades propostas.

Texto 1: 

Disponível em:

http://1.bp.blogspot.com/_XmwqyZV-xT8/SVJGP3TlbYI/AAAAAAAAB3c/atIygaqNYOI/s400/marley_me01.bmp%20   

Marley e eu 

Por Raquel Gomes

Quando o Renato me disse para tentar escrever sobre o filme “Marley & Eu”, ele me deu uma dica: “Você tem uma relação pessoal com o filme, assim como com o livro”. E é por isso que resolvi aceitar a tarefa, já que o que ele me pediu não foi a redação de uma crítica de cinema (para isso muitos conhecimentos específicos são necessários), mas o relato de uma experiência pessoal com a sétima arte.

Antes mesmo de “Marley & Eu” começar a ser produzido, eu já havia comprado o livro homônimo e lido duas vezes. Apaixonei-me por ele, não simplesmente porque adoro cães e sempre tive um do meu lado, mas principalmente porque aprecio as histórias da vida real, sinceras e bem contadas. John Grogan, autor e narrador, acertou em cheio quando optou por não fazer de Marley um protagonista isolado. Marley é parte de uma família, portanto, é a história dessa família e como Marley acompanhou a formação e a convivência da mesma que cativa as pessoas, inclusive eu. Pela beleza e consistência do que eu li, tive absoluta certeza de que aquele livro era um forte candidato à versão cinematográfica. E ainda bem que isso não demorou muito para acontecer.

Fiquei muito feliz quando, vendo o filme, percebi que essa característica do livro havia sido preservada pelos cineastas. Decisão muito acertada, pois dá ao filme um tom universal. Há muitas possibilidades de identificação para quem assiste. Seja porque você tem/teve um cão tão maluco quanto o Marley, seja porque está procurando um emprego e tentando acertar na vida, seja porque você está se casando ou quer se casar, seja porque você será pai ou mãe em breve ou já enfrenta tal deliciosa responsabilidade há mais tempo, etc. Todas essas situações são abordadas de forma suave e verossímil. E mesmo que você não se identifique com nada daquilo, ainda assim “Marley e Eu” pode ser considerado apenas como uma boa diversão para qualquer idade. O que já é muito válido.

No meu caso, as identificações são muitas. E o que torna a minha relação com o filme mais estreita é o fato de que há mais ou menos dois anos ganhei uma cadela já adulta e cheia de hábitos não muito “certinhos”. De vez em quando passo por alguns maus bocados com ela e por ela, embora Lili não chegue a ser uma “troublemaker” tão competente quanto o Marley. Falando nisso, as confusões que o Marley apronta rendem muitas risadas para o público. Algumas delas confusões grandiosas! Fico imaginando o quanto sua família teve energia para acompanhá-lo. Um simples passeio já exigia o maior fôlego e atenção.

Cenas divertidas à parte, para mim um dos aspectos mais interessantes do filme é a forma como foi retratado o sentimento de amizade, de companheirismo que se desenvolve com um cão. Principalmente com cães que precisam ser “defendidos” (quase que o tempo todo) por não terem a mesma aceitação social dos animais mais adestrados. Um sentimento puro, natural. É bonito ver como Marley é fiel e amável com seus donos. Melhor dizendo, com seus amigos John, Jen e filhos. É gostoso acompanhar como essas pessoas têm afeto umas pelas outras e pelo Marley, se defendem, fazem de tudo para superar seus problemas, sempre juntos, inclusive problemas de casal.

Sempre que eu recomendo “Marley & Eu” para alguém, recomendo livro e filme. Assim: um, depois o outro. Aí me perguntam qual dos dois eu prefiro. A minha resposta é simples: se complementam. Se por um lado, o livro é mais detalhado, faz sua imaginação viajar, o que vai tornando a história mais rica, por outro o filme transporta você com mais facilidade para a história. Alguns dos detalhes verídicos mais bacanas foram deixados de lado ou adaptados, mas isso é esperado e perfeitamente compreensível, uma vez que não há como filmar tudo que é descrito nas várias páginas do livro. No entanto, por ser uma boa adaptação, o envolvimento foi perfeito. Você vivencia por algumas horas o que antes com o livro você só pôde imaginar. Uma bela ajuda da tela gigante, das locações lindas na Flórida, do bom trabalho dos atores humanos (em especial da Jennifer Aniston, bem mais natural e convincente do que seu colega) e dos atores caninos, que pareciam a própria reencarnação do Marley.

Esses, entre outros vários detalhes técnicos, tornam o filme uma verdadeira experiência e não somente um passatempo. Pelo menos para mim aconteceu assim. E me sinto em grande vantagem por isso, pois é mais um filme que me tocou e será guardado com carinho em minha memória, tendo também um lugar cativo em minha estante assim que o DVD for lançado.

