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SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922

 

12/01/2011

Autor e Coautor(es)
Cristiane Martins Júlio
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BELO HORIZONTE - MG ESCOLA DE EDUCACAO BASICA E PROFISSIONAL DA UFMG - CENTRO PEDAGOGICO

Sulamita Nagem Dias Lima

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Educação de Jovens e Adultos - 1º ciclo Língua Portuguesa Linguagem oral
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Conhecer diferentes manifestações artísticas e culturais através do contexto histórico da Semana de Arte Moderna (música, teatro, pintura, escultura, arquitetura etc.) e seu valor para o desenvolvimento da cultura contemporânea;
  • Conhecer e valorizar manifestações artísticas da cultura popular brasileira;
  • Conhecer os nomes dos artistas modernistas e a importância do movimento da Semana de Arte Moderna no Brasil;
  • Dominar o mecanismo e os recursos do sistema de representação escrita, compreendendo suas funções;
  • Interessar-se pela leitura e escrita como fontes de informação, aprendizagem, lazer e arte;
  • Desenvolver estratégias de compreensão e fluência na leitura;
  • Produzir textos de acordo com as características do gênero, o destinatário, função e contexto discursivo;
  • Reconhecer e valorizar os conhecimentos científicos e históricos, assim como a produção literária e artística como patrimônios culturais da humanidade;
Duração das atividades
04 horas/aula
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • Dominar o processo da leitura.
  • Conhecimentos básicos da escrita.
Estratégias e recursos da aula

Estratégias e recursos da aula

  • Leitura de texto;
  • Discussão;  
  • Interpretação de Texto;   
  • Leitura de imagens;      
  • Produção de textos;    
  • Dramatização.

DESENVOLVIMENTO  

 1ª ATIVIDADE:   

1) O professor inicia a aula propondo uma discussão a partir das questões:  

a) O que foi a Semana de Arte Moderna?

b) Quais as principais manifestações da Semana da Arte Moderna?

c)  Quais as regiões em que elas mais aparecem?

d) Quais dessas manifestações culturais você conhece?   

2) O professor apresenta a imagem abaixo propondo a leitura da mesma.

http://www.historiadaarte.com.br/tarsila.html 

3) Em seguida, propõe uma discussão a partir das questões abaixo:  

a) O que essa imagem está representando?

b) Quem é o personagem retratado na imagem?   

OBS:  Nesse momento, o professor esclarece que se trata de um quadro na qual a  pintura inspirou um movimento, variante brasileira do cubismo, e influenciou Portinari.

4) O professor entrega uma cópia do texto abaixo solicitando que a turma acompanhe a leitura que ele vai fazer.  

 A Semana de Arte Moderna no Brasil

  A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo, no Teatro Municipal, de 11 a 18 de fevereiro, teve como principal propósito renovar, transformar o contexto artístico e cultural urbano, tanto na literatura, quanto nas artes plásticas, na arquitetura e na música. Mudar, subverter uma produção artística, criar uma arte essencialmente brasileira, embora em sintonia com as novas tendências européias, essa era basicamente a intenção dos modernistas.

Durante uma semana a cidade entrou em plena ebulição cultural, sob a inspiração de novas linguagens, de experiências artísticas, de uma liberdade criadora sem igual, com o conseqüente rompimento com o passado. Novos conceitos foram difundidos e despontaram talentos como os de Mário e Oswald de Andrade na literatura, Víctor Brecheret na escultura e Anita Malfatti na pintura.

http://www.infoescola.com/artes/semana-de-arte-moderna/ 

O movimento modernista eclodiu em um contexto repleto de agitações políticas, sociais, econômicas e culturais. Em meio a este redemoinho histórico surgiram as vanguardas artísticas e linguagens liberadas de regras e de disciplinas. A Semana, como toda inovação, não foi bem acolhida pelos tradicionais paulistas, e a crítica não poupou esforços para destruir suas idéias, em plena vigência da República Velha, encabeçada por oligarcas do café e da política conservadora que então dominava o cenário brasileiro. A elite, habituada aos modelos estéticos europeus mais arcaicos, sentiu-se violentada em sua sensibilidade e afrontada em suas preferências artísticas.

