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A imprensa na Primeira República brasileira: o jornalismo operário como contraponto à grande imprensa liberal

 

25/04/2011

Autor e Coautor(es)

Carlos Eduardo Frankiw de Andrade, Ligia Beatriz de Paula Germano

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Médio História Poder
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo História Trabalho e relações sociais
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo História Cidadania e cultura contemporânea
Ensino Médio História Processo histórico: nações e nacionalidades
Ensino Médio História Cidadania: diferenças e desigualdades
Educação de Jovens e Adultos - 2º ciclo História Relações de poder e conflitos sociais
Ensino Médio História Trabalho
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

Os alunos irão aprender sobre “A Imprensa na Primeira República Brasileira: o Jornalismo Operário como contraponto à Grande Imprensa Liberal”: compreender as especificidades de produção que diferenciavam a imprensa operária dos tradicionais jornais liberais que circulavam durante a Primeira República no Brasil (1889 – 1930); identificar as especificidades de formato e de conteúdo que singularizavam o jornalismo operário neste período; e estabelecer um paralelo entre a imprensa operária destes anos e os formatos contemporâneos de jornalismo alternativo.

Duração das atividades
Seis aulas de cinquenta minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • O abolicionismo e o republicanismo durante o Segundo Império brasileiro (1871 - 1889);
  • A proclamação da República no Brasil (1889);
  • A formação da estrutura política e social brasileira na Primeira República (1889 - 1930);
  • A imigração europeia para o Brasil (1880 - 1930);
  • A formação do movimento operário brasileiro na Primeira República (1889 - 1930).
Estratégias e recursos da aula

INTRODUÇÃO DO TEMA PARA OS PROFESSORES

 

Na história da imprensa no Brasil, a formação do jornalismo operário durante a Primeira República ocupa um lugar especial. Mecanismo de denúncia e de disseminação de ideários e práticas compartilhados pela militância operária atuante no País neste período, a confecção de jornais produzidos, muitas vezes, em precárias condições pelos trabalhadores se tornou uma de suas principais maneiras de defesa de suas atividades políticas diante da constante leitura negativa das mesmas disseminadas pela grande imprensa liberal nestes anos. Neste sentido, tais jornais foram fundamentais tanto para a construção de laços solidários entre os trabalhadores brasileiros quanto para publicizar todo um conjunto de atividades políticas, culturais e sociais dos mesmos para além das questões diretamente relacionadas ao mundo do trabalho.

 

DESENVOLVIMENTO

 

AULA 1

 

Contextualização

 

O professor deverá fazer uma breve introdução, enfatizando um dos eventos mais significativos da história da militância operária brasileira na Primeira República: a realização do Primeiro Congresso Operário Brasileiro no Rio de Janeiro, em 1906. Deliberando sobre temas diversos concernentes à situação dos trabalhadores no período, o Congresso traçou todo um conjunto de diretrizes referentes às formas de organização, aos meios de ação política e às perspectivas de disseminação e massificação dos ideários de militância então portados pelos trabalhadores no Brasil.

 

Desenvolvimento

 

A partir da leitura do Tema 3 das “Bases de Acordo” definidas pelo Congresso acerca da Ação Operária, os alunos deverão fazer uma interpretação descritivaoral em um seminário de debate, orientado pelo professor, acerca dos meios de propaganda consagrados pela militância revolucionária brasileira presentes neste tema:

 

"SOBRE A AÇÃO OPERÁRIA

[...] Tema 3: é conveniente que os sindicatos operários realizem no Brasil uma ativa propaganda do sindicalismo, isto é, dos fins e métodos de luta das sociedades de resistência? No caso afirmativo, como organizá-la?

Considerando que a solução deste tema se acha implicitamente dada nas deliberações anteriores, o Congresso entende que essa propaganda deve ser feita individualmente e pelo sindicato, mas que, para melhores e mais seguros resultados, devem as federações e a Confederação encarregar-se de organizá-la e metodizá-la, indicando, pois, os seguintes meios de propaganda: jornal, folheto, cartaz, manifesto, carimbo, conferências, excursões de propaganda, representações teatrais e criação de bibliotecas."