Disponível em:

http://www.cinematorio.com.br/2009/02/marley-e-eu.html

Texto 2:

Disponível em:

http://infofilmesbr.files.wordpress.com/2009/06/marley_e_eu.jpg 

Resenha do filme: Marley e Eu 

Aparentemente pacato e “normal”, Marley e Eu é um filme surpreendente. Filme este que proporciona uma reflexão sobre a família, a constituição desta, a rotina, os aspectos positivos e negativos, e também, é claro, uma análise sobre a importância dos animais de estimação que, de certa maneira, acabam fazendo parte da vida de seus donos, ou melhor, pais?

O filme tem como atores principais Jennifer Aniston e Owen Wilson, respectivamente, Jenny e John Grogan. Jornalistas e recém casados, estes se mudam para o sul da Flórida a fim de estabelecer a vida a dois. O casal de jornalistas é bastante centrado em seus afazeres diários e aparentemente mantém uma vida saudável, com um relacionamento estável e um entrosamento interessante, mantido do início ao fim do filme.

Porém, John Grogan, sentindo sufocado pelos mimos de Jenny e em dúvida sobre a sua capacidade de ser pai, resolve, com ajuda do amigo e colega de trabalho Sebastian Tunney, comprar um cachorro para preencher o “vazio” que até então existia. Eis que aparece Marley, o cãozinho da liquidação, comprado por U$ 200 dólares como um presente para Jenny, na verdade Marley seria uma ferramenta de treino para o cargo “pais”. E o bacana é que Marley, da raça Labrador, é bastante esperto, dinâmico e carinhoso o que de cara conquista o casal. Porém, a rotina deles estava comprometida, muito comprometida.

A partir de então, momentos bons, ruins e muitas vezes péssimos, do ponto de vista do casal, eram constantes. Aceito como o primeiro filho do casal, Marley pinta o sete, comendo e quebrando tudo o que vê pela frente. O casal até que tenta “discipliná-lo”, porém sem sucesso, nem mesmo a escola de boas maneiras para cães conseguiu esta proeza. Por estas e outras ele recebe o título de “o pior cão do mundo”, e coloca a vida do casal em prova de fogo.

O filme não traz uma ênfase na temporalidade, e as coisas vão acontecendo de forma bastante ligadas e sem a expressão significativa ao tempo, em outras palavras, nada é muito esquemático. O casal, após Marley já estar grande, no auge de seus 45 kg, tenta ter um filho, e a primeira tentativa é sem resultado, mas passando um tempo Jenny consegue engravidar, e o primeiro filho é um menino loirinho, chamado Patrick. Até então tudo corria muito bem, mas gradualmente as coisas começam a mudar e o casal já sentia as novas responsabilidades.

Por descuidos, vem o segundo filho, um mocinho de cabelos castanhos, seu nome, Connor. Devido a tal fato, o casal começa a organizar-se financeiramente, até mudam-se para uma casa mais espaçosa em um bairro mais seguro. John Grogan consegue boas promoções no serviço, graças ao seu bom rendimento como colunista em grande jornal. Comprometido com as artes de Marley, John, aparentemente sem “inspiração” para escrever sobre o que lhe era indicado no Jornal, começa a escrever sobre coisas que lhe acontecia cotidianamente, e também sobre Marley, e o público leitor gosta muito em especial seu chefe.

A esta altura, com dois filhos pequenos, o trabalhoso Marley, o Jornal, e afazeres, Jenny e John se desentendem por stress e sobre carga. Jenny sugere que John se “desfaça” de Marley. Mas com amor e educação, e a tremenda afinidade do casal, isso era solucionado. Sendo assim, o casal entra em um consenso, e resolve não ter mais filhos, e marcado por efeito cinematográfico e em efeito cômico, Jenny engravida de uma menina loirinha, e desta vez o último filho do casal. Agora sim parece que as coisas estavam indo bem. A família estava bastante harmônica e o casal se adaptava aos filhos.

Então John recebe uma proposta de trabalho que tanto esperava só que, em outra cidade. A família então se muda e John já em seu novo serviço demonstrava-se insatisfeito, seu chefe e todo o seu presente ambiente de trabalho lhe parecia tão sério e fechado, muito diferente do seu antigo trabalho na Flórida. Mesmo assim, a vida estava boa, mas não para Marley.

Marley já não era o mesmo. Toda a energia dantes estava aos poucos se perdendo em conseqüência da velhice. A família Grogan já percebera. Marley tem uma complicação no estômago e fica internado. O clima é bastante tenso. Marley não resistiria a uma cirurgia. A família sente a perda, Marley morre tranquilamente na mesa do consultório veterinário. No dia seguinte é levado para casa e enterrado no quintal da grande e linda casa, com uma singela cerimônia da família Grogan. Jenny, entrega a gargantilha que ganhou de presente de John - Marley havia ingerido esta dando o maior trabalho para a sua recuperação - Jenny, proferiu as palavras: “adeus cãozinho da liquidação”.

Ao final, John, caminhando para dentro de sua casa, faz uma breve reflexão sobre tudo o que lhe aconteceu, Marley, seus filhos, sua esposa, sua vida.