A nova geração intelectual brasileira sentiu a necessidade de transformar os antigos conceitos do século XIX. Embora o principal centro de insatisfação estética seja, nesta época, a literatura, particularmente a poesia, movimentos como o Futurismo, o Cubismo e o Expressionismo começavam a influenciar os artistas brasileiros. Anita Malfatti trazia da Europa, em sua bagagem, experiências vanguardistas que marcaram intensamente o trabalho desta jovem, que em 1917 realizou a que ficou conhecida como a primeira exposição do Modernismo brasileiro. Este evento foi alvo de escândalo e de críticas ferozes de Monteiro Lobato, provocando assim o nascimento da Semana de Arte Moderna.

http://www.infoescola.com/artes/semana-de-arte-moderna/ 

O catálogo da Semana apresenta nomes como os de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Yan de Almeida Prado, John Graz, Oswaldo Goeldi, entre outros, na Pintura e no Desenho; Victor Brecheret, Hildegardo Leão Velloso e Wilhelm Haarberg, na Escultura; Antonio Garcia Moya e Georg Przyrembel, na Arquitetura. Entre os escritores encontravam-se Mário e Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Sérgio Milliet, Plínio Salgado, e outros mais. A música estava representada por autores consagrados, como Villa-Lobos, Guiomar Novais, Ernani Braga e Frutuoso Viana.

 Em 1913, sementes do Modernismo já estavam sendo cultivadas. O pintor Lasar Segall, vindo recentemente da Alemanha, realizara exposições em São Paulo e em Campinas, recepcionadas com uma certa indiferença. Segall retornou então à Alemanha e só voltou ao Brasil dez anos depois, em um momento bem mais propício. A mostra de Anita Malfatti, que desencadeou a Semana, apesar da violenta crítica recebida, reunir ao seu redor artistas dispostos a empreender uma luta pela renovação artística brasileira. A exposição de artes plásticas da Semana de Arte Moderna foi organizada por Di Cavalcanti e Rubens Borba de Morais e contou também com a colaboração de Ronald de Carvalho, do Rio de Janeiro. Após a realização da Semana, alguns dos artistas mais importantes retornaram para a Europa, enfraquecendo o movimento, mas produtores artísticos como Tarsila do Amaral, grande pintora modernista, faziam o caminho inverso, enriquecendo as artes plásticas brasileiras.

A Semana não foi tão importante no seu contexto temporal, mas o tempo a presenteou com um valor histórico e cultural talvez inimaginável naquela época. Não havia entre seus participantes uma coletânea de idéias comum a todos, por isso ela se dividiu em diversas tendências diferentes, todas pleiteando a mesma herança, entre elas o Movimento Pau-Brasil, o Movimento Verde-Amarelo e Grupo da Anta, e o Movimento Antropofágico.

Os principais meios de divulgação destes novos ideais eram a Revista Klaxon e a Revista de Antropofagia. O principal legado da Semana de Arte Moderna foi libertar a arte brasileira da reprodução nada criativa de padrões europeus, e dar início à construção de uma cultura essencialmente nacional.

http://www.infoescola.com/artes/semana-de-arte-moderna/   

5) Em seguida, solicita que, coletivamente, façam uma lista com as principais informações sobre a Semana Arte Moderna no Brasil.   

OBS: O  professor, nesse momento pode contribuir com outras informações sobre o movimento.

6) De posse das informações retiradas do texto, o professor solicita que a turma  aponte as principais caracteristicas do movimento modernista no Brasil.  

2ª ATIVIDADE:     

1) O professor organiza a turma em grupos, entrega a cada um deles um texto e as orientações de trabalho.

1º grupo:  

a) Ler o texto;

b) Apresentar, em um cartaz, as principais informações da biografia da artista plástica brasileira.

OBS: É bom lembrar que além de textos escritos, o grupo deve ilustrar o cartaz.

Anita Malfatti

Anita Malfatti foi uma importante e famosa artista plástica (pintora e desenhista) brasileira. Nasceu na cidade de São Paulo, no dia 2 de dezembro de 1889 e faleceu na mesma cidade, em 6 de novembro de 1964.