 

A íntegra das resoluções do Primeiro Congresso Operário Brasileiro, realizado em 1906, encontra-se no seguinte link:

http://pt.scribd.com/doc/48450691/BASES-DE-ACORDO-DA-CONFEDERACAO-OPERARIA-BRASILEIRA-APROVADAS-PELO-PRIMEIRO-CONGRESSO-OPERARIO-BRASILEIRO-1906

 

A partir da leitura do Tema 3 das resoluções do Primeiro Congresso Operário Brasileiro acerca da Ação Operária, o professor deverá trabalhar com os alunos,em um seminário, os meios de propaganda consagrados pela militância revolucionária dos trabalhadores brasileiros durante a Primeira República, tendo por base a discussão das seguintes perguntas temáticas a serem respondidas pelos alunos em suas interpretações orais do texto:

- Por que era necessário para a militância operária desenvolver meios de propaganda de seu ideário e de suas formas de organização na Primeira República? (Para a militância reunida no Congresso, o conjunto de atividades de resistência a serem utilizadas pelos trabalhadores visando modificar sua situação não se resumia às ações diretamente relacionadas ao espaço da produção, como as greves, as atividades de sabotagem e de boicote; também era parte importante nos esforços de organização dos trabalhadores a disseminação e a propaganda das condições de vida dos operários e dos meios preferenciais que tornassem possíveis o sucesso de suas lutas reivindicatórias, além de conscientizar operários de diferentes profissões acerca da condição comum de exploração econômica e social que estes vivenciavam.)

- Como deveria ser a configuração da imprensa operária da Primeira República presentes neste documento? (Ainda que houvesse a preferência por jornais confeccionados a partir das temáticas deliberadas pela Confederação Operária Brasileira e por suas Federações filiadas, o dever de propaganda militante não deveria resumir-se aos órgãos de imprensa destas, sendo, sempre que possível, uma atitude a ser tomada pelos próprios sindicatos ou indivíduos envolvidos na militância operária; deste modo, buscava-se aproximar os órgãos de imprensa dos operários de seu próprio cotidiano de vida e de trabalho, visando assim ampliar as perspectivas de apoio dos mesmos às atividades das sociedades de resistência.)

- Quais as formas de propaganda que deveriam ser desenvolvidas pela imprensa operária? (Para além dos jornais, o uso de outras atividades como a redação de manifestos e a realização de conferências temáticas indicava uma perspectiva pedagógica com o objetivo de confeccionar instrumentos de propaganda do movimento e desenvolver uma cultura comum e em oposição aos valores e ideários dominantes disseminados pela burguesia brasileira de então. Neste sentido, a ideia de uma imprensa operária buscava construir-se de um variado arco de manifestações singulares que buscavam adaptar-se às condições de militância na qual a mesma deveria manifestar-se.)

 

AULA 2

 

Contextualização

 

O professor deverá fazer uma breve introdução enfatizando que, nos jornais produzidos pela militância operária no Brasil durante a Primeira República, para além do retrato das precárias condições de subsistência e de trabalho vivenciadas por milhares de trabalhadores, desenvolveu-se uma preocupação intrínseca para com a promoção de atividades e campanhas relativas a aspectos de uma perspectiva cultural na ação política militante. Nesse sentido o incentivo e o noticiar da construção de escolas e espetáculos culturais nos sindicatos e associações operárias diversas eram constantes nestes jornais.

 

Desenvolvimento

 

Tendo em vista a pluralidade de manifestações culturais disseminadas por meio destes jornais, o professor deverá dividir a sala em dois grupos para que realizem pesquisas via Internet e redijam artigos concernentes à pluralidade de manifestações desenvolvidas pela militância operária nestes jornais, tomando como exemplo a propaganda em favor de uma educação autônoma a partir da ideia das Escolas Modernas e a publicidade constante de festivais dramáticos encontrados na imprensa operária de então.

Ao GRUPO 1 deverá ser pedido que pesquise textos e imagens e que redija um artigo acerca das concepções e da história da educação operária no Brasil neste período, tomando como exemplo as Escolas Modernas. Ao GRUPO 2 deverá ser pedido que pesquise textos e imagens e que redija um artigo acerca das concepções e história da dramaturgia anarquista no Brasil. Os links abaixo são sugestões de pesquisa. Se necessário, os alunos deverão expandir as fontes para além das sugestões.

Links:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Moderna

http://fabiopestanaramos.blogspot.com/2011/02/as-mulheres-anarquistas-e-o-teatro.html

 

AULA 3

 

Contextualização

 

O professor deverá fazer uma breve introdução enfatizando que, em larga medida, não somente a singularidade de conteúdos, mas também a singularidade de formas de estruturação dos jornais operários, da linguagem utilizada nos títulos dos mesmos se diferia dos grandes jornais liberais durante a Primeira República. Seja no nome do jornal, seja na forma de narrar um acontecimento enfocado por este, os jornais liberais e operários se diferenciavam pela forma de enfocar as notícias que veiculavam em suas páginas.
 

