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Ventos: diferentes tipos

 

01/10/2010

Autor e Coautor(es)
Lindomar de Oliveira Untaler
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UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA

Claúdia Regina M.G. Fernandes; Lérida de Oliveira

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Inicial Ciências Naturais Ambiente
Ensino Médio Geografia Questões ambientais, sociais e econômicas
Ensino Fundamental Inicial Meio Ambiente Ciclos da natureza
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Identificar características de diferentes tipos de vento
  • Conhecer possibilidades de utilização do vento como forma de energia
  • Reconhecer a importância do vento para o homem
Duração das atividades
04 AULAS (50 MINUTOS CADA)
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Conhecimentos básicos sobre a a temática.

Estratégias e recursos da aula

Fonte: orquideaamaisbelaflor.blogspot.com    

Cabe ao/a professor/a entregar os textos para os/as alunos/as e solicitar, em um primeiro momento, que os/as mesmos/as façam uma leitura silenciosa e individual. Caso o/a professor/a não tenha recursos para a impressão dos textos, cabe a ele/a preparar transparências para serem projetadas com retroprojetor para que os/as alunos/as façam a leitura. Em um segundo momento, cada aluno/a pode fazer a leitura até um certo ponto do texto para que todos/as participem. Em um terceiro momento o/a professor/a pode propor uma leitura mais detalhada e em seguida solicitar que os/as alunos/as grifem as palavras desconhecidas.   

TEXTO 1: Os ventos

O Sol aquece a superfície da Terra. Essa aquece os gases do ar. A camada de ar aquecida próxima da superfície sobe para as partes mais altas e vai esfriando. O ar frio desce para ocupar o lugar do ar quente que subiu. O ar frio desce até a superfície da Terra se aquece e sobe, começando tudo novamente. Esse movimento constante do ar devido às diferenças de temperatura é o VENTO.   

Direção do vento à beira-mar muda ao anoitecer

O vento forma-se também devido à diferença de pressão atmosférica. O ar se desloca das áreas de alta pressão para as de baixa pressão:

  •  áreas frias têm maior pressão.
  •  áreas quentes têm menor pressão.

Quantos maiores essas diferenças, mais forte serão os ventos. Existem ventos que nunca param. São os ventos alísios, que sopram nas regiões tropicais; e também os polares, que vão dos pólos para as regiões temperadas. Esses ventos são constantes. Há também ventos periódicos, como as brisas (frequentemente nos litorais, montanhas e vales) e as monções (que atingem o sul e o sudeste da Ásia). Quando é verão no continente asiático, as monções sopram do oceano para a terra. No inverno ocorre o contrário; sopram do continente asiático para o oceano.

Para medir a velocidade dos ventos e saber sua direção usamos o anemômetro, o catavento e a biruta.

  • O anemômetro mede a velocidade dos ventos nos observatórios meteorológicos e nos aeroportos.   

  

Fonte: http://redin.lec.ufrgs.br/images/5/51/2110_Medindo_a_velocidade_do_vento_-_anem%C3%B4metro.jpg   acesso feito dia 19/09/2010 

  • O catavento indica a direção dos ventos: norte, sul, leste, oeste ou outras.

Fonte: http://files.nireblog.com/blogs1/aimagemdapaisagem/files/233ipnc_2480m.jpg acesso feito dia 19/09/2010  

  •  A biruta indica a direção dos ventos nos aeroportos para orientar pousos e decolagens.  

Fonte: http://ventos.pbworks.com/f/1205345033/foto%20biruta3.jpg acesso feito dia 19/09/2010  

Fonte: Livro “Eu gosto – Ciências Naturais”   
Autores Célia Passos e Zeneide Silva
Editora IBEP

TEXTO 2: Os tipos de ventos 

O vento pode ser considerado como o ar em movimento. Resulta do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferenças de pressão atmosférica entre duas regiões distintas e é influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo. Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica, estando diretamente relacionadas à radiação solar e aos processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude e amplitude térmica. Os diferentes tipos de ventos geralmente são classificados levando em conta três fatores: a pressão, a temperatura e a velocidade da camada de ar. Vamos limitar nossa classificação estudando os ventos de acordo com sua velocidade.