 Vida e obra 

Anita Malfatti era filha de Bety Malfatti (norte-americana de origem alemã) e pai italiano. Estudou pintura em escolas de arte na Alemanha e nos Estados Unidos (estudou na Independent School of Art em Nova Iorque). Em sua passagem pela Alemanha, em 1910, entrou em contato com o expressionismo, que a influenciou muito. Já nos Estados Unidos teve contato com o movimento modernista.

Em 1917, Anita Malfatti realizou uma exposição artística muito polêmica, por ser inovadora, e ao mesmo tempo revolucionária. As obras de Anita, que retratavam principalmente os personagens marginalizados dos centros urbanos, causou desaprovação nos integrantes das classes sociais mais conservadoras.

Em 1922, junto com seu amigo Mario de Andrade, participou da Semana de Arte Moderna. Ela fazia parte do Grupo dos Cinco, integrado por Malfatti, Mario de Andrade, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia.

Entre os anos de 1923 e 1928 foi morar em Paris. Retornou à São Paulo em 1928 e passou a lecionar desenho na Universidade Mackenzie até o ano de 1933. Em 1942, tornou-se presidente do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. Entre 1933 e 1953, passou a lecionar desenho nas dependências de sua casa. 

Principais obras de Anita Malfatti:  

- A boba;

- A Estudante Russa ;

- O homem das sete cores ;

- Nu Cubista ;

-O homem amarelo.

 http://www.suapesquisa.com/biografias/anita_malfatti.htm 

2º grupo:

a) Ler o texto;

b) Apresentar, em um cartaz, as principais informações da biografia do escritor brasileiro.

 OBS: É bom lembrar que além de textos escritos, o grupo deve ilustrar o cartaz.      

 Oswald de Andrade

Um dos principais literatos do modernismo no Brasil, José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo no ano de 1890 e viveu até 1954, ano de seu falecimento.

Em 1916 deu inicio ao livro Memórias Sentimentais de João de Miramar. Em 1917 conheceu Mario de Andrade e a partir de então, passaram a trabalhar juntos iniciando movimentos que visavam a Semana de Arte Moderna de 1922, que ocorreu em 1922. 

Ainda no ano de 1922, o escritor modernista Oswald de Andrade escreveu o romance Trilogia do Exílio. A partir de então, escreveu outras obras: Estrela de Absinto, A Escada Vermelha,  Primeiro Caderno do Aluno de Poesia, etc. 

No ano de 1924, Oswald lançou na Europa o movimento nativista Pau-Brasil. Para dar continuidade a este movimento, ele fundou, em 1927, a Revista de Antropologia com seu Manifesto Antropofágico.  

Com A Crise da Filosofia Messiânica, ele passou a ser livre Docente de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo.  Além dos livros escritos por ele, Oswald de Andrade foi o precursor de perspectivas totalmente inexploradas pelo teatro brasileiro. 

PRINCIPAIS OBRAS:

Romances

Os Condenados (1922), Memórias Sentimentais de João Miramar (1924), Estrela de Absinto (1927), Serafim Ponte Grande (1933), A Escada Vermelha (1934), Os Condenados (l941) - reunindo os livros de 1922,1927 e 1934, constituindo a Trilogia do Exílio, Marco Zero I - Revolução Melancólica (1943), Marco Zero II - Chão (1946).

Poesia

Pau-Brasil (1925), Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade (1927), Poesias Reunidas (1945).

Teatro

O Homem e o Cavalo (1943), Teatro (A Morta, O Rei da Vela), (1937).

Ensaio

Ponta de Lança (1945) A Arcádia e a Inconfidência (1945), A Crise da Filosofia Messiânica (1950), A Marcha das Utopias (1966).

Memórias

Um Homem sem Profissão (1954).

 http://www.suapesquisa.com/biografias/oswalddeandrade/     

3º grupo:   

a) Ler o texto;

b) Apresentar, em um cartaz, as principais informações da biografia do escritor brasileiro.

OBS: É bom lembrar que além de textos escritos, o grupo deve ilustrar o cartaz.       

  Mario de Andrade

Mario de Andrade nasceu em São Paulo, no ano de 1893. Professor, crítico, poeta, contista, romancista e músico, formou-se pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, passando a lecionar neste mesmo local posteriormente. Participou da Semana de Arte Moderna de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo.

