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A charge na sala de aula: uma perspectiva para o ensino e a aprendizagem de História

 

22/09/2009

Autor e Coautor(es)
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Aléxia Pádua Franco

UBERLANDIA - MG

ESC DE EDUCACAO BASICA

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Leila Floresta

UBERLANDIA - MG

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GETULIO RIBEIRO

UBERLANDIA - MG

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LEIDE DIVINA ALVARENGA TURINI

UBERLANDIA - MG

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Hudson Rodrigues Lima

UBERLANDIA - MG

ESC DE EDUCACAO BASICA

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Educação de Jovens e Adultos - 1º ciclo Estudo da Sociedade e da Natureza Cidadania e participação
Ensino Fundamental Final História Nações, povos, lutas, guerras e revoluções
Ensino Médio História Cidadania: diferenças e desigualdades
Ensino Fundamental Final História Cidadania e cultura no mundo contemporâneo
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

O aluno poderá aprender o que é uma charge e quais são as suas principais características; reconhecer a charge como fonte histórica para a compreensão de temáticas trabalhadas em aulas de História; adquirir noções básicas para a interpretação e a produção de charges.

Duração das atividades
6 aulas de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Conhecimentos relativos à História da França no século XIX.
Brasil Império, particularmente o Período Regencial.

Estratégias e recursos da aula

Aula 1
A charge nos meios de comunicação atuais

Atividade com jornais e revistas

1- O professor deve levar para a sala de aula revistas e jornais (recentes), selecionados previamente, e que contenham charges relativas a diferentes áreas da sociedade brasileira atual (política, economia, cotidiano, esportes, etc.).
2- Dividir os alunos em grupos e pedir que cada grupo, após o manuseio do material, escolha uma charge. A charge escolhida deve ter a sua idéia central debatida pelo grupo.
3- As conclusões do grupo sobre a idéia central da charge devem ser apresentadas aos colegas e ao professor.
4- Após as conclusões de todos os grupos, solicitar que os alunos façam comentários sobre outros meios a partir dos quais tiveram contato com charges (como televisão e internet, por exemplo) e como avaliam a utilização desta linguagem nos meios de comunicação atuais.

Outra opção: Para as escolas que contam com computadores, os quais podem ser acessados pelos estudantes, o professor pode solicitar que os alunos selecionem charges em revistas e jornais online, relativas à dinâmica atual da sociedade brasileira, e procedam da forma anteriormente mencionada no desenvolvimento da atividade.

Atenção, professor:
Caso haja divergências na interpretação feita pelo grupo e pelos demais alunos, cabe ressaltar que o chargista faz uma crítica a um personagem, fato ou acontecimento específico, com limitação temporal, ou seja, somente quem tem conhecimento sobre o fato retratado tem condição de entender a mensagem da charge. A charge exige este conhecimento, a necessidade de que o leitor esteja bem informado para fazer a interpretação do fato representado. Estas observações contribuem para que os alunos comecem a construir o conceito de charge.

Aula 2
Charge: conceito e características

I- Sistematizando coletivamente as características centrais de uma charge

A partir do trabalho realizado na aula anterior, solicitar aos alunos que discutam as principais características da charge quanto à forma e estrutura. Partindo da observação das charges escolhidas pelos alunos, será possível destacar as seguintes características:

1- Na charge, o desenho deve conter elementos que permitam ao leitor entender a situação representada e enxergar a crítica feita pelo autor.

2- A composição dos elementos (pessoas, vestimentas, cenário, fisionomias/expressões, objetos, metáforas, exageros, deformação de características, etc.) ajuda o observador/leitor na interpretação da idéia central ou situação criticada na charge.

3- Na situação representada na charge pode haver balões indicando diálogo, pensamento, etc., mas apenas se for absolutamente necessário, pois a idéia da charge é recorrer o mínimo possível ao texto escrito.

