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Sobre tipos de discursos

 

19/10/2010

Autor e Coautor(es)
Lazuita Goretti de Oliveira
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UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA

Eliana Dias

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Análise linguística: modos de organização dos discursos
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo Língua Portuguesa Linguagem escrita: leitura e produção de textos
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • construir o conceito de discurso direto e discurso indireto;
  • identificar como ocorre o discurso direto/indireto em textos narrativos e exercitar esses tipos de recursos;
  • produzir um texto narrativo apresentando os diferentes tipos de discurso.  
Duração das atividades
05 aulas de 50 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • Estrutura básica da narrativa.
Estratégias e recursos da aula
  • utilização do laboratório de informática e sala de vídeo;
  • atividades realizadas em grupo ou duplas de alunos;
  • utilização de imagens, textos e vídeos veiculados na internet.

Aula 01 (50 minutos)

Começar a aula, explicando aos alunos que, ao falar ou escrever, estamos sempre dialogando com outras vozes e outros discursos com os quais tivemos contato. Em uma narrativa, os escritores e locutores ao reproduzir outras enunciações, isto é, ao introduzir outras vozes no texto, dispõem de três tipos de discurso: direto, indireto e indireto livre. A escolha de um tipo de discurso ou de outro depende do tipo de texto que se quer produzir ou da finalidade que se tem em vista.

Nessa aula, vamos abordar dois tipos de discurso: direto e indireto que são importantes recursos para organização das vozes no interior do texto narrativo e para a criação e certos efeitos de sentido.

Atividade

1. O professor deverá reproduzir para os alunos a cópia da tirinha de Calvin e  propor a eles que respondam, em dupla,  às questões propostas em seus cadernos. Enquanto as duplas trablham, o professor deverá circular na sala para orientá-los na resolução das questões.

Tirinha disponível em:

http://oinsetohumano.blogspot.com/ 

2. Questões sobre o texto: 

a. Observe os quadrinhos da tira. Verifica-se que há a presença de três discursos, isto é, três vozes: a do narrador, a de Calvin e a da mãe de Calvin.

b. Identifique o trecho dos quadrinhos em que a voz da personagem não aparece integralmente, isto é, o narrador  é quem conta as ações da personagem.

c. Em que  quadrinho, as falas de Calvin e sua mãe  são reproduzidas integralmente?

d. Reescreva o texto da tira – sem os balões – pontuando adequadamente o diálogo direto entre Calvin e sua mãe.

3. Complete  adequadamente as lacunas  com as expressões: discurso direto ou discurso indireto.

a.  No ___________________ , a fala das personagens é reproduzida integralmente no discurso narrativo, conservando sua forma de expressão: tempo verbal, pronomes, etc. Ele é introduzido, geralmente, por travessão ou delimitado por aspas.

b. No _____________________, a fala das personagens é reproduzida pelo narrador, o que provoca nela alterações relacionadas à pessoa, tempos verbais, pronomes. Ocorre ainda o emprego de palavras que ou se.

  • Quando os alunos terminarem as atividades, o professor deverá fazer a correção oralmente, tirnado todas as dúvidas que ocorrerem.

Aula 02 (50 minutos) 

Atividade

I - O professor deverá reproduzir para os alunos a cópia da crônica “Conversinha Mineira” de Fernando Sabino e solicitar que dois alunos façam a leitura dialogada, isto é, cada um representando uma das personagens na frente da turma.  

Disponível em:

http://cronicasurbanas.wordpress.com/2008/09/11/conversinha-mineira/ 

Disponível em:

http://cronicasurbanas.wordpress.com/2008/09/11/conversinha-mineira/ 

Conversinha Mineira

Fernando Sabino

_ É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

_ Sei dizer não senhor: não tomo café.

_ Você é dono do café, não sabe dizer?

_ Ninguém tem reclamado dele não senhor.

_ Então me dá café com leite, pão e manteiga.

