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A Nova Divisão Internacional do Trabalho

 

30/11/2010

Autor e Coautor(es)
Leandro Faber Lopes
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JUIZ DE FORA - MG COL DE APLICACAO JOAO XXIII

Oswaldo José Bueno Alves da Silva

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Médio Geografia Produção e organização do espaço geográfico: projeções cartográficas
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo Outros Evolução tecnológica e as novas territorialidades em rede
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

O aluno deverá compreender o atual processo de expansão geográfica das empresas multinacionais; sendo capaz também de estabelecer relações entre a Nova DIT e a Globalização. Espera-se que ele identifique e analise transformações socioeconômicas no seu município, estado ou região, decorrentes da Nova DIT. Além disso, que desenvolva a leitura e análise de mapas e compreenda sua importância para a representação espacial de fenômenos (naturais ou humanos).

Duração das atividades
Duas aulas de cinquenta minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Divisão Internacional do Trabalho (DIT); Fordismo; Globalização; Multinacional; Revolução Tecnocientífica; Fatores Locacionais da Indústria.

Estratégias e recursos da aula

Introdução

Através de filiais, fusões, associações etc., as multinacionais foram implantadas no mundo todo, adaptando-se às necessidades dos mercados nacionais e valendo-se da disputa entre países pelos investimentos produtivos. O Brasil e outros países latino-americanos, sobretudo após a II Guerra, constituem-se em áreas de expansão das multinacionais norte-americanas, japonesas e europeias, com destaque para as primeiras. Ao mesmo tempo, consolida-se o processo de globalização, caracterizado pelo significativo aumento dos fluxos internacionais de capitais, produtos, informações, tecnologias e trabalhadores.

Aula 01   

1º passo:

Professor (a), reproduza para a turma os textos abaixo relacionados, que servirão de base para esta aula.

A atual Divisão Internacional do Trabalho (DIT)

Antes de caracterizarmos a atual Divisão Internacional do Trabalho, também conhecida como Nova DIT, começaremos pela leitura da figura 1 e dos textos 1 e 2.

                                                                                                                    Figura 1

Disponível em: http://dugabrielcruz.blogspot.com/2010_04_01_archive.html, acessado em: 19/10/2010. 

Texto 1

“É nosso objetivo estar presente em todo e qualquer país do mundo [...]. Nós, na Ford Motors Company, olhamos o mapa do mundo como se não existissem fronteiras. Não nos consideramos basicamente uma empresa americana. Somos uma empresa multinacional. E quando abordamos um governo que não gosta dos Estados Unidos, nós sempre lhe dizemos: De quem você gosta? Da Grã-Bretanha? Da Alemanha? Nós temos várias bandeiras. Nós exportamos de todos os países”.

(SANDRONI, P. Novo Dicionário de Economias. SP: Círculo do Livro, 1994. Apud. BOLIGIAN, 2007, p. 447)

Texto 2

“Para as finalidades empresariais, as fronteiras que separam uma nação da outra são tão reais como o Equador. Consistem meramente em demarcações convenientes de entidades étnicas, linguísticas e culturais.”

(BARNET, R., Müller, R. O poder global. Rio de Janeiro: Record, 1974. p. 79. Apud. MAGNOLI, 2008. p. 107)

Atividade:

Com base na figura e nos textos acima, responda:

1. A ilustração e os textos acima fazem referência a que processo?

2. É possível identificar, através de sua leitura algum traço comum a respeito de procedimento adotado pelas grandes empresas atualmente?

3. Que relações existem entre as estratégias dessas empresas e o processo de globalização?

4. No caso da figura, que título você daria a ela? Você conhece algumas daquelas logomarcas e o que aquelas empresas produzem? Elas estão presentes no território brasileiro?

2º passo:

Agora, com objetivo de retomar certos conteúdos e conhecimentos trabalhados anteriormente, relembre-os com a turma, conforme sugestão abaixo.

Vamos relembrar: nas aulas anteriores estudamos os ciclos iniciais da industrialização, quando discutimos questões como a DIT clássica e os padrões tradicionais de localização industrial. Leia o texto 3.

