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A Matemática ecologicamente correta - Parte 1.

 

04/02/2010

Autor(es) e Coautor(es)
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Raquel Fernandes Gonçalves Machado

UBERLANDIA - MG

Universidade Federal de Uberlândia

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Edilamar Ferreira

UBERLANDIA - MG

Universidade Federal de Uberlândia

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ANTOMAR ARAUJO FERREIRA

UBERLANDIA - MG

Universidade Federal de Uberlândia

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Maísa Gonçalves da Silva

UBERLANDIA - MG

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Marcia Aparecida Mendes

UBERLANDIA - MG

Universidade Federal de Uberlândia

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Gislaine Saraiva

UBERLANDIA - MG

Universidade Federal de Uberlândia

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Inicial Matemática Grandezas e medidas
Educação de Jovens e Adultos - 1º ciclo Matemática Números e operações
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

• Medidas de tempo.
• Algoritmos e cálculos mentais.
• Educação ambiental: noções básicas de preservação do meio ambiente.
• Educação ambiental: noções básicas dos impactos ambientais e conseqüências da crescente produção de resíduos pelo ser humano.
• Práticas simples para reutilizar materiais rejeitados “lixo” em nosso dia a dia.
• Ações práticas que, no dia a dia, podem propiciar a redução do impacto do lixo em nosso planeta, melhorando a vida atual e contribuindo com a qualidade de vida das próximas gerações.

Duração das atividades
O ano letivo
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Como requisito importante para a realização do trabalho aqui proposto, sugerimos que você professor/a, faça um trabalho constante de problematizar situações diárias vivenciadas pelos/as alunos/as relacionados ao meio ambiente, a produção de lixo do ser humano, o lixo e seu impacto no meio ambiente para  possibilitar a interação e o diálogo nas mais diversificadas experiências da turma, que envolvam tomada de decisão.
São necessários conhecimentos das noções de adição, subtração multiplicação e divisão.

Estratégias e recursos da aula

A quantidade crescente de produção do lixo pelo homem não é novidade. Cada vez mais o ser humano gera lixo segundo suas necessidades crescentes de consumo, no que diz respeito à alimentação, ou no consumo exagerado de produtos. Com a possibilidade de comprar mais, muitas vezes adquirimos produtos desnecessários ou nos desfazemos com mais facilidade do que já temos. Essa cultura do desperdício infelizmente ainda é bastante presente em nosso povo.
Veja alguns dados:

Trabalhando com estatística, Porcentagem e Medidas de tempo

O Brasil produz 241.614 toneladas de lixo por dia. 76% são depositados a céu aberto em lixões, 13% são depositados em aterros controlados, 10% são depositados em aterros sanitários, 0,9% são compostados em usinas e 0,1% são incinerados.

Neste momento desafie os alunos. Solicite que encontre os números referentes as porcentagens citadas no parágrafo anterior.