_ Café com leite só se for sem leite.

_ Não tem leite? _ Hoje, não senhor.

_ Por que hoje não?

_ Porque hoje o leiteiro não veio.

_ Ontem ele veio?

_ Ontem não.

_ Quando é que ele vem?

_ Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.

_ Mas ali fora está escrito "Leiteria"!

_ Ah, isso está, sim senhor.

_ Quando é que tem leite?

_ Quando o leiteiro vem.

_ Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?

_ O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?

_ Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

_ Sei dizer não senhor: eu não sou daqui. Há quanto tempo o senhor mora aqui?

_ Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.

_ Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?

_  Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.

_ Para que Partido?

_ Para todos os Partidos, parece.

_ Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.

_ Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...

_ E o Prefeito?

_ Que é que tem o Prefeito?

_ Que tal o Prefeito daqui?

_ O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.

_ Que é que falam dele?

_  Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

_ Você, certamente, já tem candidato.

_ Quem, eu? Estou esperando as plataformas.

_  Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?

_  Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...

Texto extraído do livro "A Mulher do Vizinho", Editora Sabiá - Rio de Janeiro, 1962, p. 144.

Disponível em:

http://cronicasurbanas.wordpress.com/2008/09/11/conversinha-mineira/ 

Disponível em:

http://sabino-interagindo.blogspot.com/2010/06/conversinha-mineira-fernando-sabino_02.html 

Professor, antes de trabalhar o texto, ofereça a seus alunos informações sobre o autor. Veja abaixo:

Nascido em Belo Horizonte no dia 12 de outubro de 1923, o escritor e cronista Fernando Tavares Sabino era o último vivo do quarteto mineiro de escritores integrado por Hélio Pellegrino (1924-88), Otto Lara Resende (1922-92) e Paulo Mendes Campos (1922-91). Essa amizade inspirou Sabino a escrever "O Encontro Marcado" (1956), seu livro de maior sucesso. [...]

Informações disponíveis em:

http://www.releituras.com/fsabino_bio.asp 

II - Questões sobre o texto "A Mulher do Vizinho":

1. Observe que todo o texto  é construído em forma de diálogo, isto é, ele reproduz diretamente as fala das personagens, sem intromissão do narrador. Que efeito esse recurso provoca no texto?

2. O viajante /freguês e o mineiro do balcão conversam.

a. Em que lugar ocorre a conversa?

b. Pode-se dizer que o fato de “o mineiro do balcão” demonstrar-se ingênuo e desinteressado torna o texto cômico?

3. Você concorda que:

a. Fernando Sabino retrata no texto “Conversinha Mineira”  a realidade da maior parte da população brasileira, a qual é composta de pessoas sem nenhum preparo pessoal ou intelectual para responder pela condução dos destinos do País, dos seus Estados e dos seus Municípios, mas que têm nas mãos o poder de determinar quem vai representar todo o conjunto da sociedade nos Poderes Executivo e Legislativo?  Justifique sua resposta.

b. Como se pode analisar o comportamento do mineiro em relação à irresponsabilidade do leiteiro, que só aparece quando quer para levar o leite a um estabelecimento comercial  que se denomina “Leiteria”?

4. A crônica “Conversinha Mineira” se assemelha ao texto teatral, pois assim como nesse texto, não apresenta narrador. Numa peça teatral, tomamos conhecimento da história por meio da ação das persnagens.

Responda: como o leitor toma conhecimento dos fatos na crônica “Conversinha Mineira”?

Ao final, pedir aos alunos que leiam suas respostas. Fazer comparações com as respostas de outros e discuti-las até retirar todas as dúvidas.