4- Ressaltar ainda, nesta caracterização, que o humor e a sátira são utilizados pelo chargista para expressar sua visão sobre determinado fato ou idéia, o que faz da charge um importante recurso para o desenvolvimento do pensamento (e do posicionamento) crítico.

II- Produzindo coletivamente o conceito de charge

1- Para sistematizar as discussões relativas ao conceito de charge, o professor pode solicitar aos alunos que consultem dicionários como Aurélio e Houaiss.

2- O texto do cartunista Fernando A. Moretti, intitulado “Qual a diferença entre charge, cartuns e quadrinhos?” contribui para a compreensão das características fundamentais da charge. Disponível  em: http://www.aleph.com.br/moretti/artigos_diferenca.htm

3- Produzir coletivamente o conceito de charge, destacando as suas características principais.

Aula 3 e 4

A charge e a reflexão histórica

Professor, ao introduzir o tema junto aos alunos, é importante ter em consideração as seguintes idéias:

A charge é um recurso importante para o ensino/estudo da História não apenas por ser uma representação pictórica – o que de início já se define como uma provocação para os alunos – mas também por ter como princípio inerente a possibilidade de reflexão sobre uma determinada situação, fato, idéia. Ao fazer a opção pelo trabalho com a charge é importante reconhecer nesta linguagem um potencial para a reflexão histórica, não a encarando como mera ilustração, como muitas vezes acontece, particularmente em manuais didáticos. É importante levar o aluno a perceber a historicidade presente em outras fontes e linguagens que não o texto escrito. Isso pode contribuir para aguçar a sua capacidade de interpretação e espírito crítico, permitindo-lhe estabelecer relações entre fontes e/ou linguagens utilizadas no estudo de temas históricos.

A charge, de modo geral, tem como foco situações relativas ao contexto do autor, ou seja, tem limitação temporal. O chargista elabora uma crítica político-social acerca de fatos e idéias familiares ao cotidiano de sua época histórica. Quando analisada em seu contexto ou mesmo em outro, a charge possibilita contato com a visão do chargista a respeito de determinada situação. Desta maneira, constitui-se em importante documento histórico para a compreensão de uma determinada interpretação relativa a um fato específico.

Mas, atenção! Não há nesta proposta a defesa da utilização da charge como recurso metodológico nas aulas de História em substituição ao trabalho com outros recursos ou, principalmente, em substituição ao texto escrito. O texto escrito é recurso didático fundamental para as reflexões de natureza histórica. O que se propõe é a diversidade na utilização de recursos para o ensino e a aprendizagem de História, com vistas a suscitar entre os alunos um maior envolvimento e participação nas aulas de História e contato com diferentes gêneros de texto.


Feitas estas considerações, propor aos alunos a interpretação oral e escrita da charge Gargantua (1831), de Honoré Daumier:

Disponível em: http://www.abcgallery.com/D/daumier/daumier88.html

Atividades propostas:

1- Coletando informações biográficas de Honoré Daumier (1808-1879)

Solicitar aos alunos que façam uma rápida consulta a enciclopédias e/ou outras fontes, as quais tragam informações biográficas de Honoré Daumier.
Segundo Fernando Moretti, o autor é considerado o precursor deste gênero textual que é a charge.

(Confira texto de Fernando Moretti em http://www.aleph.com.br/moretti/artigos_daumier.htm)

Esta breve consulta possibilitará aos alunos uma reflexão sobre a etimologia da palavra charge e sobre as suas características fundamentais. Os alunos poderão tomar contato com o contexto que inspirou o autor no seu trabalho e descobrir que Honoré Daumier utilizou o gênero em questão para criticar implacavelmente o governo de sua época. Ao invés de escrever um texto ou descrever fatos, ele preferiu “ir à carga” e expor, por meio da charge, a sua visão a respeito da situação vivenciada pelos franceses no governo do rei Luís Filipe I (1773 – 1850).

