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O gênero cordel e sua tradição

 

21/08/2013

Autor e Coautor(es)
MARTA PONTES PINTO
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UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA

Eliana Dias e Lazuíta Goretti de Oliveira

Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Língua oral e escrita: processos de interlocução
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Análise linguística: modos de organização dos discursos
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Língua oral e escrita: prática de escuta e de leitura de textos
Ensino Médio Língua Portuguesa Produção, leitura, análise e reflexão sobre linguagens
Ensino Fundamental Final Língua Portuguesa Análise linguística: variação linguística: modalidades, variedades, registros
Ensino Médio Língua Portuguesa Gêneros discursivos e textuais: narrativo, argumentativo, descritivo, injuntivo, dialogal
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Reconhecer  a Literatura de Cordel como  narrativa em verso com padrões formais fixos e temáticas variadas.
  • Reconhecer a importância do Cordel como tradição em textos informativos.
  • Organizar uma exposição de poemas de cordel.
Duração das atividades
3 aulas de 50 minutos cada
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • Habilidade de leitura e escrita
  • Narrativa
Estratégias e recursos da aula
  • Uso da Internet.
  • Pesquisa em blog.
  • Trabalho em duplas.
  • Exposição de textos de cordel no pátio.

 

  • Professor, o gênero “ Literatura de Cordel” expressa em seus versos  traços marcantes da diversidade cultural presente na sociedade brasileira: cada região tende a proclamar seu modo de viver, seus costumes, sua crenças em produções características de sua região. A primeira e mais importante constatação a respeito desta poesia, é que ela é uma expressão cultural do povo. Utiliza-se de sua linguagem, sua visão de mundo, seus problemas, suas lendas e seu cotidiano. A falta de sensibilização e de reflexão sobre a diversidade cultural e estética da cultura regional favorece o distanciamento do aluno de suas raízes histórico-geográficas, propiciando um processo de alienação cultural. Entendemos que, nos meios escolares, a Literatura de Cordel deve ser valorizada, representando essas características que compõem a identidade de cada região e a espontaneidade da Arte Popular.

Disponível em: https://sites.google.com/site/projetosereflexoes/home/projetos-pedaggicos/cordel-leitura-e-escrita Acesso em: 18 agosto 2013.

 

MÓDULO 1 - SENSIBILIZAÇÃO PARA ESTUDAR O CONTEÚDO.

ATIVIDADE 1

  • Professor, como forma de introduzir o assunto, entregue cópias do texto abaixo para os alunos. Antes forme grupos com 5 alunos em cada um. Peça aos estudantes para lerem o texto, com o objetivo  de apresentarem um resumo das informações para os colegas.

Cada grupo será responsável por apresentar uma parte do texto COMO SURGIU A LITERATURA DE CORDEL. No entanto, todos deverão ler o texto por inteiro.

GRUPO 1- Como surgiu a literatura de Cordel

GRUPO 2- Poesia no barbante

GRUPO 3 - Improviso feliz

GRUPO 4- Versão extraoficial

GRUPO 5- Gênero virou tema da Academia

 

Como surgiu a literatura de cordel

A literatura de cordel tem origem na Idade Média, mas muitas inovações brasileiras ajudaram a dar cara própria a esse patrimônio único

De tanto ouvir Roberto Carlos mandar tudo para o inferno, nos versos da canção que dominava as rádios no fim dos anos 1960, o poeta Enéias Tavares dos Santos decidiu que o "rei" havia feito por merecer uma resposta - e do tinhoso em pessoa. Escreveu então o folheto de cordel Carta de Satanás a Roberto Carlos, em que o diabo se dirigia queixoso ao cantor, diretamente da "corte das trevas". (Um trecho da peça é reproduzido no caixão abaixo.)

Ao reunir realidade e ficção, sátira e bom humor, a conversa franca entre Satanás e seu "grande amigo Roberto" tornou-se um dos maiores sucessos da literatura popular em versos brasileira. Rendeu incontáveis reimpressões e inspirou dezenas de folhetos de outros cordelistas, como Resposta de Roberto Carlos a Satanás, de Manuel d’Almeida Filho, e A Mulher que Rasgou o Travesseiro e Mordeu o Marido Sonhando com Roberto Carlos, de Apolônio Alves dos Santos.