Texto 3

Até aproximadamente a primeira metade do século XX, era pequena a presença de multinacionais no mercado internacional. Naquela época, os países pobres mantinham suas economias voltadas, basicamente, à produção e exportação de gêneros primários (produtos agrícolas, matérias-primas de origem vegetal e mineral etc.). Por outro lado, os países mais ricos do hemisfério Norte concentravam a produção e exportação mundial de produtos industrializados. Os elevados custos de transferência nos ciclos iniciais da industrialização, principalmente em função do reduzido desenvolvimento dos meios de transporte, limitavam as opções de localização da indústria.   Devido à importância do carvão mineral como fonte de energia, durante o século XIX, na Europa as bacias carboníferas condicionaram a formação de grandes regiões industriais; concentrações menores formavam-se nas áreas produtoras de minério de ferro. Mesmo com a perda gradativa da importância do carvão, ao longo da primeira metade do século XX, e com o desenvolvimento dos transportes, a lógica das economias de aglomeração manteve a concentração da produção da indústria mundial associada à proximidade das jazidas carboníferas e das reservas minerais. A emergência das linhas de montagem e do sistema de produção em série, por motivos que já estudamos, reafirmou as vantagens locacionais das grandes regiões industriais.   

Texto adaptado de MAGNOLI, D. & ARAUJO, R. Geografia: a construção do mundo: geografia geral e do Brasil. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2005. Cap. 8.

Atividade:

A partir da leitura do texto 3, responda:

1. Explique a principal característica da velha divisão internacional do trabalho.

2. Quais eram as vantagens locacionais das grandes regiões industriais na Europa?

3. Em termos de localização industrial, o que mudou a partir das últimas décadas do século XX?

Professor (a), dê prosseguimento à aula com as seguintes abordagens (textos 4 e 5):

Texto 4

“Os novos padrões locacionais apontam no sentido da desconcentração espacial das indústrias e na emergência de novos polos produtivos, afastados das aglomerações tradicionais”.   (MAGNOLI, D. & ARAUJO, R. Geografia: a construção do mundo: geografia geral e do Brasil. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2005. p. 143.)

O professor fará algumas considerações, por exemplo, ao esclarecer que, em termos geográficos, a industrialização se espraiou por vastas regiões do mundo subdesenvolvido, sobretudo no Sudeste da Ásia e na América Latina, que em setores diversos ocupam fatias cada vez mais significativas da produção mundial.   

Texto 5             

Nas últimas décadas, muitos países que tinham uma economia destinada basicamente à produção de bens primários, como produtos da agricultura e da mineração, têm recebido em seus territórios a implantação de filiais ou subsidiárias de multinacionais. Esse fato vem alterando drasticamente suas características econômicas e suas funções dentro da nova divisão internacional do trabalho (DIT).             

Observe as ilustrações abaixo:

DIT CLÁSSICA

NOVA DIT

(Fonte das ilustrações: http://angeladohs.blogspot.com/2010/05/subdesenvolvimento-e-nova-dit-textos-e.html, em 20-11-2010) 

Atividade:

1. Pelo que vimos até este ponto, quais foram os impactos do esgotamento do fordismo e do nascimento da revolução tecnocientífica e informacional sobre os velhos padrões locacionais da indústria?

2. A partir das ilustrações acima, analise as principais mudanças que ocorreram na divisão internacional do trabalho.

3. Quais foram os maiores impactos da Nova DIT sobre as economias dos países subdesenvolvidos?

3º passo:

Peça aos alunos que localizem no Geoatlas* os seguintes planisférios:

- Dinamismo Econômico;

- Poderio Econômico, com destaque para Espaços Industriais e Repartição da Riqueza Mundial;

- Brasil – Indústria e Brasil – Rede Urbana;

* O Atlas indicado: SIMIELLI, Maria Elena. Geoatlas. Ed. atualizada. São Paulo: Ed. Ática, 2009. No entanto, o professor poderá dispor de outro material, caso o Atlas adotado pela escola seja distinto do recomendado.                                                                                      

O trabalho com mapas possibilita aos alunos visualizar, comparar, analisar e compreender a distribuição geográfica da atividade industrial no Brasil e no mundo. E, mais importante, permite fazer associações indispensáveis ao aprofundamento dos conhecimentos geográficos.

