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Carta argumentativa: características

 

18/06/2013

Autor e Coautor(es)
MARTA PONTES PINTO
imagem do usuário

UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA

Eliana Dias e Lazuíta Goretti de Oliveira

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Análise linguística: modos de organização dos discursos
Ensino Médio Língua Portuguesa Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Análise linguística: processos de construção de significação
Ensino Médio Língua Portuguesa Gêneros discursivos e textuais: narrativo, argumentativo, descritivo, injuntivo, dialogal
Ensino Médio Língua Portuguesa Recursos linguísticos em uso: fonológicos, morfológicos, sintáticos e lexicais
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Identificar uma carta argumentativa.
  • Identificar as características de uma carta argumentativa.
  • Reconhecer os argumentos utilizados para persuadir o leitor.
  • Produzir uma carta argumentativa.
Duração das atividades
3 aulas de 50 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • habilidade de leitura e escrita.
Estratégias e recursos da aula
  • Uso dos tablets, notebooks
  • Uso do laboratório de Informática
  • Uso da internet

Professor, a carta argumentativa caracteriza-se por ser uma correspondência com um leitor definido, específico. O emissor deve persuadir o leitor, por meio de seu ponto de vista, sobre determinado assunto.

Imagem carta argumentativa

Imagem disponível em: http://oblogderedacao.blogspot.com.br/2012/04/carta-argumentativa.html Acesso em: 23 maio 2013.

Módulo 1

Atividade 1

  • Apresentando modelos de carta argumentativa aos alunos

Professor, diante de seus notebooks, tablets ou nos computadores do Laboratório de Informática da escola, os alunos deverão acessar os sites abaixo de cada carta.

 

Carta 1 - de reclamação

 

Porto Alegre (RS), 1º de fevereiro de 2010.

Senhor Diretor do Departamento de Trânsito de Porto Alegre:

 
No último dia 20, recebi uma multa relativa a uma infração cometida em 1º de dezembro de 2009. A multa foi lavrada no cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a Rua Freitas Coutinho, às 15 horas, e se deu pelo fato de ter sido avançado o sinal vermelho.
Recordo-me bem da ocasião e admito que infringi uma norma do trânsito; aliás, uma “infração gravíssima”, de acordo com o novo Código de Trânsito. Porém, V.S.ª já viveu a desagradável situação de cruzar um semáforo, estando atrás de um ônibus de três metros de altura? Pois foi o que me aconteceu. Embora guardasse uma distância razoável do ônibus, sua altura não me permitia ver se o sinal estava ou não aberto. Como o ônibus não parou nem diminuiu a velocidade, achei que estivesse aberto e segui em frente.
  Além disso, notei que o motorista que vinha atrás de meu veículo acelerou seu automóvel ao nos aproximarmos do cruzamento, o que me impediu completamente de parar ou esperar que o ônibus se afastasse para poder ver o semáforo, pois do contrário corria o sério risco de ter meu carro colidido na parte traseira.
Por outro lado, será que o ônibus ou o veículo de trás também foram multados? Ou será que o policial de trânsito não teve tempo de anotar a chapa dos outros dois veículos, fazendo-me sua única vítima? Teria havido coerência por parte do policial ao lavrar essa multa?
Gostaria de lembrar ainda que, em mais de vinte anos como motorista, jamais fui multado, o que comprova o quanto minha conduta tem sido correta no trânsito e o quanto essa multa é injusta.
Peço a V.S.ª que examine esse caso de uma forma mais ampla, distinguindo, de forma clara, aqueles que realmente merecem ser multados daqueles que merecem ser compreendidos e, portanto, perdoados.
Sem mais para o momento, agradeço sua compreensão,
 
Victor Hugo Sanches

Disponível em: http://oblogderedacao.blogspot.com.br/2012/08/carta-argumentativa-de-reclamacao.html Acesso em: 23 maio 2013.