Aula 03 (50 minutos) 

Atividade 

1. O professor deverá levar os alunos ao laboratório de informática para assistirem ao vídeo - Conversinha Mineira.

Vídeo disponível em:

http://www.youtube.com/watch?v=HidlEZda2MA 

Imagem disponível em:

http://esteemeujeito.blogspot.com/2009_01_18_archive.html 

2.  Na sequência, o professor deverá pedir aos alunos que comparem o  vídeo “Conversinha Mineira” com o texto escrito e devrá chamar atenção deles para a seguinte observação:

Quando, no texto escrito, não se pode  contar com as imagens ou desenhos, usam-se  apenas os recursos que a língua oferece para indicar a situação de comunicação:

- verbos de fala – ou elocucional /discendi – para introduzir a fala das personagens, como perguntar, responder, ameaçar, informar, etc;

- sinais de pontuação para separar as falas da personagens da narração da história – travessão e aspas – e pontos de exclamação e interrogação para marcar a atitude daqueles que falam.

Aula 04 (50 minutos)

Atividade

I - Para esta atividade, o professor deverá reproduzir para os alunos a cópia da crônica “O padeiro” de Rubem Braga.

Disponível em:

http://marasenna.blogspot.com/2010/01/o-padeiro-rubem-braga.html 

O padeiro 

Rubem Braga

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quanto vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas para não incomodar os moradores, avisava gritando:

__ Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a idéia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma cada e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicara que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como o pão saindo do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque o jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo como o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”

E assobiava pelas escadas.

Rio, maio, 1956

Texto extraído do livro “200 Crônicas escolhidas – As melhores de Rubem Braga”, Record, 1984 e disponível em:

http://www.tvcultura.com.br/aloescola/literatura/cronicas/rubembraga.htm  

  • Antes da leitura do texto, o professor deverá perguntar aos alunos: O que pode haver em comum entre o trabalho de jornalista e o trabalho de padeiro?
  •  O professor deverá ouvir os alunos e depois complementar as respostas dos estudantes, se necessário.

2. A seguir, os alunos deverão fazer a leitura silenciosa do texto. Após a leitura, o professor deverá conversar com eles a respeito do texto:

a. Afinal, o que há de comum  entre o trabalho de jornalista e o trabalho de padeiro?

b. O que significa “abluções”?

c. Qual o sentido da expressão “greve do pão dormido”?

Observação: Caso seja necessário, os alunos deverão utilizar o dicionário para esta atividade.

II – Os alunos, em grupo de quatro pessoas, deverão responder às questões sobre o texto.

1. Na crônica “O padeiro”, o narrador, enquanto toma seu café da manhã, recorda-se de um antigo entregador de pães.

a. Por que o entregador dizia que não era ninguém quando batia à porta das casas das pessoas para deixar o pão?

b. Segundo o entregador, como ele teve a ideia de se identificar assim às pessoas?

2. Identifique no texto, o parágrafo em que o narrador se compara ao padeiro.

a. O que há de comum entre a atividade de ambos?

b. Transcreva o trecho do texto em que o narrador compara o resultado de sua atividade com o resultado da atividade do padeiro.

3. O narrador considera mais ou menos importante do que o padeiro? Justifique sua resposta com passagens do texto.

4.  Qual a lição que o narrador revela ter aprendido com o padeiro? Comente.

5. Observe esta passagem do texto:

" Quanto vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas para não incomodar os moradores, avisava gritando:

 __ Não é ninguém, é o padeiro!"

a. Nesse trecho, verifica-se a voz do narrador e a voz da personagem. Em que tipo de discurso - direto ou indireto - é reproduzida a fala da personagem?

b. Identifique, na passagem acima, a locução verbal que introduz a fala da personagem.

6. Na passagem do discurso direto para o indireto, ocorrem alterações gramaticais importantes:

  • verbos no presente do indicativo passam para o pretérito imperfeito;
  • os pronomes de 1ª. pessoa são substituídos por pronomes de 3ª. pessoa;
  • os pronomes demontrativos este(a)(s), isto, isso são substituídos por aquele(a)(s), aquilo;
  • utilização de um novo verbo – discendi ou elocucional – para introduzir a fala do locutor, tais como: dizer, pedir, explicar, responder, exclamar, suplicar, etc.;
  • advérbios e locuções adverbiais como: hoje, ontem, amanhã, aqui, cá, aí – são substituídos respectivamente por: naquele dia, no dia anterior, no dia seguinte, ali, lá.