Orientações para o trabalho com os mapas indicados:

Professor, oriente os alunos para que façam as seguintes atividades, que podem ser realizadas oralmente ou por escrito:

- relacionar as regiões densamente industrializadas com o poderio econômico dos países;

- analisar a repartição da riqueza mundial a partir das principais concentrações industriais;

- comparar a distribuição da indústria entre as regiões brasileiras;

- relacionar a atividade industrial com a rede urbana no território brasileiro.

Aula 02

1º passo:

Contextualização e ampliação do tema: professor, leia com a turma os textos 1 e 2, que serão a base para desenvolver as propostas de trabalho para esta aula.

Texto 1

Das bananas ao chip             

“No passado, a Costa Rica já foi conhecida como uma ‘república de bananas’. Era uma referência ao seu principal produto de exportação. [...] Desde 1996, quando foi escolhida para sediar uma das fábricas da Intel, o maior produtor mundial de chips para computadores, a Costa Rica ganhou um novo apelido: ‘república do silício’. Trata-se de uma alusão à matéria-prima utilizada na produção de chips, os microprocessadores que são os cérebros dos PCs. A construção da fábrica mudou o perfil econômico da Costa Rica, de país agrícola para industrial. [...] A produção é exportada a fabricantes de computadores, sobretudo na Ásia. Atualmente, cerca de 85% dos computadores pessoais do planeta acomodam um Pentium em suas entranhas. A opção da Intel pela Costa Rica não foi ao acaso. O país é pequeno (do tamanho do Rio Grande do Norte), mas tem uma democracia estável e mão-de-obra barata. [...]”   

(Época, 11/9/2000. Apud. BOLIGIAN, Levon., BOLIGIAN, Andressa Turcatel Alves. Geografia: espaço e vivência: volume único: ensino médio. 2 ed. São Paulo: Atual, 2007. p. 276)

Texto 2

A Mercedes-Benz em Juiz de Fora   

A Mercedes-Benz (MB) procura responder aos novos desafios, adaptando aspectos da produção flexível em novas fábricas fora de sua região de origem, a Europa. Em 1993, a Mercedes-Benz tomou a decisão de investir nos Estados Unidos, no Estado do Alabama. Em 1996, foi assinado um contrato entre a Mercedes-Benz, o governo de Minas Gerais e o município de Juiz de Fora, para a implantação de uma unidade da montadora no município mineiro. Veja, a seguir, os investimentos e concessões para a instalação das fábricas da Mercedes-Benz nos dois locais:   

Para a instalação da unidade no Estado do Alabama:   

·  US$ 120 milhões para aquisição dos terrenos, despesas com infra-estrutura e melhoria das estradas vicinais próximas à fábrica – fornecidos por órgãos públicos do estado, agências de desenvolvimento regional/local, empresas fornecedoras de serviços e pelos próprios interessados (a MB e seus principais fornecedores);

·  US$ 60 milhões para o centro de treinamento profissional – fornecidos pelos cofres do Estado do Alabama. A MB não recebeu incentivos fiscais do Estado do Alabama, muito menos do governo federal dos EUA.   

Para a instalação da fábrica em Juiz de Fora - MG:   

· concessão de financiamentos (...), no valor de R$ 400 milhões (1996), e manutenção do fluxo financeiro dos recursos pelo prazo de 10 anos;

·  benfeitorias para a construção da fábrica, entre outras (fornecidas pelo Governo de Minas Gerais);

·  obrigação do município de manter isenção municipal de tributos durante igual período de 10 anos, doação do terreno de aproximadamente 2.800.000 m2 (fornecidos pelo município de Juiz de Fora).   (Fonte: adaptado de NABUCO, Maria Regina et al. (orgs.). Indústria automotiva: a nova geografia do setor produtivo. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.)

2º passo:

Atividade a partir dos textos 1 e 2:

1. De acordo com o que vimos até agora, como podemos relacionar o caso da Costa Rica (texto 1) com as características da Nova DIT?