 

Desenvolvimento

 

Mantendo a divisão dos alunos em dois grupos, estabelecida na segunda parte da aula anterior, os alunos deverão fazer uma interpretação descritiva oral das imagens abaixo, em um seminário temático, de acordo com a seguinte estruturação de grupos quanto a temas:

 

- GRUPO 1: “A imprensa liberal na Primeira República e sua estrutura”;

- GRUPO 2: “A imprensa operária na Primeira República e sua estrutura”.

 

Ao GRUPO 1 deverá ser cedido o seguinte conjunto de imagens:

 

Figura 1:

A Capa do jornal O Estado de S. Paulo

Legenda: Capa do jornal O Estado de S. Paulo. Data: 29 jun.1914. Fonte: Páginas da história: Os fatos que marcaram o país e o mundo, exposto nas capas históricas do jornal O Estado de S. Paulo. São Paulo: O Estado de S. Paulo, 2008.

 

Figura 2:

Reportagem de O Estado de S. Paulo

Legenda: Reportagem “A Conflagração”, publicada no jornal O Estado de S. Paulo. Data: 5 ago.1914. Fonte: Páginas da história: Os fatos que marcaram o país e o mundo, exposto nas capas históricas do jornal O Estado de S. Paulo. São Paulo: O Estado de S. Paulo, 2008.

 

Com o GRUPO 1, o professor deverá trabalhar a estrutura da imprensa liberal na Primeira República a partir de duas características presentes nestas imagens, as quais deverão ser desenvolvidas na interpretação oral dos alunos a partir das seguintes perguntas temáticas?

- Qual era o objetivo do uso de um nome genérico para um jornal de cunho liberal? (O uso de nomes como O Estado de S. Paulo procurava fazer alusão direta à ideia de que estes jornais se encontravam a serviço de todo um agrupamento cidadão indistintamente composto, tendo por referência específica, no máximo, a região de sua produção; tal característica construía uma aura de abrangência indistinta de temas que formavam seu conteúdo a partir de uma pretensa objetividade, ocultando preocupações com o tipo de conteúdo produzido diretamente relacionado ao enfoque preferido para o noticiar de um dado acontecimento.)

- Por que estes jornais usavam uma linguagem neutra nas reportagens encontradas em suas páginas? (O reiterado uso da linguagem neutra no noticiar dos acontecimentos nestes jornais nas manchetes de suas reportagens, sem adjetivar o acontecimento narrado, procurava construir uma aura de distanciamento do jornal perante os acontecimentos, procurando passar a imagem de não envolvimento com as possíveis partes em disputa na notícia; visava-se deste modo produzir uma aura de imparcialidade sobre o acontecimento narrado.)

 

Ao GRUPO 2 deverá ser cedido o seguinte conjunto de imagens:

 

Figura 1:

Capa do jornal A Terra Livre

Legenda: Capa do jornal anarquista paulistano A Terra Livre. Data: 10 mar.1907. Fonte: Arquivo Edgard Leuenroth/Unicamp.

 

Figura 2:

Reportagem do jornal A Lanterna

Legenda: Reportagem “A grande comemoração do dia 13 de outubro”, publicada no jornal anarquista paulistano A Lanterna. Data: 22 out. 1910. Fonte: Arquivo Edgard Leuenroth/Unicamp.

 

Com este grupo, o professor deverá trabalhar a estrutura da imprensa operária na Primeira República, a partir de duas características presentes nestas imagens, as quais deverão ser desenvolvidas na interpretação oral dos alunos a partir das seguintes perguntas temáticas:

- Qual era o objetivo do uso de um nome específico para um jornal de militância operária? (O uso de nomes como A Terra Livre procurava especificar não somente a temática destes jornais, mas também o público leitor a que o mesmo se direcionava; a partir de tais títulos, estes jornais assumiam uma postura abertamente crítica e opinativa no noticiar de seus acontecimentos, procurando deixar explícitas as motivações de seu noticiário cotidiano, bem como a ótica a ser enfocada perante este.)

- Por que estes jornais faziam uso de uma linguagem crítica em suas reportagens? (Ao usar um título adjetivado ["Grande"] para a reportagem, tais jornais procuravam assumir um envolvimento direto com a perspectiva de enfoque da notícia publicada em suas páginas; ademais, a individuação presente no início da narrativa ["Do meu Diário"] indicava a ideia de que o acontecimento narrado era fruto de um enfoque explicitamente parcial de ordem individual ou coletiva dos produtores da notícia.)