Além da sorte, Enéias Tavares usou a seu favor a astúcia dos grandes cordelistas: conjugou a crendice popular (centrada na figura do diabo) à modernidade do novo ídolo, que estampava capas de revistas e alavancava audiência na televisão ao embalo do iê-iê-iê. O autor soube interpretar um momento de sua época, na mesma toada em que há mais de um século a literatura de cordel retoma tradições e constrói, em forma de poesia, crônicas da sociedade e da política brasileiras.

Poesia no barbante

Normalmente impresso em livretos de oito, 16 ou 32 páginas, com dimensões que não costumam ultrapassar as da palma da mão, o cordel pode ser encontrado sobretudo no Nordeste, em feiras de grandes capitais (como a de São Cristóvão, no Rio de Janeiro) e em lojas especializadas em produtos nordestinos.

Diferentemente de outras formas de literatura, o cordel é derivado da tradição oral. Isto é, surge da fala comum das pessoas, e também das histórias como contadas por elas, e não como fixadas no papel. "Onde quer que existam populações que não sabem ler nem escrever, existirá poesia oral, conto oral, narrativa oral, porque as pessoas não acham que o analfabetismo pode impedi-las de praticar a poesia e a narrativa. A literatura nasceu oral e foi assim durante milênios. Quando a Ilíada e a Odisseia foram transpostas pela primeira vez para o papel, já tinham séculos de idade", afirma o escritor Braulio Tavares.

A origem dos cordéis são as cantigas dos trovadores medievais, que comentavam as notícias da época usando versos, que eles próprios cantavam, frequentemente de forma cômica. "Por volta do século 16, ela era praticada na península Ibérica por meio dos trovadores, que recitavam louvações e galanteios para agradar aos poderosos", diz Gonçalo Ferreira da Silva, presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Com o tempo, tais artistas começaram a registrar suas falas em folhas soltas, conhecidas em Portugal como "volantes", e prendê-las em torno do corpo em barbantes para que as recitassem e, ao mesmo tempo, garantissem as mãos livres para os movimentos.

O verbete "cordel" apareceu apenas em 1881, registrado no dicionário português Caldas Aulete. Era sinônimo de publicação de baixo valor e prestígio, como as que na época eram vendidas penduradas em cordões na porta das livrarias - esses "varais" de literatura logo caíram em desuso, mas o nome prevaleceu. A tradição chegou ao Nordeste do Brasil com os colonizadores portugueses e, ao longo dos séculos, adquiriu características próprias. A forma definitiva, com os livretos, têm pouco mais de 100 anos. Tudo graças a algumas prensas velhas de jornal.


Improviso feliz

As honras de "pai" da literatura de cordel brasileira cabem ao paraibano Leandro Gomes de Barros, que começou a imprimir livretos e alcançou o mérito, digno de poucos poetas, populares ou não, de sustentar a família apenas com os dividendos das centenas de títulos lançados.

Na virada do século 20, as redações de jornal e as casas tipográficas eram modernizadas: trocavam a composição manual, em que cada palavra era montada na página, letra por letra, por máquinas de linotipo, que aceleravam a impressão ao usar linhas completas de uma só vez.

Assim, o maquinário obsoleto foi descartado por valores ínfimos, para a alegria dos entusiastas do cordel. "Isso fez com que os versos dos poetas populares nordestinos, que até então eram copiados a mão e passados adiante, pudessem ser transformados em produto industrial e comercial, mesmo que em escala modesta", escreve Braulio Tavares em Contando Histórias em Versos - Poesia e Romanceiro Popular no Brasil. Um dos primeiros cordeis de sucesso foi A Guerra de Canudos, em que o conflito de 1896 e 1897, opondo Antônio Conselheiro ao Exército brasileiro, foi retratado em versos por João Melquíades Ferreira da Silva, que fora soldado naquelas batalhas e se tornaria um grande nome da primeira geração de cordelistas brasileiros.