 
DECOMPOSIÇÃO DO LIXO

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3 MESES
A lignina, substância que dá rigidez às células vegetais, é um dos componentes mais importantes do papel. Ela não se decompõe facilmente, pois suas moléculas são maiores do que as bactérias que as destroem. Num lugar úmido, o papel leva três meses para sumir e ainda mais do que isso em local seco. Além disso, um papel absorvente dura vários meses. Jornais podem permanecer intactos por décadas.
6 MESES
A deterioração de um fósforo de madeira começa com a invasão da lignina — seu principal ingrediente — por hordas de fungos e insetos xilófagos, os que comem madeira. O processo é lento e, em um ambiente úmido, um fósforo não se destrói até que se passe cerca de seis meses.
6 A 12 MESES
Os microorganismos, insetos e outros seres invertebrados geralmente transformam a matéria orgânica de forma eficaz. No entanto, o miolo de uma maçã, que se decompõe em uns seis meses em clima quente, pode conservar-se por um ano num lugar mais ameno. Isso porque o orvalho (e a neve nos países frios) dificulta a proliferação dos micróbios e diminui sua capacidade devoradora.
1 A 2 ANOS
Um cigarro pode demorar de um a dois anos para se decompor, tempo em que as bactérias e fungos digerem o acetato de celulose existente no filtro. Jogar um cigarro sem filtro no campo é menos nocivo, uma vez que o tabaco e a celulose levam quatro meses para sumir. Contudo, se jogado no asfalto, o tempo de vida da bituca é maior.
5 ANOS
Um chiclete jogado no chão começa a ser destruído pela luz e pelo oxigênio do ar, que o fazem perder a elasticidade e a viscosidade. Como a goma contém resinas naturais e artificiais, além de açúcar e outros ingredientes, o processo pode durar até cinco anos. A pulverização do chiclete é mais rápida se ele grudar no sapato de algum distraído.
10 ANOS
Os metais, em princípio, não são biodegradáveis. Uma lata de aço se desintegra em uns dez anos, convertendo-se em óxido de ferro. Em dois verões chuvosos, o oxigênio da água começa a oxidar as latas feitas de aço recoberto de estanho e verniz. Já uma lata de alumínio não se corrói nunca. E boa parte dos refrigerantes é vendida em latas de alumínio.
MAIS DE 100 ANOS
As boas qualidades do plástico — sua durabilidade e resistência à umidade e aos produtos químicos — impedem sua decomposição. Como esse material existe há apenas um século, não é possível determinar seu grau de biodegradação, mas estima-se que uma garrafa de plástico demoraria centenas de anos para desaparecer.
4000 ANOS
O vidro não se biodegradará jamais. Sua resistência é tamanha, que arqueó logos encontraram utensílios de vidro do ano de 2000 a.C. Por ser composto de areia, sód io, cal e vários aditi vos, os microorganismo s não conseguem comê-lo. Um recipiente de vidro demoraria 4.000 anos para se desintegrar pela erosão e ação de agentes químicos.


DECOMPOSIÇÃO DO LIXONa natureza todas as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõe. São destruídos por larvas minhocas, bactérias e fungos, e os elementos químicos que eles contém voltam à terra. Podem ficar no solo, nos mares ou rios e serão usados novamente por plantas e animais. É um processo natural de reutilização de matérias. É um interminável ciclo de morte, decomposição, nova vida e crescimento. A natureza é muito eficiente no tratamento do lixo. Na realidade, não há propriamente lixo, pois ele é novamente usado e se transforma em substâncias reaproveitáveis.
Enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens o são em produção de lixo.
Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria podem reaproveitar o lixo humano. Contudo, uma grande parte deste lixo sobrecarrega o sistema. O problema se agrava porque muitas das substâncias manufaturadas pelo homem não são biodegradáveis, isto é não se decompõe facilmente. Vidros , latas e alguns plásticos não são biodegradáveis e levam muitos anos para se decompor. Esse lixo pode provocar a poluição.

Lixo / Tempo de decomposição Papel: 03 a 06 meses
Pano: de 6 meses a 1 ano
Filtro de cigarro: 05 anos
Goma de mascar: 05 anos
Madeira pintada: 13 anos
Nylon: mais de 30 anos
Plástico: Mais de 100 anos
Metal: Mais de 100 anos
Borracha: tempo indeterminado
Vidro: 1 milhão de anos


A reciclagem do lixo assume um papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois, além de diminuir a extração de recursos naturais ela também diminui o acúmulo de resíduos nas áreas urbanas. Os benefícios obtidos são enormes para a sociedade, para a economia do país e para a natureza. Embora não seja possível aproveitar todas as embalagens, a tendência é que tal possibilidade se concretize no futuro.
Fonte: www.ecolegal.com.br

Com estas informações será possível o trabalho com MEDIDAS DE TEMPO. Os alunos poderão encontrar a quantidade de meses, horas que cada material leva para decompor.

Selecione alguns materiais que as crianças lidam no dia a dia e solicite a elas que façam cartazes, exposições para divulgar o tempo de decomposição e algumas sugestões para diminuir o consumo dos mesmos.