2- Interpretação oral e escrita da charge

A- Iniciar a atividade com o levantamento, pelos alunos, de hipóteses relativas aos elementos presentes na charge e a uma possível interpretação da mesma. Esta proposta estabelece relação com a Atividade 1, uma vez que a biografia do autor marca a sua trajetória de contestação ao governo do rei Luis Filipe, o que contribui para a interpretação da idéia central da charge.

B- Os alunos interpretam oralmente a charge e, depois da sistematização feita pelo professor, organizam, por escrito, as suas conclusões, a partir da discussão de dois eixos:

• Elementos presentes na charge, os quais permitem interpretar/enxergar a crítica feita por seu autor;
• Interpretação possível da idéia central da charge.

C- Para que o professor tenha maior clareza das possibilidades da atividade descrita no item B, transcrevo a interpretação feita por alunos do 8º ANO fundamental, em uma aula de História, a respeito da charge Gargantua, de Honoré Daumier:

Elementos presentes na charge, os quais permitem interpretar/enxergar a crítica feita por seu autor

O rei Luís Filipe I foi representado em tamanho desproporcional em relação ao tamanho das demais pessoas (como um gigante) provavelmente para simbolizar o poder do seu governo.

As personagens presentes na cena podem ser divididas em dois grupos: na parte mais à esquerda da charge, mais próximas ao rei, estão pessoas que pertencem à realeza e à burguesia, ou ao grupo de funcionários particulares da realeza; à direita estão pessoas do povo, súditos do rei.

Além da questão do lugar ocupado por cada um dos grupos, outro elemento importante para compreender a divisão citada no item anterior é a vestimenta: as pessoas da esquerda possuem uma vestimenta parecida com a do rei, representando o que era característico no vestuário da realeza e da burguesia da época. As pessoas da direita estão vestidas de forma mais simples caracterizando o vestuário de diferentes grupos sociais que não pertenciam à realeza ou à burguesia.

Honoré Daumier fez a representação de uma espécie de rampa que vai do chão à garganta do rei Luis Filipe: esta representação é fundamental para entender a crítica do autor. Um homem joga moedas em um saco, outro homem as recolhe e outros levam os sacos supostamente cheios de moedas de ouro para a garganta do rei.

Interpretação possível da idéia central da charge:

Nesta charge de 1831, Honoré Daumier faz uma dura crítica ao governo do rei Luís Filipe I, da França. Os elementos presentes representam o rei como um governante poderoso, autoritário, que se coloca acima de todas as outras pessoas e que se enriquece a custa da dominação dos seus súditos. A riqueza do seu governo vem da exploração e da opressão dos grupos sociais menos favorecidos.

Aula 5

Interpretação oral e escrita da charge de Manoel Araújo Porto-Alegre, autor da primeira charge política impressa e distribuída no Brasil, em 1837, intitulada A Campainha e o Cujo (1837).


Disponível em: http://www.bigorna.net/index.php?secao=artigos&id=1124907826

A charge retrata um homem em pé, elegantemente trajado, usando chapéu de penacho. Com a mão direita toca uma sineta e, com a outra, oferece um saco de dinheiro a um sujeito ajoelhado, em atitude servil. Outros, ao fundo, fogem da cena. A legenda diz:

A Campainha
Quem quer; quem quer redigir
O Correio Oficial!
Paga-se bem. Todos fogem?
Nunca se viu coisa igual

O Cujo
Com três contos e seiscentos
Eu aqui´stou, meu senhor
Honra tenho e probidade
Que mais quer d´um redator?

Atividades propostas:

1- Coletando informações biográficas de Manoel Araújo Porto-Alegre

Iniciar as atividades solicitando aos alunos que façam uma rápida consulta a enciclopédias e/ou outras fontes, as quais tragam informações biográficas de Manoel Araújo Porto-Alegre (1806/1879).