Durante sua trajetória, Mario de Andrade fundou a Sociedade de Etnografia e Folclore e também passou por vários cargos públicos, entre estes, foi diretor do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo.  

Apesar de ter sido uma pessoa com inúmeras ocupações, este artista modernista sempre tinha tempo para ajudar os escritores que ainda não eram conhecidos.  

Enquanto viveu, ele lutou pela arte com seu estilo de escrita puro e verdadeiro. Certo de que a inteligência brasileira necessitava de atualização, este escritor modernista nunca abandonou suas maiores virtudes: a consciência artística e a dignidade intelectual. 

Foram de sua autoria os versos de Paulicéia Desvairada, considerada o marco inicial da poesia modernista no Brasil. Uma outra obra deste artista que se destacou por sua contribuição ao movimento modernista foi o livro Macunaíma, romance onde é mostrado um herói que tem as qualidades e defeitos de um brasileiro comum.

Suas obras estão agrupadas em dezenove volumes com o título de Obras Completas. As principais são:

Poesia

Há uma Gota de Sangue em Cada Poema (1917), Paulicéia Desvairada (1922), Losango Cáqui (1926), Clã do Jabuti (1927), Remate de Males (1930), Poesias (1941), Lira Paulistana (1946), O Carro da Miséria (1946), Poesias Completas (1955).

Romance

Amar, Verbo Intransitivo (1927), Macunaíma (1928).

Contos

Primeiro Andar (1926), Belasarte (1934), Contos Novos (1947).

Crônicas

Os filhos da Candinha (1943).

Ensaios

A Escrava que não é Isaura (1925), O Aleijadinho de Álvares de Azevedo (1935), O Movimento Modernista (1942), O Baile das Quatro Artes (1943), O Empalhador de Passarinhos (1944), O Banquete (1978).

 Reconhecido por sua contribuição na criação de idéias inovadoras, Mário de Andrade morreu em São Paulo no ano de 1945.

 http://www.suapesquisa.com/biografias/mariodeandrade/     

4º grupo:  

a) Ler o texto;

b) Apresentar, em um cartaz, as principais informações da biografia da artista brasileira.

 OBS: É bom lembrar que além de textos escritos, o grupo deve ilustrar o cartaz.

Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral: uma das principais representantes do modernismo brasileiro.

 Introdução  

Tarsila do Amaral foi uma das mais importantes pintoras brasileiras do movimento modernista. Nasceu na cidade de Capivari (interior de São Paulo), em 1 de setembro de 1886.

Biografia

Na adolescência, Tarsila estudou no Colégio Sion, localizado na cidade de São Paulo, porém, completou os estudos numa escola de Barcelona (Espanha).  

Desde jovem, Tarsila demonstrou muito interesse pelas artes plásticas. Aos 16 anos, pintou seu primeiro quadro, intitulado Sagrado Coração de Jesus.

Em 1906, casou-se pela primeira vez com André Teixeira Pinto e com ele teve sua única filha, Dulce. Após se separar, começa a estudar escultura.

Somente aos 31 anos começou a aprender as técnicas de pintura com Pedro Alexandrino Borges (pintor, professor e decorador). 

Em 1920, foi estudar na Academia Julian (escola particular de artes plásticas) na cidade de Paris. Em 1922, participou do Salão Oficial dos Artistas da França, utilizando em suas obras as técnicas do cubismo.

Retornou para o Brasil em 1922, formando o "Grupo dos Cinco", junto com Anita Malfatti, Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia. Este grupo foi o mais importante da Semana de Arte Moderna de 1922.

Em 1923, retornou para a Europa e teve contatos com vários artistas e escritores ligados ao movimento modernista europeu. Entre as décadas de 1920 e 1930, pintou suas obras de maior importância e que fizeram grande sucesso no mundo das artes. Entre as obras desta fase, podemos citar as mais conhecidas: Abaporu (1928) e Operários (1933).

No final da década de 1920, Tarsila criou os movimentos Pau-Brasil e Antropofágico. Entre as propostas desta fase, Tarsila defendia que os artistas brasileiros deveriam conhecer bem a arte européia, porém deveriam criar uma estética brasileira, apenas inspirada nos movimentos europeus.