O QUE HÁ NO L IXOComposição aproximada do lixo recolhido na coleta seletiva da cidade de São Paulo. A coleta seletiva representa 0,8% do total produzido: 12.000 toneladas por dia, o maior volume do País. Desse valor, 87% vai para quatro aterros sanitários da metrópole.
Plástico:7%
Metais:10%
Vidro:13%
Matéria orgânica e resíduos: 20%
Papel: 50%
Fonte: www.ecolegal.com.br

Com estes dados sobre O QUE TEM NO LIXO, os alunos poderão registrá-los através de gráficos.

Estes dados e outros que você obterá nos endereços abaixo poderão ser trabalhados nas aulas de Matemática, de maneira interdisciplinar, tendo como um dos objetivos a EDUCAÇÃO AMBIENTAL.
“Muitos educadores apresentam dificuldades ou, até mesmo, uma certa resistência quanto à inserção da Educação Ambiental em suas práticas educacionais, em suas atividades rotineiras. Isto se deve ao fato de termos poucas referências sobre práticas educativas ambientalistas. Com esta falta de referenciais, os/as professores/as, em geral, sentem-se “perdidos/as” em relação à Educação Ambiental.
Inserir a Educação Ambiental às atividades escolares rotineira s nada mais é do que to mar como foco princip al de toda e qualquer atividade, a questão amb iental que esteja inserida no contexto do cont eúdo que está sendo desenvolvido. Não é necessário ser um biólogo ou engenheiro agrônomo, engenheiro florestal, cientista, para falar em Educação Ambiental. Na verdade, todos nós somo s (ou deveríamos ser) Educadores Ambientais, só nos falta a prática. Esta prática vamos adquirir na medida em que tivermos coragem de ousar. Aquilo que não soubermos, iremos aprender junto com as crianças, pois o nosso direcionamento é a curiosidade delas. Apontamos as temáticas para despertar o interesse nos assuntos. O nosso desafio maior é desafiarmos nossas crianças. São elas que nos levarão às práticas seguras. Basta seguirmos na mesma direção despertando sempre o desejo do aprender através de uma aprendizagem real e significativa.”
Fonte: http://www.qdivert ido.com.br/verartigo. php?codigo=2


Desta maneira, a preservação do meio ambiente, a preocupação do destino do lixo, a reutilização e recuperação dos matérias antes de descartá-los chegaram aos familiares de seus alunos e poderá ser um dos elos de uma corrente pela preservação do nosso planeta. Uma criança consciente de seus deveres e direitos de preservar o nosso planeta, poderá ser um agente transformador onde quer que ele esteja.

Que tal começar este trabalho de conscientização?Veja alguns endereços que você e seus alunos poderão consultar:
http://www.licenciamentoambiental.eng.br/dica-de-como-reciclar-consumo-consciente-de-embalagens/

http://www.lixo.com.br/content/view/146/252/

http://www.ecoviver.com.br/default.asp?id=4

http://www.appaprado.org/AppaInformacoesLixo.htm


http://www.vestibular1.com.br/ > Vá para Busca interna. Digite: Decomposição do lixo

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-reciclagem/decomposicao-do-lixo.php

http://www.idec.org.br/biblioteca/lixo.pdf


Mas o que fazer com isso tudo?

Após o trabalho de conscientização, foque o trabalho nos 3R’s e nos 5R’s.
http://www.recicloteca.org.br/Default.asp?ID=6&Editoria=2&SubEditoria=3&Ver=1

http://www.docelimao.com.br/site/especial-kids/educacao/650-os-5-rs-da-educacao-ambiental-em-acao.html
http://www.licenciamentoambiental.eng.br/3-rs-4-rs-e-5-rs/
http://www.recicloteca.org.br/Default.asp?Editoria=3&SubEditoria=7


Seu papel neste momento será propor a reutilização do material mais presente nas escolas: O PAPEL.
Que tal criar jogos para trabalhar tabuada, fração, números decimais e outros assuntos da Matemática.
Com uma simples cartela de ovos você poderá criar vários jogos.