  • Vento: termo genérico que identifica o ar em movimento, independente da velocidade
  • Brisa: é um vento de pouca intensidade, que geralmente não ultrapassa os 50 km/h.
  • Monção: começa no início de junho no sul da Índia. São ventos periódicos, típicos do sul e do sudeste da Ásia, que no verão sopram do mar para o continente. A monção geralmente termina em setembro, caracterizando-se por forte chuva associada a ventos.
  • Ciclone: Caracteriza-se por uma tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta velocidade de rotação. Evidencia-se quando ventos superam os 50 km/h.
  • Furacão: vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 119 km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos Estados Unidos. Giram no sentido horário (no hemisfério sul) ou anti-horário (no hemisfério norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica.
  • Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar da China e atingem o leste asiático.
  • Tornado: é o mais forte dos fenômenos meteorológicos, menor e mais intenso que os demais. Com alto poder de destruição, seus ventos atingem até 500 km/h. O tornado ocorre geralmente em zonas temperadas do hemisfério norte.
  • Vendaval: vento forte com um grande poder de destruição, que chega a atingir até 150 km/h. Ocorre geralmente de madrugada e sua duração pode ser de até cinco horas.
  • Willy-willy: nome que os ciclones recebem na Austrália e demais países do sul da Oceania.

Folha Online, matéria “Saiba mais sobre tipos de ventos e tempestades”, 06/07/2005
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u348086.shtml acesso feito dia 19/09/2010    

1º momento: começando a conversa

Cabe ao/a professor/a apresentar no quadro as questões abaixo para que os/as alunos/as respondam individualmente no caderno e posteriormente façam uma discussão coletiva.

1- Marque com um X as afirmativas corretas.

(X) Os ventos influenciam na temperatura, levando ar quente ou frio de uma região para outra.

(X) Os ventos transportam as nuvens, o que ajuda a distribuir as chuvas em várias regiões.

(X) Os ventos dispersam a poluição nas cidades industrializadas.

(   ) Os ventos são responsáveis pela formação do gelo nos Pólos Norte e Sul.

(X) Os ventos auxiliam na reprodução das plantas.

2- Responda:

a) O que é o vento? Vento é o ar em movimento
b) O que é brisa? Brisa é o vento fraco e agradável
c) Qual o nome do vento extremamente forte? Furacão

3- Escreva o que se pede:

Para que serve cada um dos aparelhos abaixo?  

  • O anemômetro: mede a velocidade dos ventos nos observatórios meteorológicos e nos aeroportos
  • O catavento: indica a direção dos ventos: norte, sul, leste, oeste ou outras        
  • A biruta: indica a direção dos ventos nos aeroportos para orientar pousos e decolagens 

4-     Complete a frase:

O ar se deslocadas áreas de __________________ (alta pressão) para as áreas de _______________ (baixa pressão)  

2º momento: trabalhando a tecnologia

Nesse momento, cabe ao/a professor/a trabalhar o Texto 3 – adotando os procedimentos já descritos – e apresentar no quadro as questões abaixo para que os/as alunos/as respondam individualmente por escrito no caderno e posteriormente façam uma discussão coletiva.