 

Carta 2 -  Ao editor de uma revista

 

Londrina, 10 de setembro de 2012.

 Prezado editor,

O senhor e eu podemos afirmar com segurança que a violência em Londrina atingiu proporções caóticas. Para chegar a tal conclusão, não é necessário recorrer a estatísticas. Basta sairmos às ruas (a pé ou de carro) num dia de "sorte" para constatarmos pessoalmente a gravidade da situação. Mas não acredito que esse quadro seja irremediável. Se as nossas autoridades seguirem alguns exemplos nacionais e internacionais, tenho a certeza de que poderemos ter mais tranquilidade na terceira cidade mais importante do Sul do país.

Um bom modelo de ação a ser considerado é o adotado em Vigário Geral, no Rio de Janeiro, onde foi criado, no início de 1993, o Grupo cultural Afro Reggae. A iniciativa, cujos principais alvos são o tráfico de drogas e o subemprego, tem beneficiado cerca de 750 jovens. Além de Vigário Geral, são atendidas pelo grupo as comunidades de Cidade de Deus, Cantagalo e Parada de Lucas.

Mas combater somente o narcotráfico e o problema do desemprego não basta, como nos demonstra um paradigma do exterior. Foi muito divulgado pela mídia - inclusive pelo seu jornal, a Folha de Londrina - o projeto de Tolerância Zero, adotado pela prefeitura nova-iorquina há cerca de dez anos. 

Por meio desse plano, foi descoberto que, além de reprimir os homicídios relacionados ao narcotráfico (intenção inicial), seria mister combater outros crimes, não tão graves, mas que também tinham relação direta com a incidência de assassinatos. A diminuição do número de casos de furtos de veículos, por exemplo, teve repercussão positiva na redução de homicídios.

Convenhamos, senhor editor: faltam vontade e ação políticas. Já não é tempo de as nossas autoridades se espelharem em bons modelos? As iniciativas mencionadas foram somente duas de várias outras, em nosso e em outros países, que poderiam sanar ou, pelo menos, mitigar o problema da violência em Londrina, que tem assustado a todos. 

Espero que o senhor publique esta carta como forma de exteriorizar o protesto e as propostas deste leitor, que, como todos os londrinenses, deseja viver tranquilamente em nossa cidade.

Atenciosamente,

 M.

Disponível em: http://www.mundovestibular.com.br/articles/4486/1/CARTA-ARGUMENTATIVA/Paacutegina1.html Acesso em: 23 maio 2013.

Carta 3 - ao escritor Luiz Fernando Veríssimo

 
São Paulo (SP), 13 maio 2007.
 
Caro Senhor Veríssimo,
 
Devo dizer, quanto ao texto "Ser Brasileiro", de sua autoria, que sua técnica para escrita é realmente algo muito bonito de se ver. Sinto-me feliz por ver esses jogos que o senhor faz com um dos nossos mais preciosos instrumentos de comunicação. As imagens criadas são muito bonitas de se ver em um texto, no entanto, senhor Veríssimo, gostaria de ressaltar que as preocupações das quais o senhor trata no texto são muito válidas, mas não creio que seja essa a ótica que devemos enfatizar enquanto cidadãos brasileiros.
O nosso país, infelizmente, tem a maior parte da população em índices alarmantes de pobreza e a fome assola muitas famílias brasileiras. Quantas crianças não estão nas ruas, sem nenhuma perspectiva de uma vida melhor, de um futuro?... Essas que são o futuro do nosso país... e que são tão maltratadas pela sociedade como um todo.
Por que isso acontece, senhor Veríssimo? Porque estamos, a cada dia, nos programando para não nos comover com a realidade do próximo... É mais fácil ver o mundo pelas lentes cor-de-rosa de Panglos.
Gostaria que o senhor passasse a baixar o vidro do seu, com certeza, lindo carro, nos sinais de  trânsito para ver o que nós fazemos com o nosso futuro. Ou talvez nem precise tanto... De vez em quando visite a cozinha da sua casa, o senhor com certeza encontrará bons exemplos de brasileiros que precisam de mais atenção.
Gostaria de salientar também, senhor Veríssimo, que essa é uma crítica construtiva. A sugestão é usar sua brilhante técnica a favor dos nossos problemas que precisam urgentemente de solução. Talvez assim consigamos com que as pessoas que leem seus textos sejam mais atentas ao que acontece à nossa volta e não se acostumem a achar normal ver pessoas passando fome, crianças nas ruas... Balas perdidas... E outras tantas coisas que estamos nos acostumando a ver.
 