A partir da atuação de Leandro Gomes de Barros, surgiram poetas-editores que escreviam e imprimiam seus próprios folhetos, quando não adquiriam também os direitos sobre as obras de terceiros. Um dos principais empresários do setor foi João Martins de Ataíde, que em 1921 obteve licença para republicar as histórias de Barros, inicialmente apresentando-se nos livretos como editor e, num segundo momento, como o próprio autor.

Conforme o cordel se popularizou, as evoluções gráficas vieram pelas mãos dos artistas das gerações seguintes: as capas com textos meramente decorativos aos poucos foram substituídas por imagens de cartão-postal e de estrelas de Hollywood, mais atrativas.

Até que, nos anos 1950, o folheto alcançasse a sua cara definitiva nos desenhos "rústicos" da xilogravura.
 


Versão extraoficial

No último século, o teor da literatura de cordel jamais parou de se desenvolver. Os versos não abandonaram o tom matuto, o diálogo do sertanejo com suas crenças, suas percepções e seus dilemas cotidianos, embora ao longo das décadas a realidade do povo nordestino mudasse e muitos autores e leitores partissem, em ondas migratórias, para o centro-sul do país. "O cordel se revelou uma fonte de ‘história não oficial’ do século 20, narrada pelos poetas do Nordeste", diz Mark J. Curran, professor da Universidade do Estado do Arizona e autor de livros como Retrato do Brasil em Cordel.

Segundo o pesquisador americano, os folhetos cumpriram o papel de jornal e novela do povo sertanejo, exerceram a função de ao mesmo tempo informar e entreter, em muitos momentos integrando à vida nacional populações que ainda não haviam sido atendidas pelos serviços tradicionais de comunicação. E é por isso que os mais diferentes episódios e personagens foram transportados para a crônica cordeliana, dos desastres naturais aos embates ideológicos, de figuras como Getúlio Vargas, Lampião e Padre Cícero a Roberto Carlos.

Atualmente, pesquisadores concordam que o gênero se fortalece pelas facilidades de impressão e distribuição dos exemplares, somadas ao poder de divulgação da internet.
E isso sem falar no prestígio que escritores como Jorge Amado, João Guimarães Rosa e Ariano Suassuna conferiram (e ainda conferem) à tradição, por terem emprestado da literatura de cordel inspiração para seus universos criativos.

Gênero virou tema da academia


Entre as principais características da literatura de cordel brasileira estão a imensa variedade de temas abordados e a produção intensa - Joseph Maria Luyten, holandês radicado no Brasil, foi um dos poucos pesquisadores que se arriscaram a fazer uma estimativa. Durante sua trajetória acadêmica, calculou que os cordelistas nacionais teriam publicado entre 30 e 40 mil livretos e chegou a falar em 100 mil títulos. O volume de folhetos foi suficiente para que, nos anos 1970, o brasilianista Raymond Cantel considerasse nosso cordel "o mais importante, no sentido quantitativo, entre as literaturas populares do mundo". Autoridade internacional no tema, Cantel aterrissou no país nos anos 1950 para pesquisas de campo, tornou-se um dedicado colecionador das histórias e introduziu seu estudo na Universidade de Sorbonne, em Paris.

Disponível em:http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/como-surgiu-literatura-cordel-683552.shtml Acesso em: 18 agosto 2013.

Glossário

Com pílulas sobre conteúdo e forma da literatura de cordel


Acontecido: folhetos de não-ficção em que o cordelista reporta eventos reais - fatos de âmbito local, nacional ou internacional.

Folheteiro: intérprete, sujeito que canta os cordéis nas feiras e praças com o intuito de atrair público e estimular a venda.

Peleja: também conhecida por desafio, é o duelo poético oral entre cordelistas, eventualmente reproduzido em folhetos.

Romance: cordel tradicional que narra disputas entre o bem e o mal em anedotas, contos de fadas, causos de amor e aventura.