2- Ler o artigo do jornalista e historiador Gilberto Marangoni, a respeito da charge de Manoel Porto-Alegre. 
Acesse: http://www.bigorna.net/index.php?secao=artigos&id=1124907826 

3- Seguir as mesmas orientações indicadas para o trabalho com a charge Gargantua, de Honoré Daumier, fazendo a reflexão da charge a partir dos dois eixos trabalhados:

A- Elementos presentes na charge, os quais permitem interpretar/enxergar a crítica feita por seu autor;
B- Interpretação possível da idéia central da charge.

4- Discutindo a questão da corrupção no período regencial (Brasil Império) e nos dias atuais

A charge de Manoel Araújo Porto-Alegre tem como foco o pagamento de propina efetuado ao jornalista e deputado Justiniano José da Rocha (1812-1862) conhecido por ser um jornalista a serviço do governo da época. A partir da interpretação da charge, o professor pode estimular, entre os alunos, uma discussão relativa ao Período Regencial no Brasil Império e remeter a uma discussão acerca da questão tratada na charge, a qual, ainda nos dias atuais, é bastante presente entre nós.

Aula 6
Produção de charges pelos alunos

1- Como culminância das atividades relativas à temática trabalhada nesta aula, orientar os alunos para a produção de charges sobre uma temática escolhida pelo grupo: esta tanto pode estar relacionada a um conteúdo histórico trabalhado em sala de aula, quanto a uma temática relativa ao contexto da sociedade brasileira na atualidade.

2- As produções devem ser socializadas entre os alunos da turma e expostas em mural da escola para que todos possam conferir o resultado do trabalho.

Recursos Complementares

Atenção, professor! Sugerimos que a aula proposta seja trabalhada em conjunto com as disciplinas de Língua Portuguesa, na conceituação e caracterização da charge como gênero textual importante para a formação do aluno como leitor; e Artes, no processo de produção de charges pelos alunos.

Na ESEBA/UFU, a Área de História desenvolve Projeto intitulado “Charge & Paródia nas aulas de História”, com alunos do II e do III Ciclo. Para ter acesso aos textos produzidos por professores da Área e a uma parte da produção realizada por alunos em aulas de História do Ensino Fundamental, consulte:

http://gephiseseba.blogspot.com 

http://www.4shared.com/account/file/130919798/f020a1bc/Projeto_Charge__Pardia.html

Avaliação

A ação avaliativa deve permear toda a prática pedagógica do professor dando-lhe constantemente elementos que lhe possibilitem auxiliar o estudante no seu desenvolvimento. Deve permitir que o aluno organize o seu pensamento - seja através da expressão oral ou escrita - buscando, ao refletir sobre um determinado assunto, fazer uma leitura crítica das fontes analisadas, estabelecendo relações, levantando questões, buscando respostas e expondo conclusões. A avaliação deve ser utilizada primordialmente como um canal de comunicação entre o aluno e o professor. Fundamental para o primeiro uma vez que pode ajudá-lo a reorganizar o seu pensamento e superar dificuldades. Fundamental também para o professor que poderá sempre repensar a sua atuação, revendo conteúdos, metodologias de ensino, procedimentos avaliativos.

No desenvolvimento do tema proposto, o professor poderá avaliar os alunos a cada etapa do trabalho por meio das atividades orais incluídas no processo, como levantamento de hipóteses, debates, apresentação de conclusões, produção e apresentação de charges; também por meio das atividades escritas mencionadas nas aulas, relacionadas a consultas em material bibliográfico e à interpretação das charges trabalhadas.

Opinião de quem acessou

Quatro estrelas 12 classificações

  • Cinco estrelas 8/12 - 66.67%
  • Quatro estrelas 4/12 - 33.33%
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Opiniões

  • Rômulo dos Santos Fonseca, Escola Estadual Basílio da Gama , Minas Gerais - disse:
    dedinhodeprosa@gmail.com

    08/06/2013

    Quatro estrelas

    Muito bem elaborada. Fui alertado para uma nova forma de trabalho com alunos do 8º ano que estão com dificuldades na concentração e compreensão das aulas.