Carta 4- Ao presidente Sarney

Brasília, 30 de julho de 2009.

Excelentíssimo Senhor Presidente José Sarney,

 
Com as minhas considerações, venho tratar de um assunto bastante recorrente na mídia nos últimos meses, o qual envolve diretamente V. Excia., como Presidente do Senado Federal, Casa pela qual tenho o maior respeito. Trata-se de denúncias de favorecimento a vários senadores, por via de Atos Secretos, fato que envergonha a todos nós, brasileiros.
A minha visão é de que o Senhor Presidente deveria pedir afastamento do cargo. Sem querer fazer um julgamento precipitado, até porque todos são inocentes até que se prove o contrário, o fato é que as denúncias existem e não são simples. São muitos os indícios de beneficiamento ilícito, como casos de nepotismo e aumento de verba indenizatória, sem publicação nos devidos órgãos de imprensa oficiais. Vossa Excelência aparece ligado a diversos desses Atos e, por isso, acho que sair, pelo menos temporariamente, seria uma prova de que pretende colaborar com as investigações.
Tais investigações constituem um elemento decisivo para a transparência pública, uma vez que a sociedade precisa ter conhecimento de como o dinheiro de seus impostos e tributos estão sendo aplicados. Num país em que a educação e saúde, só para citarmos duas áreas, costumeiramente vão de mal a pior, é inadmissível aceitarmos que ocorrências dessa natureza sejam consideradas normais. Por esse motivo, entendo que o Excelentíssimo Senador deve pedir licença, visando sempre ao interesse público.
Como cidadão brasileiro, consciente de minhas obrigações e direitos, é este o meu posicionamento. Se quem não deve não teme, dê-se a chance de esclarecer o que Senhor mesmo chama de “denúncias infundadas”, e isso só pode ser feito a partir do momento em que não mais ocupar a Presidência dessa Egrégia Casa, pois a sua imagem estará desvinculada de toda e qualquer “manobra” que porventura exista para não prolongar o caso.
 
Com os meus respeitos.
 
Povo Consciente.
 

 

Atividade 2

Depois de terem lido as cartas, os alunos deverão fazer um quadro, no word, em seus laptops, tablets ou nos computadores do Laboratório de Informática com as características de cada uma. Assim, poderão fazer a comparação entre elas. Todas têm data? ...e assim por diante?

Carta 1 carta 2 carta 3 carta 4  
         
         

 

Atividade 3

Os alunos deverão enviar os quadros para o e-mail do professor que, depois de ter verificado cada um, deverá devolver com um feedback. 

Professor, você poderá aproveitar para sanar as dúvidas na próxima aula.

 

Módulo 2

Atividade 1

Produção de textos

ilustração

Imagem disponível em: http://oblogderedacao.blogspot.com.br/2012/08/carta-argumentativa-de-reclamacao.html Acesso em: 23 maio 2013.

Professor, antes de propor a produção de um texto, leia com seus alunos o texto de apoio abaixo. Reproduza cópias do texto ou solicite que acessem o site onde o texto está postado.

Texto de apoio

Não é tão simples definir a palavra ‘violência’, segundo sociólogos e pesquisadores deste tema. As conotações deste conceito variam conforme suas fontes. Por exemplo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), este termo significa impor um grau intenso de dor e sofrimento que não se pode evitar. Para os militantes dos direitos humanos, a ‘violência’ é entendida como a violação dos direitos civis. Mas os estudiosos crêem que seu significado é muito mais profundo.