No ano de 1926, Tarsila casou-se com Oswald de Andrade, separando-se em 1930.  

Entre os anos de 1936 e 1952, Tarsila trabalhou como colunista nos Diários Associados (grupo de mídia que envolvia jornais, rádios, revistas).

Tarsila do Amaral faleceu na cidade de São Paulo em 17 de janeiro de 1973. A grandiosidade e importância de seu conjunto artístico a tornou uma das grandes figuras artísticas brasileiras de todos os tempos.

Características de suas obras:

- Uso de cores vivas ;

- Influência do cubismo (uso de formas geométricas) ;

- Abordagem de temas sociais, cotidianos e paisagens do Brasil ;

- Estética fora do padrão (influência do surrealismo na fase antropofágica).

 Principais obras de Tarsila do Amaral :

- Auto-retrato (1923) ;

- Retrato de Oswald de Andrade (1923) ;

- Estudo (Nú) (1923);

- São Paulo – Gazo (1924) ;

- Antropofagia (1929)

- A Cuca (1924)

- Pátio com Coração de Jesus (1921)

- Chapéu Azul (1922)

- Auto-retrato (1924)

- O Pescador (1925) 

- Manteau Rouge (1923)

- A Negra (1923)

- São Paulo (1924)

- Morro da Favela (1924)

- A Família (1925)

- Vendedor de Frutas (1925)

- Paisagem com Touro (1925)

- Religião Brasileira (1927);

- O Lago (1928)

- Coração de Jesus (1926)

- O Ovo ou Urutu (1928)

- A Lua (1928)  

- Abaporu (1928) 

- Cartão Postal (1928)

- Operários (1933)

 http://www.suapesquisa.com/biografias/tarsila_amaral.htm    

5º grupo:  

a) Ler o texto;

b) Apresentar, em um cartaz, as principais informações da biografia do escritor  brasileiro.

OBS: É bom lembrar que além de textos escritos, o grupo deve ilustrar o cartaz.    

Paulo Menotti Del Picchia

http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2009/03/menotti20del20picchia.jpg&imgrefurl=http://peregrinacultural.wordpress.com/2010/09/20/o-aranhol-poema-infantil-de-menotti-del-picchia/&usg=__PIHc6lAGnp61ugtBPPAuugSI4Dk=&h=194&w=154&sz=9&hl=pt-br&start=1&zoom=1&tbnid=8AYbS-oUAzoDYM:&tbnh=103&tbnw=82&prev=/images%3Fq%3DPaulo%2BMenotti%2BDel%2BPicchia%26hl%3Dpt-br%26sa%3DG%26biw%3D1276%26bih%3D555%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:1&itbs=1 

Paulo Menotti Del Picchia (São Paulo, 20 de março de 1892 — São Paulo, 23 de agosto de 1988) foi um poeta, jornalista, tabelião, advogado, político, romancista, cronista, pintor e ensaísta brasileiro.

Com cinco anos de idade mudou-se para a cidade de Itapira, interior de São Paulo, onde foi aluno de Jacomo Stávale. Bacharel em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco, formado em 1913. Nesse ano publicou Poemas do Vício e da Virtude, seu primeiro livro de poesias. Na cidade de Itapira foi agricultor e advogado militante; lá criou o jornal político O Grito e escreveu os poemas Moisés e Juca Mulato. Colaborou em vários jornais, entre os quais Correio Paulistano, Jornal do Comércio e Diário da Noite. Em 1924 criou, com Cassiano Ricardo e Plínio Salgado, o Movimento Verdamarelo, de tendência nacionalista. Publicou vários romances, entre eles Flama e Argila, O Homem e a Morte, Republica 3000 e Salomé, além de livros de ensaios e de crônicas.

Foi membro de Partido Republicano Paulista durante a República Velha, participou da Revolução de 1932 como ajudante de ordens de governador Pedro de Toledo. Escreveu um livro sobre a revolução de 1932, chamado A Revolução Paulista.

 Exerceu vários cargos públicos. Foi o primeiro diretor do Departamento de Imprensa e Propaganda do Estado de São Paulo; deputado estadual em duas legislaturas, membro da constituinte do Estado de São Paulo e deputado federal pelo Estado de São Paulo em três legislaturas.