Exemplo:

Discurso direto:

O viajante perguntou:

__É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

Discurso indireto:

O viajante perguntou se o cafezinho dali era bom mesmo.

Reescreva  as frases, a seguir, passando os trechos em discurso direto para o discurso indireto e fazendo as adaptações necessárias.

a. O homem avisava gritando:

 __ Não é ninguém, é o padeiro.

b. __ Aprendi isso de ouvido __ o padeiro explicou.

c. __ Nossa reivindicação é justa! __bradou o grevista.

7. Reescreva o trecho abaixo, passando o discurso indireto para o discurso direto. Faça as adaptações necessárias.

 “Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma cada e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; [...]”

Aula 05 (50 minutos) 

Atividade

Produção de texto

O professor deverá apresentar aos alunos a seguinte proposta de produção de texto:

Em dupla, passem o texto “Conversinha Mineira” para o discurso indireto.

Realizem a modificações necessárias:  criem um narrador de terceira pessoa para contar a história; utilizem verbos de elocucionais para introduzir o que as personagens falam; mudem os tempos verbais do presente para o pretérito; alterem a pontuação; utilizem pronomes para não repetir sempre o nome das personagens.  

Recursos Complementares

O professor poderá levar os alunos ao laboratório de informática para, em dupla, pesquisarem sobre discurso direto e indireto.

Professor, caso queira mais informações, acesse os sites:

http://www.algosobre.com.br/redacao/tipos-de-discursos.html 

http://www.infoescola.com/redacao/tipos-de-discurso/ 

http://falabonito.wordpress.com/2006/12/13/narracao-discursos-direto-indireto-e-indireto-livre/ 

Avaliação

Os alunos serão avaliados, coletivamente, por meio das atividades de  análise das crônicas "Conversinha Mineira" de Fernando Sabino; "O padeiro" de Rubem Braga  e, individualmente, por meio da produção de texto "Conversinha Mineira" -  ao mudarem o discurso direto para o discurso indireto.

Opinião de quem acessou

Quatro estrelas 5 classificações

  • Cinco estrelas 4/5 - 80%
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Opiniões

  • ZILMA PEREIRA DE OLIVEIRA, ETI - BEIRA RIO , Tocantins - disse:
    zilmapo@gmail.com

    26/10/2013

    Cinco estrelas

    muito bem elabora com uma metodologia que com certeza agradará aos alunos, a seleção dos textos foi excelente. adoro esses dois autores e os alunos costumam se divertir com os textos deles.


  • Alan, CEMD , Rio de Janeiro - disse:
    mateus.alan@hotmail.com

    06/10/2013

    Cinco estrelas

    excelente proposta de aula


  • Larissa, em norma sueli borges , Minas Gerais - disse:
    larissa2m@uberabadigital.com

    12/03/2012

    Cinco estrelas

    Excelente proposta! Explorar bons textos motiva os alunos.


  • Célia Guimaraes Vasconcelos, CEC Pereira Ignacio , Rio de Janeiro - disse:
    celiagvbm@hotmail.com

    26/05/2011

    Quatro estrelas

    Achei bem interessante comparação do texto com o curta onde podemos mostrar aos alunos que os recursos que o vídeo oferece pode ser colocado no texto através dos sinais de pontuação, dos verbos dicendis, aspas... Dá para fazer uma movimentação legal na aula. Gostei.


  • arryanne, E.E Antonio Cristino Cortes , Mato Grosso - disse:
    tika.bg@hotmail.com

    16/03/2011

    Cinco estrelas

    legall


Sem classificação.
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