2. Explique por que a Intel, uma das maiores empresas mundiais do ramo da informática, escolheu esse pequeno país da América Central para instalar uma de suas filiais.

3. Releia o texto sobre a instalação da Mercedes em Juiz de Fora e responda:

a) com base no texto, aponte um fator da chamada guerra-fiscal, empreendida entre países do mundo interessados em atrair investimentos produtivos.

b) formule uma hipótese para explicar por que a participação dos investimentos públicos foi diferente na instalação das fábricas no Alabama e em Juiz de Fora.

4. O texto abaixo exemplifica um importante processo que vem ocorrendo no espaço industrial brasileiro e mundial. Leia-o com atenção e responda às questões abaixo.

"Moro em Portland, Oregon, onde a Nike tem a sua sede empresarial (...). Precisando de tênis novos, comecei a procurar. (...) Pegava um tênis atrás do outro e lia: "Made in China". "Made in Korea", "Made in Indonésia", "Made in Thailand". Comecei a pedir tênis fabricado nos EUA aos balconistas.  Os poucos que não ficaram confusos me disseram que não existem tênis fabricados nos EUA. Telefonei para a Nike e falei com o responsável pelo atendimento aos clientes, e ele me disse que a empresa ainda está manufaturando na Indonésia e em vários países da região. Liguei para a sede da L.A. Gear em Santa Mônica. Eu disse: "os tênis que vocês produzem são fabricados nos EUA?" "Fabricados aqui?" perguntou, espantada, a pessoa que me atendeu. Ela me disse que seus tênis são produzidos no Brasil e na Ásia." (Adaptado de Sally Tisdale. Americanos fabricam os seus tênis em toda parte. Folha de São Paulo, 02/10/94.)

a) Identifique no texto lido uma característica da Nova DIT.   

b) Apresente uma consequência social, econômica ou ambiental do processo evidenciado no texto para o espaço geográfico dos países com industrialização tardia.

3º passo:

Professor, para finalizar, trabalhe com charges que abordam o tema da aula. Geralmente, esse tipo de linguagem desperta o interesse dos alunos, sem deixar de tratar de assuntos que interessam à Geografia.

Orientações para esta atividade: 

1. Apresente as charges selecionadas aos alunos e peça que teçam suas considerações, opiniões, críticas a respeito, relacionando-as com os assuntos trabalhados na aula.

2. Cabe a você, professor, definir se essa atividade será feita pelos alunos oralmente ou por escrito. Se preferir, formule perguntas a serem respondidas.

Charge 1

(Fonte: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/mylinks/viewcat.php?cid=1&letter=E, em 23-11-2010) 

Charge 2

(Fonte: http://www.klickeducacao.com.br/2006/simulados/simulados_mostra/0,7562,POR-6052-14-463-2002,00.html, em 23-11-2010) 

Charge 3

(Fonte:   http://lsjackglobalizacao.blogspot.com, em 23-11-2010)

Charge 4

(Fonte: http://www.cgimoveis.com.br/mercado/multinacionais-transferem-fabricas-para-o-brasil, em 23-11-2010) 

Recursos Complementares

Os textos abaixo foram sugeridos para ampliar o tema da aula. Caso julgue necessário, o professor poderá apresentá-los aos alunos para leitura em sala ou em casa.

Texto 1             

Assim como a Costa rica, muitos países de diferentes partes do mundo vêm recebendo vultosos investimentos estrangeiros para a instalação de parques industriais, onde serão produzidas mercadorias com certo avanço tecnológico. Ocorre, dessa forma, a consolidação da Nova DIT, ligada às altas tecnologias e aos fluxos mundiais de informações e capitais impulsionados pela globalização da economia. Inúmeras nações, inclusive a brasileira, tiveram seus perfis econômicos transformados, embora, tais mudanças não romperam com o ciclo de dependência tecnológica e financeira de grande parte dos países de industrialização tardia. A primeira ocorre porque grande parte das tecnologias utilizadas é originária de países desenvolvidos. Em muitos países, seus processos de modernização econômica e produtiva foram financiados por organismos financeiros internacionais, como o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o banco Mundial. Diversos países subdesenvolvidos viram suas dívidas externas triplicar, nas duas últimas décadas.             