Sextilha: consagrada entre os poetas nacionais, é a estrofe de seis versos com sete sílabas (o segundo, o quarto e o sexto versos rimam entre si).

Xilogravura: imagem que ilustra a capa dos livretos brasileiros, obtida do relevo da madeira talhada.

Texto disponível em: http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/como-surgiu-literatura-cordel-683552.shtml Acesso em: 18 agosto 2013.

 

Obs: Professor, a apresentação dos alunos deverá ser complementada com mais informações por você. Pesquise mais sobre o assunto. Veja alguns sites nos recursos complementares.

 

ATIVIDADE 2

MANTENDO CONTATO COM OS TEXTOS

Depois da apresentação dos grupos, o professor deverá levar os alunos para o Laboratório de Informática e sugerir os sites abaixo para que tenham contato com os textos do gênero CORDEL. Segundo os PCNS, é importante e produtivo colocar os alunos em contato com os modelos de gêneros.

TEXTO 1

Ai! Se sêsse!…
Autor: Zé da Luz

Se um dia nós se gostasse;
Se um dia nós se queresse;
Se nós dois se impariásse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois morasse
Se juntinho nós dois drumisse;
Se juntinho nós dois morresse!
Se pro céu nós assubisse?
Mas porém, se acontecesse
qui São Pêdo não abrisse
as portas do céu e fosse,
te dizê quarqué toulíce?
E se eu me arriminasse
e tu cum insistisse,
prá qui eu me arrezorvesse
e a minha faca puxasse,
e o buxo do céu furasse?…
Tarvez qui nós dois ficasse
tarvez qui nós dois caísse
e o céu furado arriasse
e as virge tôdas fugisse!!!

Disponível em: http://www.infoescola.com/literatura/literatura-de-cordel/ Acesso em: 18 agosto 2013.

TEXTO 2

Pretinho
no sertão eu peguei
um cego malcriado
danei-lhe o machado
caiu, eu sangrei
o couro tirei
em regra de escala
espichei numa sala
puxei para um beco
depois dele seco
fiz dele uma mala

Disponível em: http://www.arteducacao.pro.br/Cultura/cordel/cordel.htm Acesso em: 18 agosto 2013.

TEXTO 3

Cego
Negro, és monturo
Molambo rasgado
Cachimbo apagado
Recanto de muro
Negro sem futuro
Perna de tição
Boca de porão
Beiço de gamela
Venta de moela
Moleque ladrão

Disponível em: http://www.arteducacao.pro.br/Cultura/cordel/cordel.htm Acesso em: 18 agosto 2013.

TEXTO 3

(Leandro Gomes de Barros)

Semore adotei a doutrina
Ditada pelo rifão,
De ver-se a cara do homem
Mas não ver-se o coração,
Entre a palavra e a obra
Há enorme distinção.

Zé-pitada era um rapaz
Que em tempos idos havia
Amava muito uma moça
O pai dela não queria… 

Disponível em: http://cordeldobrasil.com.br/v1/ Acesso em: 18 agosto 2013.

TEXTO 4

O pobre do sapateiro,
Com o seu viver pobrezinho,
Além de ter muitos filhos
Tinha um pequenininho,
Que chamavam de José
E tratavam por Zezinho.

Esse era um bom menino
Por obra da Providência,
Apesar de ser tão novo
Tinha rara inteligência,
O seu pai se orgulhava
Por ver sua sapiência

Disponível em: http://cordeldobrasil.com.br/v1/ Acesso em: 18 agosto 2013.

OBS: Professor, pesquise mais modelos de textos em sites diversos e apresente a seus alunos.

 

MÓDULO 2 - RESOLVENDO ATIVIDADE DE BLOG

ATIVIDADE 1

A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular, composta em geral de sextilhas, que é impressa e divulgada em livretos ilustrados com xilogravura. Ganhou este nome porque, para sua venda, os livretos são pendurados em cordões estendidos nos mercados populares, nas feiras ou nas ruas.
A literatura de cordel chegou ao Brasil na segunda metade do século XIX, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando mais popular e, atualmente, podemos encontrá-la principalmente na região Nordeste.
Os principais assuntos abordados nos livretos de cordel são: festas, política, seca, disputas, milagres, vida de cangaceiros, atos de heroísmo e mortes.
Muitas vezes a declamação destes poemas é feita por seus autores acompanhados por violeiros.
 