TEXTO 3:  Importância crescente da energia eólica é tema de relatório lançado pelo Greenpeace   

Para entidade, energia do vento pode ser responsável por 10% das necessidades mundiais de eletricidade até o ano 2020

A energia do vento (eólica) pode garantir 10 por cento das necessidades mundiais de eletricidade até o ano 2020, criar 1,7 milhão de novos empregos e reduzir a emissão global de dióxido de carbono na atmosfera em mais de 10 bilhões de toneladas. Estes são os principais dados de um novo relatório internacional elaborado pelo Greenpeace, pela Associação Européia de Energia Eólica (EWEA) e pelo Fórum pela Energia e Desenvolvimento e lançado hoje em Bruxelas (Bélgica) durante um seminário sobre fontes de energias renováveis. O relatório "Wind Force 10: A Blueprint to Achieve 10% of the World’s Electricity from Wind Power by 2020" mostra que um total de 1,2 milhão de Megawatts (MW) de energia eólica pode ser instalado ao redor do mundo até 2020, produzindo mais que o total de energia necessária para alimentar toda a Europa hoje.

"A assinatura do Protocolo de Kyoto sinalizou para a indústria de energia o início do fim do uso de combustíveis fósseis", diz Corin Millais, da Campanha de Energia Renovável do Greenpeace. "Os governos devem agora agir para estabelecer um marco legal que inclua prazos para implantação de fontes energéticas renováveis. Não há desculpa para a passividade porque a energia eólica tem todas as condições de substituir de forma lucrativa as fontes tradicionais de energia". Até o ano passado, a força do vento foi a fonte de energia de maior crescimento no mundo, com uma média de 40,2 de crescimento ao redor do mundo entre 1994-1998 e 10 mil Megawatts de capacidade instalada em mais de 50 países, incluindo o Brasil. Apesar de suprir cerca de 10% nas necessidades de eletricidade da Dinamarca, por exemplo, a contribuição da energia eólica em todo o mundo permanece abaixo de seu potencial, com uma média de 0,15%.

"O Brasil poderia ter uma participação efetiva e estratégica neste mercado porque possui áreas excelentes para captação de energia do vento, como o nordeste e a costa norte do Rio de Janeiro", diz Roberto Kishinami, Diretor-Executivo do Greenpeace Brasil. "Ao invés de o governo pensar em enterrar bilhões de dólares na finalização da usina nuclear de Angra II e na construção de Angra III, deveria tomar uma atitude mais inteligente e investir até dez vezes menos em fontes de energia renováveis e de baixo impacto sobre o meio ambiente, como a eólica".

Fonte: http://www.fiescnet.com.br/gestaoambiental/noticias/11-eolica.htm acesso feito dia 19/09/2010 

  1. O que é energia eólica? É a energia obtida a partir do vento.
  2. Essa forma de energia polui o ambiente? Não. Ela é energia mais limpa do planeta.
  3. Quais são os impactos ambientais causados na obtenção de energia eólica? São dois impactos: alterações da paisagem e ruído das hélices   

3º momento: navegando na interdisciplinaridade

Nesse terceiro momento da aula a idéia é abordar o tema em questão na perspectiva da interdisciplinaridade. Cabe ao/a professor/a de Ciências entrar em contato com o/a professor/a de Geografia pedir sua contribuição para que, durante sua aula, seja exibido e discutido o vídeo “Como se formam os ventos?”. Com isso, os/as alunos/as poderão obter um melhor aproveitamento do conteúdo trabalhado na aula de Ciências, assim como poderão apresentar um bom engajamento na aula de Geografia.

Como se formam os ventos 

4º momento: trabalhando a curiosidade na interdisciplinaridade

Cabe ao/a professor/a de Ciências entrar em contato com o/a professor/a de História e pedir sua contribuição para que, durante sua aula, seja feita com os/as alunos/as uma discussão sobre a importância econômica e cultural dos moinhos na história da humanidade. O/a professor/a de História deve trabalhar com os/as alunos/as o Texto 4, adotando, para tanto, os procedimentos já descritos. Desse modo, os/as alunos/as podem compreender e visualizar melhor o funcionamento do vento através da história dos moinhos. Além disso, podem obter um melhor aproveitamento do conteúdo trabalhado na aula de Ciências, assim como podem apresentar um bom engajamento e maior interesse durante as aulas de História.