Foi diretor de A Noite e A Cigarra, entre 1920 e 1940, além de diversos outros jornais e revistas. Com Oswald de Andrade, Mário de Andrade e outros jovens artistas e escritores paulistas, participou da Semana de Arte Moderna de fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo. Foi um dos mais combativos militantes da estética modernista.

Em 1937 foi diretor do Grupo Anta, com Cassiano Ricardo, e diretor do Movimento Cultural Nacionalista Bandeira, com Cassiano Ricardo e Cândido Mota Filho. Em 1943, foi eleito para a cadeira 28 da Academia Brasileira de Letras, tendo sido suas principais obras Juca Mulato (1917) e Salomé (1940). Um livro seu de elevada popularidade é Máscaras (1920), pela sua nota lírica.

 Presidiu a Associação dos Escritores Brasileiros, seção de São Paulo. Foi agraciado com o título de "Intelectual do Ano", em 1968, e aclamado "Príncipe dos Poetas Brasileiros", em 1982.

Em 1960, recebeu o Prêmio Jabuti de poesia, concedido pela Câmara Brasileira do Livro. Destacam-se em sua obra poética os livros Juca Mulato (1917), Máscaras (1920), A Angústia de D. João (1922) e O Amor de Dulcinéia (1931). A poesia de Menotti del Picchia vincula-se à primeira geração do Modernismo. Em 1984, recebeu o Prêmio Moinho Santista - Categoria Poesia.

Morreu em São Paulo, no dia 23 de agosto de 1988. Seu corpo foi velado na Academia Paulista de Letras, da qual também era membro, e sepultado no Cemitério São Paulo. Em sua homenagem, foram fundados na cidade de Itapira o Parque Juca Mulato e a Casa Menotti Del Picchia (24 de março de 1983) onde podem ser vistos objetos e livros que pertenciam ao autor.

Poesia:Poemas do vício e da virtude (1913) Moisés (1917); Juca Mulato (1917) Máscaras (1919) A angústia de D. João (1922) Chuva de pedra (1925) O amor de Dulcinéia (1926) República dos Estados Unidos do Brasil (1928) Jesus, tragédia sacra (1958) Poesias, seleção (1958) O Deus sem rosto, introdução de Cassiano Ricardo (1968).

Romance: Flama e argila (1920; após a 4a ed., intitulou-se A tragédia de Zilda) Laís (1921) Dente de Ouro (1923) O crime daquela noite (1924) A república 3000 (1930; posteriormente intitulado A filha do Inca, 1949) A tormenta (1932) O árbitro (1958) Kalum, o mistério do sertão (1936) Kummunká (1938) Salomé (1940)

Conto,Crônica e Novela: O pão de Moloch (1921) A mulher que pecou (1922) O nariz de Cleópatra (1922) Toda nua (s.d.) A outra perna do Saci (1926) O despertar de São Paulo (Episódios dos séculos XVI e XX na Terra Bandeirante)

Literatura Infanto-juvenil: No país das formigas Viagens de Pé-de-Moleque e João Peralta Novas aventuras de Pé-de-Moleque e João Peralta

Ensaio e Monografia: A crise da democracia A crise brasileira: soluções nacionais (1935) A revolução paulista (1932) Pelo amor do Brasil, discursos parlamentares O governo Júlio Prestes e o ensino primário O Curupira e o Carão O momento literário brasileiro Sob o signo de Polymnia, discursos A longa viagem, memórias, 2 vols. (1970-1972)

Teatro: Suprema conquista (1921) Jesus; Máscaras A fronteira. Obras Completas: A Noite, 10 vols. Obras de Menotti del Picchia, Livraria Martins Editora, 14 vols. Entardecer, antologia de prosa e verso (1978).

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Menotti_Del_Picchia   

2) O professor socializa os cartazes, faz os comentários necessários e organiza a exposição dos mesmos no espaço da sala de aula.   