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BOM DE BOLA

Material: Uma cartela de papelão para embalar ovos.
 Tinta guache preta, vermelha, azul e amarela.
 Tiras de papel (sobras de papel que foi recortado).
 Dois dados. Montagem do CUBO - sólido geométrico- onde será registrado os números das tabuadas a serem trabalhadas. Reutilizar cartolinas de cartazes que não serão usadospara confeccionar os dados.

Como fazer?1. Pinte a cartela intercalando as diferentes cores de tinta guache; use a cor preta em apenas quatro lugares.
2. Amasse as sobras de papel, formando duas bolinhas.
Como jogar?Número de participantes: 3 ou 4 jogadores.
1. Jogue as bolinhas sobre o tabuleiro.
2. Jogue os dados para obter os números a serem multiplicados.
3 . O jogador escolherá o número de pontos que valerá a jogada.
 Cor preta: 10 pontos;
 Cor vermelha: 6 pontos;
 Cor azul: 4 pontos;
 Cor amarela: 1 ponto.
Escolhendo o valor de pontos o aluno traçará estratégia em suas jogadas: os fatos que tem certeza do resultado valerão pontos maiores; fatos que tem dúvida valerão pontos menores.
Os pontos obtidos serão registrados em papéis (a serem aproveitados) que foram reservados para rascunho.
O vencedor será aquele que tiver o maior número de pontos.
A duração do jogo será estabelecida pelos alunos:
 Um determinado número de jogadas;
 Tempo determinado -15 min. ou 30 min.

Este jogo poderá ser adaptado para a operação adição.

 Faça três bolinhas com as sobras de papel e jogue sobre o tabuleiro.
 Some o número de pontos obtidos de acordo como valor das cores onde elas caírem.
o Cor preta: 10.
o Cor vermelha: 6.
o Cor azul: 4.
o Cor amarela: 1.

Os pontos obtidos serão registrados em papéis (a serem aproveitados) que foram reservados para rascunho.
O vencedor será aquele que tiver o maior número de pontos.
A duração do jogo será estabelecida pelos alunos:
 Um determinado número de jogadas;
 Tempo determinado -15 min. ou 30 min.

Este jogo poderá ser adaptado para o estudo de expressões numéricas.

Material:

 Dois ou mais dados. Montagem do Cubo - sólidos geométricos. A quantidade de dados vai depender das operações que o professor/a irá trabalhar.


Como fazer?

1. Registrar nos dados os sinais das operações que serão utilizadas nas expressões.
Ex: 45 + 67 – 12 : 4 =              Três operações = 3 dados
2. Amasse as sobras de papel, formando bolinhas. A quantidade de bolinhas vai depender da quantidade de números que o professor/a irá trabalhar em cada expressão.
Ex: 45 + 67 – 12 : 4 =             Quatro números = Quatro bolinhas
3. Faça três envelopes (Reutilizando papéis). Marque, na frente de cada envelope, uma cor: vermelho, azul e amarelo.
4. Com as sobras de papéis, faça 150 fichas (2cm x 2 cm), 50 para cada cor e registre números de 0 a 49 e coloque cada sequência em um envelope.


Como jogar?

Número de participantes: todos os alunos individualmente e/ou em grupos.
1. Jogue as bolinhas sobre o tabuleiro.
2. Jogue os dados para obter as operações de cada expressão.
3. Um jogador sorteará os números da expressão em cada envelope dependendo das cores em que as bolinhas de papel caíram.
4. O valor de cada jogada será estipulado pelo ma ior número sorteado.
 C or vermelha: 6 pontos;
 Cor azul: 4 pontos;
 Cor amarela: 1 ponto.
Ex: Envelope vermelho: número 45;
Envelope azul: número 39;
Envelope amarelo: número 15
Esta jogada terá o valor de 6 pontos.
5. A cor preta é coringa. Caindo uma bolinha nesta cor, todos os jogadores ganharão 10 ( dez ) pontos sem a exigência de criar e resolver uma expressão.
6. Após ter os números e as operações sorteadas, os alunos deverão inventar e resolver uma expressão numérica. Não será necessário seguir a ordem dos números e das operações sorteadas.
7. Vence quem terminar primeiro e que a expressão estiver correta.
Os pontos obtidos serão registrados em papéis (a serem aproveitados) que foram reservados para rascunho.
O vencedor será aquele aluno ou o grupo que obtiver o maior número de pontos.
A duração do jogo será estabelecida pelos alunos:
 Um determinado número de jogadas;
 Por tempo determinado. 15 min., 30 min..