TEXTO 4: Os moinhos

Por: Denise de Moraes Melo

O moinho d’água era conhecido na Ilíria desde o século II a.C., na Ásia Menor desde o século I a.C. e existiu no mundo romano, onde foi construído pela primeira vez. Os romanos substituíram as antigas rodas horizontais pelas rodas verticais com uma engrenagem que religava o eixo horizontal da roda ao eixo vertical. Porém, praticamente não as utilizavam, em parte porque possuíam escravos em número suficiente para não se preocuparem com máquinas poupadoras de mão-de-obra e em parte porque na maioria dos territórios romanos não abundavam correntes rápidas. No século IX o moinho hidráulico já estava difundido no Ocidente, mas seu pleno desenvolvimento encontra-se entre os séculos XI e XIV, onde alguns registros mostram o dobro de construções existentes nos períodos anteriores. Os moinhos d’água eram utilizados para fins artesanais e industriais, mas tinham como principal tarefa a moagem de grãos.

Depois de dominarem completamente a complexa tecnologia da construção dos moinhos d’água, os europeus voltaram a atenção para o aproveitamento da energia eólica. Por volta de 1170 surgiram os primeiros moinhos de vento, com o corpo central rotativo para acompanhar a direção do vento. A partir de então, em terras planas como as da Holanda, onde não havia correntes rápidas, os moinhos de vento se proliferaram. No início do século XII eram feitos de madeira, e ao final do século passaram a ser feitos de ferro e sem o corpo rotativo.

Embora os moinhos de vento fossem, sobretudo, utilizados para a moagem de grãos, logo foram adaptados para movimentar serras, fabricar tecidos, espremer óleo, fazer cerveja, proporcionar força a forjas e esmagar a polpa para produzir papel. A origem do moinho de vento ainda não é clara, mas parece ter sido uma influência oriental, já que eram conhecidos na China e na Pérsia no século VII, e mencionados na Espanha no século X. Entretanto, a localização dos primeiros moinhos de vento, atualmente notados numa zona limitada em torno do Canal da Mancha (Normandia, Ponthieu, Inglaterra), e as diferenças de tipos, entre o moinho oriental, o ocidental e o mediterrânico, não tornam improvável a aparição independente do moinho de vento nestas três regiões.

Durante a Alta Idade Média toda construção de um moinho era atribuída ao nome de um santo que o introduziu naquela região, tudo devido a forte influência religiosa da época. Durante o período feudal os moinhos pertenciam aos senhores, e só podiam ser utilizados por servos ou camponeses mediante o pagamento de uma taxa abusiva. Além disso, os moinhos eram tidos como lugares de encontros e de prostituição, conhecidos como “taverna banal”. Os leprosos eram proibidos de freqüentar os moinhos, devido ao medo de contagio tido pelo resto da população.

Segundo Jacques Le Goff a “revolução” do moinho atingiu tanto o campo quanto a cidade. Na sociedade medieval tiveram de ocorrer mudanças nas condições históricas e culturais para que se permitisse compreender plenamente a utilidade e a ampla vantagem do moinho.

Bibliografia:

BURNS, Edward, McNall. Alta Idade Média(1050 – 1300): Instituições econômicas e políticas. In: História da civilização ocidental: do homem das cavernas às naves espaciais. São Paulo: Globo, 2000, p.237-269.

LE GOFF, Jacques. A vida material (séculos 10º-13º). In: A Civilização do Ocidente Medieval. Bauru, São Paulo: Edusc, 2005, p. 191-256. LE GOFF, Jacques. SCHMITT, Jean-Claude. A Cidade. In: Dicionário Temático do Ocidente Medieval. São Paulo: Edusc, 2002, vol. I.

FRUGONI, Chiara. Invenções da Idade Média. Jorge Zahar Editor.