TEXTO 1

Apresente nos textos abaixo algumas das características do poema de cordel.







 


 







 


TEXTO 2



1. Procure na internet a biografia do autor que usava o pseudônimo de Patativa do Assaré, mas que se chamava Antônio Gonçalves da Silva.


2. Responder:
2.1. Como você acha que surgiu o apelido adotado pelo autor?
2.2. Explicar o uso do verso "Hoje eu tô na terra estranha". Que terra estranha é essa? Em que estrofe está essa informação?
2.3. Copie os versos da primeira estrofe que mostram como se sente o personagem nessa terra estranha.
2.4. O narrador participa da história como personagem ou é apenas um observador? Quem é ele?

2.5.Em que estrofe ficamos sabendo quem é essa pessoa que conta a história?

2.6. De que maneira a linguagem usada no poema ajuda a caracterizar a personagem?
2.7. O que o uso de versos e rimas proporciona a esse texto narrativo?

  • Professor, depois que os alunos terminarem a atividade, faça a correção e comente as questões.

 

ATIVIDADE 2

EXPONDO TEXTOS DE CORDEL DE ARTISTAS DIVERSOS

 

  • Professor, peça aos alunos que pesquisem  e tragam para a sala vários textos de Cordel . Eles deverão fazer uma exposição no pátio da escola. Poderão amarrar cordões de um lado e de outro e expor os textos.

É interessante que divulguem na escola, a data e horário da exposição e cConvide os colegas e professores de outras turmas para a exposição. Alguns alunos poderão apresentar/ler versos durante a exposição.

exposição varal

 

Disponível em: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sempretops.com/wp-content/uploads/literatura-de-cordel-foto.jpg&imgrefurl=http://www.sempretops.com/cultura/literatura-de-cordel/&h=300&w=400&sz=21&tbnid=uEjwnnjEIgQTFM:&tbnh=107&tbnw=142&zoom=1&usg=__jBiwjFcQWVGlAw-KFv4IvM5vDlw=&docid=9Nrs93JjDsxlgM&sa=X&ei=Ym4SUtPGOpLH4APZy4DgBw&ved=0CGkQ9QEwEg&dur=129

Acesso em: 19 agosto 2013.

Recursos Complementares
  • PARA O PROFESSOR:

 

LITERATURA DE CORDEL. PIBID - http://www.slideshare.net/fabyelykams/trabalhando-com-literatura-de-cordel-em-sala-projeto-pibid-2013 Acesso em: 19 agosto 2013.

TUDO SOBRE LITERATURA DE CORDEL - http://www.essaseoutras.xpg.com.br/tudo-sobre-literatura-de-cordel-historia-principais-escritores-foto/ Acesso em: 19 agosto 2013.

NOTÍCIA NO G1 - http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/03/museu-amazonico-prepara-exposicao-de-literatura-de-cordel-em-manaus.html Acesso em: 19 agosto 2013.

 

AULAS SOBRE CORDEL NO PORTAL DO PROFESSOR:

A arte do cordel: da Xilogravura ao Cinema - http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=571 Acesso em: 19 agosto 2013.

Cordel - http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=24173 Acesso em: 19 agosto 2013.

A poesia de cordel: aprendendo a fazer narrativas em versos - http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=18576 Acesso em: 19 agosto 2013.

Avaliação

A avaliação deverá ser efetivada qualitativamente, por ocasião da observação do professor no interesse e na participação do aluno durante o desenvolvimento das atividades.

Ao final, o professor poderá perguntar aos alunos:

  • Gostaram da aula? E das atividades do blog?
  • Gostaram de preparar a exposição?
  • O que gostariam de mudar nessas aulas?

Perguntas assim podem levar a respostas que farão o professor repensar sua prática pedagógica e melhorar sua forma de ensinar.

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