Verdadeiramente uma lição de vida, de amor e dedicação, o filme é adaptado a partir do livro autobiográfico de John Grogan. É interessante expressar aqui a pouca evidência que é dada ao cão, pois diferente de outros filmes, o centro das atenções não é Marley, e sim o casal. O casal por sua vez é um modelo de perseverança e amor, pois em todos os momentos, mesmo os piores, eles mantiveram uma sintonia fantástica abrindo mão dos planos.

Há no filme uma riqueza de recursos que contribuiu para a boa qualidade, entre eles, o elenco, o roteiro, qualidade da trilha, entre outros aspectos, mas o mais interessante, a nível acadêmico para mim, é a lição jornalística deixada por John, pois no momento em que não havia inspiração para o trabalho ele escreveu. Escreveu sobre o que sentia, sobre o que lhe ocorria, e o fato é escrever, ser autêntico. Escrever sobre tudo o que tiver ao alcance e fora também, mesmo que não haja inspiração, escreva, registre, tudo é válido.

Disponível em:

http://luizcarlosbezerra.blogspot.com/2009/08/resenha-do-filme-marley-e-eu.html

3. Questões sobre os textos:

a. Os dois textos tratam da mesmo filme. As críticas são favoráveis ou desfavoráveis ao filme?

b. Os textos descrevem  o filme, expondo (ou informando sobre)  elementos fundamentais para seu reconhecimento? Justifique sua resposta.

c. Em cada uma das resenhas, identifique os trechos que discorrem sobre o enredo do livro.

d. Que fatos do enredo da história são citados nos dois textos?

e. Há nos textos comentários sobre a atuação dos atores, a fotografia, a direção e a trilha sonora? Em caso positivo, localize nos textos os comentários sobre cada um desses aspectos.

f. Observe esse trecho do final do segundo texto: Escrever sobre tudo o que tiver ao alcance e fora também, mesmo que não haja inspiração, escreva, registre, tudo é válido. A quem  é dirigido esse conselho? Justifique sua  resposta.

g. Para persuadir, o crítico escolhe cuidadosamente as palavras que serão usadas. Os vocábulos podem possuir carga positiva  ou negativa, e, ainda, essa carga pode ser intensificada ou não, de acordo com o efeito que se quer produzir.

h. Releia o primeiro parágrafo do texto 2.

Os adjetivos empregados nesse trecho expressam valores positivos ou negativos? Explique.

i.  Uma crítica reflete a opinião pessoal de um jornalista especializado no assunto. Apesar de ponto de vista ser pessoal, esse tipo de texto dificilmente é escrito em primeira pessoa. As resenhas 1 e 2 são escritas em 1ª. e 3ª. pessoa, respectivamente.

Qual é a construção mais eficiente para produzir efeito de “ verdade”?  Por quê?

j. Os dois textos caracterizam-se como resenha descritiva ou resenha crítica? Justifique sua resposta.

Aula 04 (50minutos) 

O professor deverá levar os alunos ao laboratório de informática para assistirem ao vídeo - Globo Repórter, Saúde e Qualidade de Vida.

Disponível  em:

http://www.youtube.com/watch?v=I5TmkW6ur80 

2. Após a exibição do filme, os alunos, em dupla, deverão fazer a resenha crítica sobre vídeo assistido.

3. Os textos serão lidos em sala de aula para que os alunos – com a ajuda do professor - escolham os que melhor atendem ao gênero resenha. Todos os textos serão entregues ao professor  para revisão e aqueles selecionados serão encaminhados para publicação no jornalzinho da escola – ESEBA em notícia.

Aula 05 (50 minutos)

Produção de texto

O professor deverá apresentar aos alunos a seguinte proposta de produção de texto:

Imagine que você foi convidado para escrever uma crítica a respeito de um filme que viu. A crítica será publicada em uma seção especializada de jornal de interesse geral.

Antes de começar a escrever, é preciso que você tenha disponíveis os dados básicos do filme em questão: país de origem, duração, direção, intérpretes, gênero. Comente sobre esses aspectos. Não se esqueça de dar uma idéia geral sobre o enredo do filme.     

Recursos Complementares

Para ampliar o trabalho com resenhas, o professor poderá solicitar aos alunos que assistam a um programa televisivo e façam um resenha, obervando o assunto tratado e se posicionando a respeito.

Para saber mais sobre resenhas, deverão acessar o site:

http://www.criarfazergratis.com/como-fazer-uma-resenha/

Avaliação

Os alunos serão avaliados, coletivamente, por meio das atividades de  análise das resenhas do filme “Marley e eu” e, individualmente, por meio das produções de resenhas do vídeo - Globo Repórter, Saúde e Qualidade de Vida - e de um filme.

Opinião de quem acessou

Quatro estrelas 6 classificações

  • Cinco estrelas 2/6 - 33.33%
  • Quatro estrelas 2/6 - 33.33%
  • Três estrelas 2/6 - 33.33%
  • Duas estrelas 0/6 - 0%
  • Uma estrela 0/6 - 0%

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