 

AULA 4

 

Contextualização

 

O professor deverá fazer uma breve introdução, enfatizando que as distinções que surgem da comparação da estrutura dos jornais liberais e operários na Primeira República, ainda hoje, são validas no que tange às formas de construção e veiculação de notícias nos meios de comunicação. Seja no enfoque acerca de uma dada notícia na linguagem de sua narrativa ou nas partes ouvidas, seja na prática de ocultar ou jogar luz a determinados acontecimentos, a distinção entre jornais liberais e a chamada imprensa operária alternativa existente na Primeira República permanece válida.

 

Desenvolvimento

 

Tomando como exemplo os princípios de ética jornalística defendidos pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) e as perspectivas delimitadas pelo pesquisador Vito Gianotti acerca das especificidades do jornalismo operário e alternativo, os alunos deverão redigir artigos procurando enunciar as características destas duas formas de jornalismo.

Ao GRUPO 1 deverá ser pedido que redija um artigo acerca dos preceitos do jornalismo liberal presentes no Código de Ética da Associação Nacional de Jornais. Ao GRUPO 2 deverá ser pedido que redija um artigo acerca dos pressupostos do jornalismo operário e alternativo presentes no artigo do pesquisador Vito Gianotti. Os links para o Código de Ética da ANJ e para o artigo de Vito Gianotti seguem abaixo:

http://www.anj.org.br/quem-somos/codigo-de-etica

http://www.piratininga.org.br/artigos/2005/75/vitogiannotti-desafios.html

 

AULA 5

 

Contextualização

 

O professor deverá fazer uma breve introdução à temática da aula, centrada na importância do desenvolvimento de meios de comunicação autônomos por parte dos agrupamentos política e socialmente associados, como forma de atuação política específica tanto na Primeira República quanto atualmente. Por intermédio do uso destes meios, tornou-se possível tornar públicas suas condições, suas carências, suas reivindicações, criando assim a possibilidade de diálogo com os poderes estabelecidos e a conquista de seus direitos.

 

Desenvolvimento

 

A partir das informações trazidas pelo professor nas aulas anteriores (texto, documentário e imagens), das pesquisas e dos artigos redigidos pelos dois grupos, os alunos deverão trabalhar conjuntamente para construir com cartolinas um Jornal Mural, tendo por tema: “As diferenças entre o jornalismo operário e o jornalismo liberal na Primeira República no Brasil”.

Se possível, o Jornal Mural deverá ser afixado em sala de aula ou nos corredores da escola.

 

 

AULA 6

 

Contextualização

 

O professor deverá introduzir a aula enfatizando que a constituição e a atuação de movimentos sociais reivindicativos de diferentes matizes no Brasil contemporâneo nem sempre são acompanhadas por parte da grande imprensa de uma cobertura que procure jogar luz às suas demandas e aos seus objetivos. Nesse sentido, nos últimos anos a Internet tem servido como verdadeiro contraponto ao jornalismo das grandes mídias, oferecendo voz e possibilidade de construção e manutenção de canais comunicativos próprios para estes movimentos.

 

Desenvolvimento

 

A partir das diretrizes de política editorial desenvolvidas pelo núcleo brasileiro do Centro de Mídia Independente, contidas no link abaixo, o professor deverá promover um debate oral com os alunos, tendo por tema as formas de desenvolvimento de meios comunicativos autônomos por parte dos movimentos sociais brasileiros nos dias atuais a partir da seguinte pergunta temática: “Quais as formas possíveis de se democratizar a disseminação e o acesso aos meios de comunicação nos dias atuais?”

 

Link: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/static/policy.shtml

 

CONCLUSÃO

 

Os alunos deverão ser incentivados a perceber a relação entre a existência de uma vida política democrática e socialmente inclusiva e a constituição de formas de disseminação autônomas de informações concernentes às atividades políticas desenvolvidas por um determinado movimento social. A partir das aulas, os alunos deverão ser levados a desenvolver um senso crítico acerca das estruturas e possibilidades dos meios de comunicação desenvolvidos pelas mídias tradicionais e pelas mídias alternativas. Por fim, os alunos deverão ser incentivados a perceber a importância do uso dos meios de comunicação para tornar públicas as carências e as necessidades das comunidades em que vivem.

Recursos Complementares
Avaliação

Os alunos deverão ser avaliados na sua capacidade de compreensão dos conceitos, na sua capacidade de leitura e interpretação oral e escrita dos textos e imagens cedidas e adquiridas em pesquisa, assim como na sua atividade de prática de pesquisa, elaboração e compartilhamento do conjunto de conhecimentos apreendidos durante as aulas.

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