Adaptado de: BOLIGIAN, Levon., BOLIGIAN, Andressa Turcatel Alves. Geografia: espaço e vivência: volume único: ensino médio. 2 ed. São Paulo: Atual, 2007. 

Texto 2

Entre o final do século XX e o início do século XXI, a globalização da economia tem imposto às empresas uma concorrência cada vez mais acirrada. Em grande parte, isso decorre da fragmentação e da dispersão dos processos produtivos no espaço geográfico mundial, o que leva à reorganização dos meios de produção e da força de trabalho para atender às novas demandas do mercado globalizado. Graças à conjuntura econômica mundial, esse cenário se intensificou a partir da década de 1980, refletindo-se no aumento da disputa comercial entre países e, sobretudo, empresas transnacionais. A abertura dos mercados se reflete na queda gradativa das tarifas alfandegárias entre países e pelo crescimento dos fluxos de capitais, produtos, tecnologias e serviços em todo o globo.   

Com a grande mobilidade adquirida pelo capital, as multinacionais, agentes centrais da globalização, se valem da disputa empreendida pelas administrações públicas municipais por investimentos e postos de trabalho, principalmente diante do aumento do desemprego em muitos países do mundo. Em decorrência, os grandes empresários têm à sua frente um sem número de cidades onde implantar novas unidades produtivas, redes de distribuição e comercialização de produtos, unidades prestadoras de serviços, centros de pesquisa, centros culturais e de entretenimento, entre outros, valendo-se das inúmeras vantagens competitivas oferecidas pelos governos de municipalidades, estados e países. Esse processo tem provocado mudanças sensíveis na localização da atividade industrial em nível mundial, consolidando a Nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT).   

Recentemente, esse processo se materializou na cidade mineira de Juiz de Fora, com a implantação, em 1996, de uma unidade produtiva da empresa automotiva Mercedes-Benz (alemã), cujo investimento foi da ordem de US$ 820 milhões. Somente para atender à montadora, foram instaladas em seu Parque de Fornecedores outras 10 empresas, como a Thyssen Budd Automotive, a Lear Corporation, a Magneti Marelli e a Continental do Brasil, como parte do processo de complementaridade industrial. No mesmo período, chegou à cidade uma filial do Carrefour, gigante multinacional do setor varejista, sinalizando a inserção da cidade de Juiz de Fora, mesmo que, ainda timidamente, na disputa global por investimentos produtivos.

Adaptado de: LOPES, Leandro Faber. Uma leitura do Plano Estratégico de Juiz de Fora, MG. Dissertação (Mestrado em Geografia). Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2008.

Referências bibliográficas utilizadas:

- BOLIGIAN, Levon., BOLIGIAN, Andressa Turcatel Alves. Geografia: espaço e vivência: volume único: ensino médio. 2 ed. São Paulo: Atual, 2007.

- LOPES, Leandro Faber. Uma leitura do Plano Estratégico de Juiz de Fora, MG. Dissertação (Mestrado em Geografia). Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2008.

- MAGNOLI, Demétrio. Geografia para o ensino médio. São Paulo: Atual, 2008. - MAGNOLI, Demétrio. e ARAUJO, Regina. Geografia: a construção do mundo: geografia geral e do Brasil. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2005.

- NABUCO, Maria Regina et al. (orgs.). Indústria automotiva: a nova geografia do setor produtivo. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

- ROSS, J. L. S. [Et. al]. Geografia do Brasil. 3 ed. São Paulo: EDUSP, 2000.

- TISDALE, Sally. Americanos fabricam os seus tênis em toda parte. Folha de São Paulo, 02/10/94.

Avaliação

Ao final da primeira aula: os alunos serão avaliados pela participação oral e escrita nas atividades propostas no decorrer da aula.  

Ao final da segunda aula: o professor poderá avaliar a classe de maneiras distintas. Primeira sugestão: pedir aos alunos que respondam às questões das propostas de trabalho, individualmente, em duplas ou em grupos, escolha que fica a cargo do educador; segunda sugestão: em grupos, os alunos farão pequenos textos a partir da charge apresentada na aula n.º 02, lendo-os depois para toda a turma.

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