3ª ATIVIDADE:  

1) O  professor organiza a turma em grupos  e orienta-os para a atividade abaixo:   

1ª grupo:  

a) Escolher dois dos artistas retratados na 2ª atividade dessa aula.  

b) Com as informações oferecidas nas respectivas biografias, o grupo deverá criar uma cena que retrate um diálogo entre os dois sobre o movimento modernista de 22.   

2ª grupo:

a) Escolher dois dos artistas retratados na 2ª atividade dessa aula.  

b) Com as informações oferecidas nas respectivas biografias, o grupo deverá criar uma cena que retrate um diálogo entre os dois sobre o movimento modernista de 22.    

 3ª grupo:

a) Escolher dois dos artistas retratados na 2ª atividade dessa aula.  

b) Com as informações oferecidas nas respectivas biografias, o grupo deverá criar uma cena que retrate um diálogo entre os dois sobre o movimento modernista de 22.  

4ª grupo:  

a) Escolher dois dos artistas retratados na 2ª atividade dessa aula.

b) Com as informações oferecidas nas respectivas biografias, o grupo deverá assumir o papel de um deles e escrever uma carta para o outro comentando  sobre o movimento modernista de 22.

5ª grupo:

a) Escolher dois dos artistas retratados na 2ª atividade dessa aula.  

b) Com as informações oferecidas nas respectivas biografias, o grupo deverá assumir o papel de um deles e escrever uma carta para o outro comentando  sobre o movimento modernista de 22.  

 6ª grupo:  

a) Escolher dois dos artistas retratados na 2ª atividade dessa aula.  

b) Com as informações oferecidas nas respectivas biografias, o grupo deverá assumir o papel de um deles e escrever uma carta para o outro comentando  sobre o movimento modernista de 22.    

2) O professor socializa as produções  da  turma e faz os comentários necessários.  

Recursos Complementares
Avaliação

Avaliação  

A avaliação é processual e contínua, devendo ser realizada oral e coletivamente, enfocando a dinâmica do grupo, identificando avanços e dificuldades. O desempenho dos alunos durante a aula, a produção do texto, a leitura da imagem, a produção dos cartazes apresentando a biografia dos artistas, o diálogo, a carta e  a realização das tarefas apresentadas pelo educador, somadas às intervenções dele, a auto-avaliação do professor e do aluno serão elementos essenciais para verificar se as competências previstas para a aula foram ou não desenvolvidas pelos alunos.

Opinião de quem acessou

Quatro estrelas 6 classificações

  • Cinco estrelas 4/6 - 66.67%
  • Quatro estrelas 1/6 - 16.67%
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Opiniões

  • elisangela adelaide stein, escola estadual tancredo neves , Mato Grosso - disse:
    lisa.a_stein@hotmail.com

    06/06/2013

    Quatro estrelas

    a ideia é muito boa, acho que vou adaptar para a minha escola e ver se consigo animar mais os aluno.


  • alexia almeida, Afeganistão - disse:
    alexiastopcar@hotmail.com

    24/04/2013

    Cinco estrelas

    achei otimo!!!sou aluna e tinha um trabalho para fazer e isso me ajudo muito....obrigada


  • Luis Gustavo Rabelo, Escola Apoio , Pernambuco - disse:
    ogustavorabelo@gmail.com

    23/11/2012

    Cinco estrelas

    Achei a biografia breve e completa. Ajudou na minha pesquisa escolar. ;)


  • Critica Contrutiva, São Luiz , Amazonas - disse:
    criticaconstrutiva@gmail.com

    17/11/2012

    Uma estrela

    Acho que não é algo que os alunos gostariam de fazer. Deveriam fazer atividades mais criativas para as crianças se interessarem pelo assunto, e poderem aprender mais. -Crítica Contrutiva


  • gleice marques gonçalves, Centro Educacional João Matos De Paula , Bahia - disse:
    teachergleice@gmail.com.br

    09/05/2011

    Cinco estrelas

    Interessante, pois facilita ao aluno interagir com o tema,possibilitando assim uma aula mais dinâmica. Gostei e utilizei a idéia central desta aula em minhas aulas de ARTE .


  • Andressa, que , São Paulo - disse:
    andress-agata11@hotmail.com

    24/03/2011

    Cinco estrelas

    Eu Achei Muito Interresante as coissas sobre Tarsila do Amaral :)


Sem classificação.
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