  • MARIA GORETE LIMA, CEF Arapoanga , Distrito Federal - disse:
    mariagoreteslima@gmail.com

    01/09/2011

    Cinco estrelas

    Realmente o trabalho feito com charges é muito interessante, pois desperta os nossos alunos e também nos envolve.


  • Núbia Régia, Diretoria Regional de Ensino , Tocantins - disse:
    nubiaregia20@gmail.com

    28/02/2011

    Quatro estrelas

    A aula propicia um trabalho conjunto com professores de L. Portuguesa e artes promovendo assim a interdisciplinaridade, o que propicia melhor aprendizagem para os alunos. Parabéns


  • Daniela Cardoso da Silva, Escola Estadual de Ens Fund Itamarati , Rio Grande do Sul - disse:
    dani1973@ig.com.br

    13/01/2011

    Cinco estrelas

    Acredito que a variação de recursos nas aulas de História faz com que aproximemos nossos alunos da nossa disciplina, buscando outras linguagens instigamos a curiosidade e desenvolvemos a criatividade destes. Achei muito interessante as alas propostas pela equipe e colocarei me prática neste ano letivo com as minhas turmas.


  • Ana Meire Santos Reis, Escola Estadual Prof. Lucila Moraes Chaves , Sergipe - disse:
    tiaanaaju@hotmail.com

    25/08/2010

    Cinco estrelas

    Obrigada, pela contribuição , com certeza os alunos irão participar bastante, pois nela está incluida elementos de fácil aceitação por parte da turma. Valeu !!


  • Walleska Bernardino, ESEBA , Minas Gerais - disse:
    walleskabs@yahoo.com.br

    13/06/2010

    Cinco estrelas

    Como é bom casar conhecimentos sob perspectiva multidisciplinar! Adorei!


  • RUBENILDA CHAGAS WANZERLEY, E E E F M JOAQUIM VIANA , Pará - disse:
    rubenildaw@gmail.com

    01/05/2010

    Cinco estrelas

    Interessante esta aula, pois proporciona um trabalho multidisciplinar envolvendo os códigos de linguagem, arte, história, e o trabalho com recursos multimídias.


  • FÁTIMA, Colégio Estadual Alfredo Gomes , Rio de Janeiro - disse:
    fat-espindola@hotmail.com

    25/04/2010

    Cinco estrelas

    Excelente material para o Ensino Médio, porque leva à reflexão e ao debate. O mais interassante é que muitas dessas charges continuam atuais embora tenham mais de cem anos. Por favor enviem charges para o email fat-espindola@hotmail.com.


  • THAIS HELENA LEITE, coc , Espírito Santo - disse:
    thaisprof.es@terra.com.br

    24/03/2010

    Cinco estrelas

    excelente orientação para trabalho, tive resultados surpreendentes com meus alunos. Grata!!!!


  • Nila Maria Clarete Fernandes, EEF Dom Jaime de Barros Camara , Santa Catarina - disse:
    nilam@brturbo.com.br

    24/03/2010

    Cinco estrelas

    Adorei a idéia! Estava procurando algo diferente para dinamizar minhas aulas de História. Vou selecionar as charges e iniciar os trabalhos na primeira semana de novembro. Parabéns pela criatividade. Professora Nila


  • Sandra, Esc. Est. Dr. Francisco A. Azevedo , Goiás - disse:
    carlethsandra@yahoo.com.br

    24/03/2010

    Quatro estrelas

    É um plano muito bom para trabalhar com alunos do 9º ano, e realmente contribui para que o aluno construa o conhecimento a cada aula.


  • Elenice, Col. Est. João Gonçalves Filho , Goiás - disse:
    lenice_fonseca@hotmail.com

    24/03/2010

    Quatro estrelas

    Ótima, foi muito bem elaborada, partindo do mais fácil para o mais complexo


Sem classificação.
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