Violência nas grandes cidades

A violência tem várias faces. Na verdade, a violência urbana é apenas uma delas, entre guerras, miséria, discriminações, e tantas mais. O ângulo aqui abordado é um dos mais discutidos e controvertido de nossos tempos. Os atos transgressores ocorridos no âmago das grandes cidades, de caráter estritamente agressivo, frutos da vida em sociedade na esfera urbana, caracterizam, em parte, este fenômeno social que se convencionou chamar de violência urbana.

Ela se expressa através dos níveis cada vez mais elevados de criminalidade, da sujeição freqüente ao domínio dos instintos selvagens e bárbaros, do crime organizado, principalmente em torno do tráfico de drogas, dos atos despidos de qualquer civilidade – aqui se compreendem também a constituição de gangues, as pixações, a espoliação dos bens públicos, o caos do trânsito, os pontos abandonados da cidade, sem nenhuma preservação ou manutenção, entre outros.

Infelizmente, a cultura de massa é um setor da mídia, irresponsável e sensacionalista, que alimenta essas tendências explosivas das metrópoles, incentivando a violência por meio de filmes, músicas, novelas, enfim, é um jornalismo policial preocupado apenas com uma audiência crescente, entre outros.

A violência está enraizada no próprio processo histórico brasileiro, desde os primórdios da colonização. Milhares de índios foram exterminados, culturas dizimadas, outros aborígenes escravizados, ao lado dos negros trazidos da África. Esse contexto foi, ao longo do tempo, agravando-se ainda mais. Depois da libertação dos escravos, da importação de mão-de-obra de outros países, os imigrantes, o número de excluídos e marginalizados da nossa sociedade foi crescendo significativamente.

À medida que as cidades passaram a inchar de forma caótica, desordenada, sem nenhum planejamento, absorvendo também os trabalhadores do campo, principalmente após a mecanização rural, sua população foi dividindo os territórios – um centro ocupado pela elite, alguns círculos habitados pela classe média, e uma periferia crescente que cada vez mais se expande por todos os espaços desocupados que restam nas metrópoles urbanas.

Tudo isso, somado a um sistema econômico que mais exclui do que inclui as pessoas, mecanismo cruel que, por um lado, explora os trabalhadores, aliena-os do produto de seu trabalho, e por outro estimula ao máximo o consumo, através dos canais disponibilizados pela mídia e pela cultura de massa. Assim, a maior parte dos jovens, excitados pelo apelo ao consumismo, sem perspectivas materiais e sociais, abandonados pelo Poder Público, que não investe o suficiente em políticas educacionais e culturais, vê abrir-se diante de seus olhos o universo do crime organizado, que eles acreditam lhes proporcionar tudo o que mais desejam. Este mundo, a princípio fascinante, ocupa o vácuo deixado pelo Estado, mas depois trai cada um de seus seguidores, oferecendo-lhes nada mais que uma vida perdida, sem dignidade, mergulhada nos vícios e em uma violência sem freios, que acaba ceifando suas próprias existências.

Assim, em sociedades nas quais as instituições revelam-se fracas e corrompidas, na qual a autoridade social encontra-se desacreditada, os valores morais atravessam uma fase de decadência e descrença, na qual até mesmo a família tem deixado de cumprir seu papel fundamental na esfera da educação e da concessão de limites, vemos a violência urbana ultrapassar inclusive as barreiras sociais, aliciando adeptos em todas as classes sociais, em qualquer faixa étnica, independente até mesmo de sexo, idade ou religião.

A própria vida perdeu seu sentido, daí presenciarmos linchamentos, justiça realizada pelas próprias mãos, crimes passionais, assassinatos resultantes de brigas no trânsito, em casas noturnas, shows, bares, entre pessoas aparentemente honestas e até aquele momento completamente obedientes às normas sociais e legais.