Fonte: http://www.meuartigo.brasilescola.com/historia-geral/os-moinhos.htm acesso feito 19/09/2010 

5º momento: brincando e aprendendo na interdisciplinaridade

Cabe ao/a professor/a de Ciências entrar em contato com o/a professor/a de Artes e pedir sua contribuição para que, durante sua aula, seja confeccionado um CATAVENTO, por meio do qual os/as mesmos/as poderão trabalhar, de forma lúdica, com o conhecimento que adquiriram na aula de Ciência sobre os diferentes tipos de ventos. Com isso, os/as alunos/as poderão obter um melhor aproveitamento do conteúdo trabalhado na aula de Ciências, assim como poderão apresentar um bom engajamento e maior interesse durante as aulas de Artes.

Arte em Papel:

O catavento de papel gira como a força do vento, assim é possível perceber o ar em movimento.

 

Materiais e métodos: 

1 pedaço de cartolina ou papel cartão – pode ser material reutilizado, pois os/as alunos/as irão pintá-lo.
1 tachinha.
1 vareta de papel.   

Pinte com as cores que desejar as partes marcadas com um círculo. Recorte sobre as linhas tracejadas. Passe cola no centro do papel e cole as pontas das partes que não estão pintadas. Prenda o cata-vento em uma varinha de madeira usando a tachinha.  

6º momento: versando e aprendendo na interdisciplinaridade

Cabe ao/a professor/a de Ciências entrar em contato com o/a professor/a de Língua Portuguesa e pedir sua contribuição para que, durante sua aula, seja feita com os/as alunos/as uma discussão interpretativa e reflexiva sobre os poemas “Poemas ao Vento” e “Poesia na Eternidade”, de Fernando Pessoa. Com isso, os/as alunos/as poderão obter um melhor aproveitamento do conteúdo trabalhado na aula de Ciências, assim como poderão apresentar um bom engajamento na aula de Língua Portuguesa.    

Poemas ao Vento...

Vento que passas  
Nos pinheirais  
Quantas desgraças  
Lembram teus ais.  
Quanta tristeza,  
Sem o perdão  
De chorar pesa  
No coração.

E ó vento vago  
Das solidões  
Traze um afago  
Aos corações.

À dor que ignoras  
Presta os teus ais,  
Vento que choras  
Nos pinheirais.   
Sopra o vento,
sopra o vento,  

Sopra alto o vento lá fora;  
Mas também meu pensamento  
Tem um vento que o devora.  
Há uma íntima intenção  
Que tumultua em meu ser  

E faz do meu coração  
O que um vento quer varrer;
Não sei se há ramos deitados  
Abaixo no temporal,  
Se pés do chão levantados  
Num sopro onde tudo é igual.
Dos ramos que ali caíram  
Sei só que há mágoas e dores  
Destinadas a não ser  
Mais que um desfolhar de flores   

A poesia na eternidade   

Sopra o vento,
sopra o vento,
Sopra alto o vento lá fora;
Mas também meu pensamento
Tem um vento que o devora.
Há uma íntima intenção
Que tumultua em meu ser
E faz do meu coração
O que um vento quer varrer;

 Não sei se há ramos deitados
Abaixo no temporal,
Se pés do chão levantados
Num sopro onde tudo é igual.

Dos ramos que ali caíram
Sei só que há mágoas e dores
Destinadas a não ser
Mais que um desfolhar de flores

Recursos Educacionais
Nome Tipo
Como se formam os ventos Animação/simulação
Recursos Complementares

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=zJ3R3QTj-JM  acesso feito 13/09/2010

Fonte: http://lucasgamesdepc.blogspot.com/2008/05/os-tipos-de-ventos.html  acesso feito dia 19/09/2010  

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Moinho_de_vento acesso feito dia 19/09/2010 

Avaliação

A avaliação dos/as alunos/as pode ser feita em todos os momentos da aula: durante a leitura dos textos, na apresentação de comentários e questionamentos ou a execução das atividades propostas. A avaliação pode ser feita a partir das contribuições individuais ou das contribuições do grupo como um todo, assim como a partir do envolvimento dos/as alunos/as nas atividades solicitadas.  

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