Este jogo poderá ser adaptado para o estudo de múltiplos, divisores, mmc, mdc e critérios de divisibilidade.

Material:

 Uma cartela de papelão para embalar ovos.
 Tinta guache preta, vermelha, azul e amarela.
 Tiras de papel (sobras de papel que foi recortado).
 Quatro envelopes de papel reutilizados.


Como fazer?

1. Faça quatro envelopes (Reutilizando papéis). Marque, na frente de cada envelope, uma cor: vermelho, azul, preto e amarelo.
2. Com as sobras de papéis, faça fichas (2cm x 2 cm), para registrar alguns exercícios. Você poderá consultar livros didáticos para obter os exercícios a serem propostos durante o jogo. Coloque os exercícios nos envelopes seguindo a ordem:
 Envelope com marca vermelha: exercícios sobre múltiplos;
Ex: Encontre os múltiplos de 6; encontre os múltiplos de 9 menores que 63; encontre os múltiplos de 4, maiores que 12 e menores que 40; e outros.
Situações problema envolvendo múltiplos.
 Envelope com marca azul: exercícios sobre divisores;
Seguir as sugestões anteriores, usando divisores.
 Envelope com marca preta: exercícios sobre mmc (Mínimo múltiplo comum) e mdc (Maximo divisor comum);
 Envelope com marca amarela: exercícios sobre Critérios de divisibilidade.
3. Amasse as sobras de papel, formando quatro bolinhas.

Como jogar?

1. Forme grupos.
2. Jogue as bolinhas sobre o tabuleiro.
3. Um jogador de cada grupo irá escolher um dos assuntos das bolinhas sorteadas e retirar um exercício para ser resolvido.
4. O valor de cada jogada será estipulado pela escolha da cor do exercício.
 Cor preta: 10 pontos;
 Cor vermelha: 6 pontos;
 Cor azul: 4 pontos;
 Cor amarela: 1 ponto.

5. Os pontos da jogada irá para o grupo que terminar primeiro e exercício e o mesmo estiver correto.
6. Quando o grupo que terminar primeiro não acertar o exercício proposto, os pontos da jogada irão para o grupo que sorteou o exercício. Caso o erro da atividade for cometido pelo grupo que sorteou, os pontos irão para os outros grupos.
Escolhendo o tipo de exercício, os alunos traçarão estratégias em suas jogadas: os exercícios que os componentes de seu grupo tem facilidade e rapidez em resolver, serão escolhidos para que possam obter os pontos daquela jogada.
Outra estratégia é escolher um exercício com maior grau de dificuldade para que os outros grupos não ganhem pontos.
Os pontos obtidos serão registrados em papéis (a serem aproveitados) que foram reservados para rascunho.
O vencedor será aquele grupo que obtiver o maior número de pontos.
A duração do jogo será estabelecida pelos alunos:
 Um determinado número de jogadas;
 Por tempo determinado. 1 5 min., 30 min..

Recursos Complementares
Avaliação

A avaliação poderá ocorrer durante as atividades desenvolvidas na aula, observando a participação dos alunos nas discussões  dos assuntos propostos sobre o Meio Ambiente e do jogo escolhido pelo/a professor/a.
Poderá acontecer uma avaliação da turma sobre o desempenho nas atividades propostas e, se necessário, traçar estratégias para retomada dos assuntos que a turma teve maior dificuldade em resolver.

O/A professor/a poderá propor que os/as alunos/as criem om jogo, usando o tabuleiro, abordando os temas estudados e pesquisados "LIXO, DECOMPOSIÇÃO DOS MATERIAIS, MEDIDAS DE REUTILIZAÇÃOE DIMINUIÇAO DO CONSUMO DE DETERMINADOS MATERIAIS".

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