Hoje, em nosso país, a violência se dissemina também pelas cidades do interior, pois os grupos criminosos vão procurando novos territórios. Além disso, também essas pequenas cidades absorvem atualmente os problemas antes típicos das grandes metrópoles, principalmente a degradação moral. Torna-se urgente uma profunda reforma político-social, aliada a um resgate intenso dos valores esquecidos, perdidos pelo caminho. Esta ação depende do Estado, mas também de toda a sociedade organizada.

Texto disponível em: http://www.infoescola.com/sociedade/violencia-nas-grandes-cidades/ Acesso em: 01 maio 2013.

 

Atividade 2

 

Professor, depois de lerem o texto,  projete-o e chame a atenção dos alunos para suas características:

CARACTERIZANDO A CARTA ARGUMENTATIVA


 É um gênero argumentativo, pois tem a finalidade de persuadir o  interlocutor a partir de argumentos convincentes.
 Apresenta introdução (ponto de vista defendido), desenvolvimento  (sustentação do ponto de vista através de argumentos) e conclusão (síntese das ideias, recomendação, sugestão, proposta).
 Tem uma estrutura semelhante a das cartas em geral: local e data, vocativo, corpo da carta, expressão cordial de despedida, assinatura.
 Pode ser: carta de reclamação (quando o objetivo é reclamar sobre algum problema às autoridades competentes) ou carta de solicitação (com o objetivo de solicitar soluções para um problema) e outros.
 Apresenta linguagem clara e objetiva, conforme o padrão culto formal.

 Atividade 3

Professor, levante os argumentos expostos no desenvolvimento da carta para os alunos.

Atividade 4

Produzindo uma carta argumentativa

Solicite aos alunos que, a partir da leitura crítica do texto de apoio, escreva uma carta dirigida a um jornal da cidade onde você mora, sugerindo medidas para conter a violência.

imagem  Professor, recolha os textos e depois de corrigidos, dê um feedback para os alunos.

Recursos Complementares

Professor, para enriquecer sua aula, assista aos vídeos:

Vídeo 1 -  Redação - Exercício: Carta Argumentativa - Características - Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=sQEBURb7v1A Acesso em: 03 maio 2013.

Vídeo 2 - Carta argumentativa - Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=0NPZhKucgwk Acesso em: maio 2013.

Vídeo 3 - cartas argumentativas - Dicas rápidas - http://www.youtube.com/watch?v=_z7EfYix5OA Acesso em: 05 maio 2013.

Avaliação

A avaliação deverá ocorrer durante todo o percurso por meio da observação do professor que deverá avaliar se o aluno sabe identificar uma carta argumentativa e suas características, se sabe conhecer os argumentos utilizados para persuadir o leitor e, em relação à produção do texto, se o aluno produziu uma carta argumentativa com todas as suas características..

Opinião de quem acessou

Cinco estrelas 3 classificações

  • Cinco estrelas 3/3 - 100%
  • Quatro estrelas 0/3 - 0%
  • Três estrelas 0/3 - 0%
  • Duas estrelas 0/3 - 0%
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Opiniões

  • clecia Moura, Elozira dos Santos Thomé , Acre - disse:
    gclcia@yaho.com

    20/08/2014

    Cinco estrelas

    Muito bom.


  • Tânia Gomes, EREM Édson Simões , Pernambuco - disse:
    tania.gomes.sje@gmail.com

    09/07/2014

    Cinco estrelas

    Aula bem elaborada, com textos ótimos que dá para o aluno identificar as características do gênero em estudo, além de disponibilizar os vídeos e o passo a passo das três aulas.


  • R. Pedro, Tomé Francisco da Silva , Paraíba - disse:
    rarycles.afonso@gmail.com

    12/03/2014

    Cinco estrelas

    Ótimo !


Sem classificação.
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